Ao longo de sua histria, o Brasil tem enfrentado o problema da excluso social que gerou
grande impacto nos sistemas educacionais. Hoje, milhes de brasileiros ainda no se beneficiam
do ingresso e da permanncia na escola, ou seja, no tm acesso a um sistema de educao
que os acolha.
Educao de qualidade  um direito de todos os cidados e dever do Estado; garantir o exerccio
desse direito  um desafio que impe decises inovadoras.
Para enfrentar esse desafio, o Ministrio da Educao criou a Secretaria de Educao Continuada,
Alfabetizao e Diversidade  Secad, cuja tarefa  criar as estruturas necessrias para formular,
implementar, fomentar e avaliar as polticas pblicas voltadas para os grupos tradicionalmente
excludos de seus direitos, como as pessoas com 15 anos ou mais que no completaram o Ensino
Fundamental.
Efetivar o direito  educao dos jovens e dos adultos ultrapassa a ampliao da oferta de vagas
nos sistemas pblicos de ensino.  necessrio que o ensino seja adequado aos que ingressam na
escola ou retornam a ela fora do tempo regular: que ele prime pela qualidade, valorizando e respeitando
as experincias e os conhecimentos dos alunos.
Com esse intuito, a Secad apresenta os Cadernos de EJA: materiais pedaggicos para o 1. e o
2. segmentos do ensino fundamental de jovens e adultos. Trabalho ser o tema da abordagem
dos cadernos, pela importncia que tem no cotidiano dos alunos.
A coleo  composta de 27 cadernos: 13 para o aluno, 13 para o professor e um com a concepo
metodolgica e pedaggica do material. O caderno do aluno  uma coletnea de textos
de diferentes gneros e diversas fontes; o do professor  um catlogo de atividades, com sugestes
para o trabalho com esses textos.
A Secad no espera que este material seja o nico utilizado nas salas de aula. Ao contrrio,
com ele busca ampliar o rol do que pode ser selecionado pelo educador, incentivando a articulao
e a integrao das diversas reas do conhecimento.
Bom trabalho!
Secretaria de Educao Continuada,
Alfabetizao e Diversidade  Secad/MEC
Apresentao
CP_iniciais.qxd 21.01.07 14:33 Page 1
Caro professor
Este caderno foi desenvolvido para voc, pensando no seu trabalho cotidiano de educar jovens
e adultos. Esperamos que ele seja uma ferramenta til para aprimorar esse trabalho. O caderno
que voc tem em mos faz parte da coleo Cadernos de EJA, e  um dos frutos de uma
parceria entre as universidades brasileiras ligadas  Rede Unitrabalho e o Ministrio da Educao.
As atividades deste caderno contemplam assuntos e contedos destinados a todas as sries
do ensino fundamental e seguem a seguinte lgica:
 Cada texto do caderno do aluno serve de base para uma ou mais atividades de diferentes reas
do conhecimento; cada atividade est formulada como um plano de aula, com objetivos, descrio,
resultados esperados, etc.
 As atividades admitem grande flexibilidade: podem ser aplicadas na ordem que voc considerar
mais adequada aos seus alunos. Cabe a voc escolher quais atividades ir usar e de que forma.
Os segmentos para os quais as atividades se destinam esto indicados pelas cores das tarjas
laterais: as atividades do nvel I (1- a 4- sries) possuem a lateral amarela; as do nvel II (5- a 8 -
sries) tm a lateral vermelha. Se a atividade puder ser aplicada em ambos os nveis, a lateral
ser laranja. Essa classificao  apenas indicativa. Cabe a voc avaliar quais atividades so as
mais adequadas para a turma com a qual est trabalhando.
 Graas  proposta de um trabalho multidisciplinar, uma atividade indicada para a rea de
Matemtica, por exemplo, poder ser usada em uma aula de Geografia, e assim por diante.
As atividades de Educao e Trabalho e Economia Solidria tambm podero ser aplicadas aos
mais diversos componentes curriculares.
Ao produzir este material pedaggico a equipe teve a inteno de estimular a liberdade
e a criatividade. Se a partir das sugestes aqui apresentadas, voc decidir escolher outros textos
e elaborar suas prprias atividades aproveitando algumas das idias que estamos partilhando,
estaremos plenamente satisfeitos. Acreditamos profundamente na sua capacidade de discernir
o que  melhor para as pessoas com as quais est dividindo a desafiadora tarefa de se apropriar
da cultura letrada e se formar cidado.
Bom trabalho!
Equipe da Unitrabalho
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Como utilizar a pgina de atividade
Numerao: indica o
texto correspondente
ao caderno do aluno.
rea: indica a rea
do conhecimento.
Nvel: sugere o segmento
do ensino fundamental
para aplicao da atividade.
Materiais e tempo:
materiais indicados para
a realizao da atividade,
especialmente aqueles que no
esto disponveis em sala
de aula (opcional), e o tempo
sugerido para o desenvolvimento
da atividade.
Contexto:
insere o tema
no cotidiano do aluno.
Dicas:
bibliografia de suporte,
sites, msicas, filmes, etc.
que ajudam o professor
a ampliar o tema
(opcional).
Cor lateral:
indica o nvel sugerido.
Descrio:
passos que o professor
deve seguir para discutir
com os alunos os
conceitos e questes
apresentados na
atividade proposta.
Introduo:
pontos principais do
texto transformados
em problematizaes
e questes para o
professor.
Objetivos:
aes que tanto aluno
como professor
realizaro.
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1 Que tal produzir menos lixo? Cincias I 8
O Homem, a natureza e a histria Histria I e II 9
Relatrio Ingls II 10
O perigo do lixo para os seres
e para o planeta Terra Matemtica I e II 11
Construindo o conceito de volume Matemtica I 12
Jri simulado: o texto de opinio Portugus II 13
2 Monocultura ou diversidade
na produo agrcola? Geografia I e II 14
Um sindicalista visita minha sala de aula Portugus II 15
3 Gelo e nvel de gua Cincias I e II 16
Qual  a altura do mar? Cincias I e II 17
O serto vai virar mar? Cincias I e II 18
Tuvalu e o aquecimento global Geografia I 19
Jogo da Velha (clima) Ingls II 20
A mudana do nvel do mar e a vida na Terra Matemtica I e II 21
Leitura de textos no verbais;
produo de texto opinativo Portugus I e II 22
4 Vov  quem sabia Artes I e II 23
La riqueza de la biodiversidade y
el futuro de las medicinas silvestres Espanhol II 24
Picture Dictionary/Mimics Ingls II 25
5 Desenvolvimento sustentvel:
para quem e para onde? Histria I e II 26
Gandhi tinha razo? Matemtica I e II 27
6 Os sentidos e a conscincia Ed. Fsica I 28
Agresso e conscincia Ed. e Trabalho I e II 29
Sociedade e paisagem Geografia II 30
4  Caderno do professor / Meio Ambiente e Trabalho
Sumrio das atividades
Texto Atividade rea Nvel Pgina
CP01P2.qxd 1/18/07 11:24 PM Page 4
Caderno do professor / Meio Ambiente e Trabalho  5
Texto Atividade rea Nvel Pgina
6 Mapeando a destruio da natureza Matemtica II 31
Argumentao: elementos conceituais e
afetivos do sentido: o debate na TV Portugus II 32
7 A arte do cotidiano Artes I e II 33
Uma lio da Nao Yanomami Ed. e Trabalho II 34
Trabalho, minrio e mito Histria II 35
Fim do mundo, para quem? Histria I e II 36
Mitos, lendas e crendices  leitura e produo Portugus I e II 37
8 Protocolo de Kyoto Histria II 38
Definitions Ingls II 39
Pau-de-sebo da Memria Portugus I e II 40
9 Os perigos ao ecossistema do Pantanal Geografia I e II 41
10 Selo verde e de sade Ed. Fsica I e II 42
Quanto custa a madeira certificada? Matemtica I e II 43
A importncia da pontuao Portugus I e II 44
11 El futuro del agua depende de todos Espanhol II 45
A escasses de gua Geografia I e II 46
O ritmo de crescimento populacional Geografia I e II 47
Visualizando o custo da conta Matemtica II 48
Quantos seremos em 2026? Matemtica I e II 49
Medindo o desperdcio de gua Matemtica I e II 50
12 O lixo nosso de cada dia Geografia I e II 51
Yes, I can Ingls II 52
Gneros textuais e
uso funcional da linguagem II Portugus I e II 53
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6  Caderno do professor / Meio Ambiente e Trabalho
13 Ser o homem o nico
animal que modifica a natureza? Cincias II 54
Energia elica nos EUA Geografia II 55
Fontes de energia e mudanas
no emprego da fora de trabalho Histria I e II 56
Pagamos caro? Matemtica I e II 57
Parques elicos: vento gerando eletricidade Matemtica I e II 58
14 Estudando propriedades de gases Cincias I e II 59
A vida na terra em alerta Matemtica I e II 60
O jogo das proparoxtonas Portugus I 61
15 Cego  quem v s aonde a vista alcana Ed. e Trabalho I 62
16 Transformao Artes I e II 63
A pescaria Ed. e Trabalho I 64
Leitura do texto no verbal: a descrio Portugus I e II 65
17 O mundo do lixo Artes I e II 66
O que  cadeia alimentar? Cincias I e II 67
Qual a quantidade certa de adubo? Matemtica I e II 68
Qual o rendimento? Matemtica II 69
Estrutura da primeira pgina do jornal;
reconhecimento das partes da notcia Portugus I 70
Economia solidria e meio ambiente Econ. Solidria I e II 71
18 Imagem documental Artes I e II 72
Trabalho no capitalismo e meio ambiente Ed. e Trabalho I e II 73
Imgenes, historia y esclavitud Espanhol II 74
Trabalho individual e
trabalho coletivo autogestionrio Econ. Solidria I e II 75
Texto Atividade rea Nvel Pgina
CP01P2.qxd 1/18/07 11:24 PM Page 6
Caderno do professor / Meio Ambiente e Trabalho  7
19 La cultura y la preservacin del medio ambiente Espanhol I 76
20 El Medio Ambiente en la Constituicin Brasilea Espanhol II 77
Conhecendo nossos direitos:
anlise de documento Histria I e II 78
Leis da Fsica e leis da Constituio
so as mesmas coisas? Cincias I e II 79
21 Um s tema em diversos gneros Portugus II 80
22 Desenvolvimento sustentvel Ed. e Trabalho II 81
Meio ambiente e luta poltica Histria II 82
Conhecendo um empreendimento
econmico solidrio Econ. Solidria I e II 83
23 A casa personalizada Artes I e II 84
Casa ecolgica Ed. e Trabalho I 85
Quanto custa minha casa? Matemtica I e II 86
Gneros textuais e uso funcional da linguagem Portugus I e II 87
Produzir preservando o meio ambiente Econ. Solidria I e II 88
24 Composition Ingls II 89
Texto Atividade rea Nvel Pgina
CP01P2.qxd 1/18/07 11:24 PM Page 7
8  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
Nvel I
Atividade P Que tal produzir menos lixo?
1
Te x t o
rea: Cincias
1. Faa uma lista com seus alunos, contendo o
maior nmero possvel de materiais descartveis
de uso dirio.
2. Faa na lousa uma tabela, contendo uma coluna
com as quatro classes de materiais que
geram resduos slidos.
3. Ordene os itens listados em (1), segundo sua
composio.
4. A partir dos itens listados em (1), sugira: a)
quais poderiam ser trocados por retornveis;
b) quais poderiam ser reutilizados.
5. Faa um levantamento na classe acerca dos
lixos mais produzidos na empresa em que o
aluno trabalha ou em sua regio e, ao final,
desenvolva uma atividade de produo de
texto sobre o tema estudado, 3R.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Lousa, papel e lpis.
Tempo sugerido: 2 horas
Objetivo
 Identificar o alcance do problema ambiental
gerado pelo lixo e discutir possveis alternativas
com relao ao seu aproveitamento.
Introduo
O texto expressa que um dos problemas do lixo
est justamente na sua elevada produo. Isso
acarreta o desperdcio de recursos naturais e a
contaminao do meio ambiente. Ns ajudamos
a produzir esse lixo? Bastam as solues apontadas
no texto? Ou necessitamos conhecer mais
sobre o lixo? Quais os materiais que geram esse
Resultado esperado: Produo de texto e o
exerccio de reflexo sobre o papel do aluno como
cidado e sua responsabilidade na melhoria da
qualidade de vida.
Dicas do professor:
Sites  www.ambientebrasil.com.br/composer;
www.recicloteca.org.br.
Contexto no mundo do trabalho: A importncia de
evidenciar o problema do lixo industrial, alm do lixo
domstico, e a necessidade de complementar as iniciativas
do 3R, criando novos instrumentos para a melhoria dessa
reciclagem.
lixo? O que significa classificar o lixo? Qual a
relao do lixo com o trabalho que voc desenvolve
na sua profisso? Quais profisses produzem
mais lixo?
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  9
rea: Histria Nvel I e II
1. Problematize as idias do texto, perguntando
aos alunos: o que significa a frase do texto o
que agride a natureza, agride o homem?
Como vocs descartam o lixo em casa e no
trabalho? Por que fazem isso? Se o homem faz
a sua prpria histria, ser que no poderemos
evitar a destruio do planeta? Qual seria
a contribuio de cada cidado?
2. Pea aos alunos que tragam embalagens de
produtos que consomem em casa.
3. Solicite aos alunos que leiam com ateno as
embalagens e escrevam em um mural: Nome do
produto; origem; local de produo; matriasprimas
(utilizadas na fabricao do produto);
destino da produo; processo de transformao.
4. Afixe as embalagens analisadas.
5. Discuta, com o grupo, as vantagens e as possveis
desvantagens desses produtos para a
sade da populao e para o meio ambiente.
Descrio da atividade 6. Estimule os alunos a responder as seguintes
perguntas: O que quer dizer reciclagem? Por
que ela  necessria nas sociedades atuais? Os
produtos que vocs analisaram so reciclveis?
Por que alguns produtos no podem ser
reciclados?
Material indicado:
P Embalagens de produtos.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P O homem, a natureza e a histria
Resultados esperados:
a) Discusso sobre o conceito de Histria e aes
que os homens podem desenvolver na preservao
da natureza.
b) Reflexo de todos sobre os problemas ambientais
e suas solues.
1
Te x t o
Objetivos
 Refletir, discutir e analisar as relaes do
homem com a natureza, por meio da histria e
do trabalho.
 Discutir o papel do homem na destruio e na
preservao da natureza.
Introduo
O ser humano  o nico animal que modifica
intencionalmente a natureza e produz, por intermdio
do trabalho, aquilo de que necessita para
a sua sobrevivncia: alimentao, moradia, etc.
Ao fazer isso, est fazendo histria, na medida
em que est criando condies para produzir e
reproduzir a existncia humana, modificando os
lugares, os objetos e a natureza, ao mesmo
tempo em que se modifica e se desenvolve. Ele
no faz isso sozinho, pois vive e trabalha em
grupo, estabelecendo relaes sociais. Assim, o
texto nos mostra que o que agride a natureza
agride o homem. Voc concorda? Pode-se considerar
o acmulo de lixo como uma dessas
agresses? O que a histria nos revela sobre as
interferncias do homem na natureza? No apenas
estamos na histria, mas fazemos histria!
Ser, ento, que no temos como mudar o curso
da histria e evitar a destruio do planeta?
Dica do professor: Incentivar a coleta seletiva de lixo na
escola e na comunidade.
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rea: Ingls 1. Aps a leitura do texto, pea aos alunos que o
releiam novamente, desta vez, circulando todas
as expresses de porcentagem e nmeros que
aparecem no texto. Enquanto eles fazem isso,
coloque na lousa as seguintes sentenas:
All (people, animals, etc.)  100%
Most (people, animals, etc.)  80%
The majority  60%
Many (people, animals, etc.)  50%
Some (people, animals, etc.)  40%
Not many (people, animals, etc.)  30%
A few (people, animals, etc.)  15%
Few (people, animals, etc.)  10%
No one  0%
2. Quando terminarem de circular os nmeros e
porcentagens do texto, explique a eles que as
expresses na lousa so utilizadas para nos
referirmos  quantidades de pessoas e coisas.
3. Explique que people significa pessoas (no
plural). Lembre-os que as porcentagens ao lado
das expresses no so literais, mas sim um
meio de referncia do significado (alis, diga a
eles que se pronuncia per cent em ingls).
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Papel, lpis, lousa.
Tempo sugerido: 50
minutos
Atividade P Trabalho e meio ambiente
Resultado esperado:
Produo de frases em ingls com expresses que
designam porcentagens.
1
Te x t o
Objetivos
 Aprender expresses em ingls para porcentagem
e quantidade de pessoas.
 Interpretar nmeros e porcentagens na lngua
inglesa.
Introduo
A situao apresentada pelo texto nos leva a
refletir sobre como fazemos pouco para evitar as
grandes quantidades de lixo produzidas e como,
ainda, a soluo de reutilizar e reciclar materiais
no  um hbito incorporado por todos os
cidados. Voc j pensou nesse assunto? Costuma
separar o lixo de sua casa para reciclagem?
E no seu trabalho, o lixo  encaminhado para
reciclagem?
10  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
Nvel II
4. Em seguida, pea aos alunos que, em duplas,
releiam o texto, substituindo todas as porcentagens
e nmeros circulados pelas expresses
acima (eles devem decidir as expresses
mais apropriadas de acordo com o modelo na
lousa).
5. Eles devero elaborar cinco frases em ingls
sobre as informaes trazidas pelo texto, utilizando
as expresses aprendidas.
6. Quando tiverem terminado, pea aos alunos
que leiam suas frases. Poder, tambm, pedir
a alguns alunos que releiam o texto, substituindo
os nmeros pelas expresses em ingls.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  11
rea: Matemtica Nvel I e II
1. Discuta o texto com os alunos, auxiliando-os a
identificarem os pontos que chamaram mais a
ateno deles sobre a questo do lixo.
2. Pea a cada aluno que escreva na lousa um
dos perigos que o acmulo de lixo representa
 preservao da vida na Terra.
3. Pea que calculem a quantidade de lixo que 
acumulada por cada cidado ou cidad (em
uma semana, um ms e durante um ano),
considerando que cada brasileiro produz
cerca de um quilo de lixo por dia.
4. Construa um grfico na lousa, com a ajuda
dos alunos, utilizando os resultados encontrados
na questo anterior.
5. Pea aos alunos que calculem a porcentagem
dos municpios que fazem coleta seletiva,
considerando que essa coleta  praticada
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Calculadora, lpis, papel,
cartolina, figuras.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P O perigo do lixo para os seres e para o planeta Terra
Resultados esperados:
a) Representao grfica dos dados provenientes
de situaes-problema.
b) Anlise da as conseqncias dos dados do texto
para o ser humano.
c) Trabalho com porcentagens e grficos.
1
Te x t o
Objetivos
 Desenvolver atitudes de cuidado com resduos
lquidos ou slidos, visando a preservao da vida
na Terra.
 Representar graficamente dados provenientes
de situaes-problema retirados do texto.
Introduo
Um dos grandes problemas ambientais  a quantidade
crescente de resduos.  preocupante a
questo, pois o Brasil produz cerca de 125 mil
toneladas de lixo por dia.  lamentvel que ainda
haja descaso em relao aos cuidados que devem
ser tomados com a coleta de lixo. O planeta est
sendo ameaado. As mudanas geradas pelas
aes dos seres humanos, das sociedades e das
indstrias tm trazido modificaes que provocam
conseqncias drsticas para todo o tipo de
vida na Terra. Em todo lugar, ou seja, no meio
urbano ou rural,  necessrio ter cuidado com
resduos produzidos de vrias origens. Voc conhece
alguns resduos que no campo devem ser
coletados e tratados? Voc sabe quais so os resduos
lquidos e slidos perigosos  vida na Terra?
Em sua escola, no trabalho, em seu bairro, h
coletores seletivos de lixo? O que mais chamou
sua ateno na leitura do texto?
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre a
quantidade de lixo produzida por cada indivduo no trabalho,
na escola, na famlia, etc. Divulgao das informaes
aprendidas na aula, por intermdio da exposio
dos cartazes nos locais de trabalho dos alunos.
Dicas do professor: Sites do Ministrio do Meio Ambiente:
www.cdb.gov.br e www.unicef.org.
Os cartazes podem ser levados para os locais de trabalho
dos alunos, a partir de uma escala de tempo de exposio,
de forma que os locais de divulgao das informaes
aprendidas extrapolem a escola.
em 451 municpios brasileiros de um total
de 5.475.
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12  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Matemtica Nvel I
1. Pergunte aos educandos se sabem onde caberiam
125.000 toneladas de lixo (Apresente o
valor de uma tonelada em quilos). Desafie-os
a encontrarem as respostas.
2. Para ajud-los, mostre uma caixa de um metro
de largura, um metro de altura e um metro
de comprimento e diga: eis o metro cbico
(1m3 ). Explique aos alunos que o metro cbico
 a unidade de medida de capacidade (o
que cabe dentro), que, em geral,  dada em
m3 ou litro (l).
3. Incentive os alunos a levantarem hipteses de
quantidade de lixo, fazendo as seguintes questes:
Quantos quilos de lixo caberiam dentro
desta caixa? Quantas dessas caixas seriam
necessrias para armazenar o lixo produzido
na escola? Oriente para que faam estimativas
lembrando que os objetos que vo para o lixo
tm pesos diferentes. Registre as hipteses dos
alunos na lousa.
4. Com o auxlio de uma trena ou fita mtrica,
mea, com os alunos, a largura, o comprimento
e a altura da caixa. Pea a algum aluno que
anote as medidas na lousa.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Caixa de papelo de 1 m3
rgua, trena ou fita mtrica,
lpis, papel, lousa.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Construindo o conceito de volume
Resultado esperado: Clculo do volume de
diferentes espaos cbicos.
1
Te x t o
Objetivo
 Construir o conceito de volume para melhor
compreender o texto.
Introduo
 possvel que j tenha acontecido gincanas do
lixo reciclvel para coletar dinheiro para a
escola onde voc trabalha? E depois da gincana,
mudou algum comportamento da comunidade
escolar? Ou, tudo volta a ser como
antes na relao com o lixo? O texto faz referncia
ao montante de lixo produzido no Brasil.
Voc faz idia do que significa este volume?
E o volume de lixo produzido diariamente na
sua cidade?  possvel reverter o processo de
produo excessiva de lixo? Como? A atividade
a seguir prope explorar o conceito de volume
que o lixo ocupa, sendo calculado pela frmula:
V = b. l . h, (base x largura x altura). Como
o lixo no tem uma forma exata, o seu volume
ser calculado por aproximao com a forma
de um bloco quadrangular.
5. Solicite que faam o clculo do volume da
caixa, por meio da frmula: V = b . l . h (base
x largura x altura).
6. Compare o resultado com as hipteses dos
alunos. Se alguma delas se aproximou do
valor obtido, pea aos que levantaram a hiptese
que contem aos demais o raciocnio que
utilizaram para chegar ao resultado.
Dicas do professor: Voc pode continuar trabalhando com
as hipteses dos alunos sobre quantas caixas iguais caberiam
na sala de aula, quantos quilos de lixo caberiam na
sala; em um campo de futebol, considerando cerca de 3 m
de altura de lixo, quantos campos de futebol seriam
necessrios para armazenar as 125 mil toneladas de lixo?
Organizar pesquisa para conhecer os programas de tratamento
do lixo da cidade: local de depsito do lixo, coletas
seletivas, custo do tratamento, etc.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  13
rea: Portugus Nvel II
1. Atividades de leitura: Leia o texto com os
alunos e escolha trechos para que se posicionem
criticamente. Pergunte: O texto  apenas
informativo? O autor tem alguma opinio a
defender?
2. Pea que observem e levantem no texto
expresses do tipo: s h uma sada, outro
vilo, etc.
3. Explique que no h texto neutro. Todo texto
 dotado de argumentatividade.
4. Levante perguntas sobre o destino do lixo em
suas casas e no trabalho.
5. Organize a seguinte atividade de expresso
oral: jri simulado.
a) Pea aos alunos que releiam o texto, identificando
os problemas do lixo no pas.
b) Solicite que seis alunos sejam voluntrios
para representar o papel dos juzes.
c) Divida a classe em duas turmas: uma que
vai defender a reduo do lixo, da gua e da
energia; e a outra que vai contra a reduo
deles (repare que, como esta no  uma
postura adequada  reduo de desperd-
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Lpis, papel.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Jri simulado: o texto de opinio
Resultado esperado: Ampliao da capacidade
de fluncia verbal e de criao de argumentos
slidos.
1
Te x t o
Objetivo
 Produzir texto oral de cunho argumentativo.
Introduo
O texto nos oferece oportunidade de discutir o
controle do lixo, da gua, da energia na nossa
casa e no trabalho. Esse processo de falar o que
voc pensa e de ouvir as opinies dos outros 
importante para reformularmos nossas prprias
concepes. Alm disso, o exerccio de discutir
idias nos auxilia no desenvolvimento da argumentao
delas. Voc tem dificuldade de expor
seu ponto de vista a outras pessoas? Quando voc
discute um assunto com outras pessoas, escolhe
no tipo de argumentao que vai utilizar para
expor suas idias?
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo e discusso
sobre o desperdcio de lixo, gua e energia, em
casa e no trabalho.
cios, a equipe ter de defender o que no 
adequado com argumentos convincentes).
d) Estipule o tempo total da atividade em 1 hora.
e) Deixe a turma se organizar para o debate.
Os juzes devero estipular a quantidade de
perguntas de cada equipe, o tempo de resposta,
de rplica e trplica.
f) As duas equipes devem encontrar argumentos
plausveis para dar respostas s perguntas
e formular perguntas adequadas  questo.
g) Os juzes devem anotar as perguntas e respostas
para no final analisar qual equipe
elaborou e respondeu melhor as perguntas,
de acordo com a questo central.  importante
os juzes ressaltarem a complexidade
da tarefa para a equipe que ficou responsvel
em tecer argumentos contra a reduo
de lixo, gua e energia.
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rea: Geografia Nvel I e II
1. Questionar os alunos sobre a economia do
Mato Grosso e da vegetao do cerrado. Anote
as respostas dos alunos na lousa.
2. Leia com eles o texto Pequenos produtores
contestam o ciclo da monocultura da soja,
sobre o municpio de Lucas do Rio Verde.
3. Organize as informaes do texto na lousa:
poca, local, o problema, a causa do problema,
as solues propostas e por quem.
4. Leve para os alunos informaes sobre a vegetao
tpica dessa regio; as mudanas na vegetao
e na vida dos animais, em funo das atividades
econmicas; e a produo de soja no
Mato Grosso (sua histria, quanto se produz,
qual a finalidade dessa produo, qual o modelo
de produo, quem so os beneficiados, etc.).
5. Pea aos alunos que se dividam em grupos
para discutir as idias principais do texto.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Cartolina, canetas coloridas,
figuras da regio.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Monocultura ou diversidade na produo agrcola?
Resultado esperado: Reflexo a respeito do
modelo agrcola implantado no Centro-Oeste do
Brasil e suas conseqncias para a qualidade de
vida e o meio ambiente.
2
Te x t o
Objetivo
 Refletir a respeito do modelo agrcola implantado
no Centro-Oeste do Brasil e suas conseqncias
para a qualidade de vida e o meio ambiente.
Introduo
O socilogo Gilberto Freyre, no livro Nordeste (RJ:
Jos Olympio, 1967), conta que a cana-de-acar
trazida pelos portugueses entrou na Zona da
Mata, substituindo as baranas, os pau-d'arcos, os
angelins, as sucupiras, os amarelos, os visgueiros,
os angicos e os pau-ferros. Semelhante processo
ocorreu na devastao da mata Atlntica no Vale
do Paraba e no Rio de Janeiro, com a cultura do
caf; e com a expanso agrcola no Mato Grosso,
incentivada pelos governos militares, que devastaram
o cerrado. Como o problema em Lucas do
Rio Verde, apresentado no texto, tambm pode
ser um problema de todos ns? Ser que a qualidade
de vida depende da destruio do ambiente
em que vivemos? Pelo menos dois desafios que
se entrelaam esto colocados para o homem
contemporneo: a qualidade de vida solicita rever
o modelo e os valores da histria da ocupao das
terras; e a importncia da preservao da natureza,
para nela encontrar formas alternativas de sustentabilidade
econmica.
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre os
tipos de trabalho que no preservam a natureza.
14  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
6. Organize na lousa, a partir das suas informaes
e do texto, os modelos econmicos identificados
na regio de Lucas do Rio Verde e o
que est sendo proposto pelos sindicalistas.
7. Discuta com os alunos as alternativas econmicas
para a regio, identificando as conseqncias
para a qualidade de vida da maioria
da populao.
8. Incentive os alunos a organizarem murais,
com base na leitura do texto, nas informaes
trazidas pelo professor e nas discusses geradas
na sala.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  15
rea: Portugus Nvel II
1. Atividades de leitura. Leia o texto com os alunos.
Pergunte o que o texto problematiza.
Pea aos alunos que separem (e numerem),
no texto, os diversos argumentos usados pelos
sindicalistas para defender sua causa.
2. Atividades de expresso oral e escrita. Pea
aos alunos que imaginem que a escola recebeu
um sindicalista para conversar sobre os
problemas acarretados pela monocultura em
Rio Verde. As questes foram elaboradas pelos
alunos e as respostas dadas encontram-se no
texto lido. Agora, precisam publicar a entrevista
numa revista de circulao nacional. A
funo dos alunos , ento, elaborar questes
que provoquem as respostas contidas no texto
(podem ser apenas transcritas). Pea que
(re)analisem os argumentos do autor e que
mudem livremente a estrutura criada, de
modo que o leitor tenha respostas que dem
uma viso opinativa do entrevistado, no
necessariamente na ordem proposta no texto.
3. Solicite, depois, que imaginem as questes
que fariam a um grande produtor da regio
sobre o mesmo tema. Valendo-se das perguntas
j criadas no exerccio anterior, os alunos
devero criar as respostas possveis para tais
questes, considerando a opinio desse entre-
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Um sindicalista visita minha sala de aula
Resultado esperado: Desenvolvimento da
habilidade de interrogar para obter respostas
coerentes com o que se pretende saber do entrevistado.
2
Te x t o
Objetivo
 Desenvolver a competncia escrita e oral por meio
da produo de entrevistas.
Introduo
Uma boa forma para a prtica oral e escrita  a
criao de perguntas para um problema que aflige
o homem. O exerccio pretende incentivar os
Contexto no mundo do trabalho: Exerccio argumentativo
que visa desenvolver no aluno a expresso oral e
escrita, necessrias em qualquer ramo de trabalho.
Dica do professor: Sobre as tcnicas usadas em entrevistas
de emprego, h vrios sites na Internet facilmente
encontrveis.
vistado e valendo-se das informaes contidas
no texto e de outras que encontrarem sobre o
assunto.
4. Por fim, converse sobre entrevistas para admisso
de empregados. Reflita com eles sobre as
questes propostas e o que se espera do entrevistado.
Informar que uma das principais caractersticas
da entrevista  aferir aquilo que o
entrevistado, de fato, j viveu no seu percurso
profissional, assim com a sua experincia no
que diz respeito ao seu comportamento diante
de algumas situaes delineadas no perfil, e a
forma como reagiu e no como idealizou reagir.
A entrevista remete a uma lembrana, a
algo vivenciado.
alunos a elaborarem perguntas (e respostas) coerentes
e adequadas ao contexto situacional.
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rea: Cincias Nvel I e II
1. Pegue um copo, com mais da metade de gua,
e marque o nvel com um pedao de fita adesiva.
2. Adicione cubos de gelo ao copo, at alterar a
altura da gua.
3. Marque a altura atingida pela gua, mostrando
que o gelo interfere na sua altura.
4. Faa uma enquete entre os alunos sobre o que
eles esperam que acontea com o nvel da
gua aps o derretimento do gelo.
5. Deve-se esperar o derretimento completo do
gelo  sem acrescentar gua ou gelo  marcando
no final a altura do nvel da gua no
copo.
6. Compare os nveis de gua, mostrando que o
derretimento do gelo no promove sua alterao.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Copo transparente (com altura
de 15 cm ou mais), gua,
gelo suficiente, globo terrestre
didtico e fita adesiva.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Gelo e nvel de gua
Resultado esperado: Compreenso de que o
gelo encontrado acima do nvel da gua aps o
derretimento no interfere na sua altura.
3
Te x t o
Objetivo
 Compreender a relao entre o derretimento do
gelo e o aumento do nvel da gua provocado pelo
efeito estufa (aquecimento global).
Introduo
A teoria do aquecimento devido  intensificao
do efeito estufa considera que o derretimento de
geleiras da Terra (calotas polares, regies alpinas
e dos campos de gelo das regies sub-polares e
temperadas) pode colocar mais gua nos oceanos
e elevar seu nvel. Para perceber esse efeito
so necessrias observaes de dcadas ou sculos.
Durante o sculo XX, o nvel do mar subiu
cerca de 30 centmetros. Essa atividade consiste
em uma simulao experimental dessa possvel
situao, utilizando materiais simples e demonstrando
que o gelo que se encontra boiando na
gua no altera o nvel dela quando derretido,
como no caso dos icebergs.
Dicas do professor:
a) A gua em sua forma slida (gelo) possui menor densidade
que em sua forma lquida, por isso sua flutuao.
b) O suor que se forma ao redor do copo durante o experimento
didtico tem como origem o vapor de gua que
est no ar, que aps resfriado volta a sua forma lquida;
c) A imerso de corpos em gua  uma forma simples de calcular
o volume externo de um corpo. Para isso,  preciso
utilizar um vasilhame graduado e anotar a diferena entre
o nvel da gua sem o objeto imerso e aps a imerso.
16  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
Contexto no mundo do trabalho: A observao de
simulaes controladas  uma das formas de construo
de conhecimento utilizada no trabalho dos cientistas, que
compem a cultura humana. A teoria do aquecimento
global pelo aumento do efeito estufa  uma das construes
tericas que permitem fazer previses da interferncia
das atividades humanas no meio ambiente, possibilitando
que repensemos a organizao da produo
agropecuria e industrial, bem como nosso modo de vida,
para evitar catstrofes.
7. Discuta que a teoria do aquecimento global
por aumento do efeito estufa defende que isso
ocorrer devido ao derretimento do gelo que
se encontra em montanhas e nos continentes,
NO dependendo dos icebergs.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  17
rea: Cincias Nvel I e II 3
Te x t o
1. Com uma tabela de mars, discuta que o mar
muda de "altura" durante o dia. Alunos que
perceberam esse fenmeno em praias podem
comentar sua experincia.
2. Apresente fotos do maregrafo indicando como
a medida  feita.
3. Com o auxlio de um globo terrestre mostre
onde se localizam as regies alpinas e as reas
sub-polares.
4. Discuta que o derretimento de gelo dessas
regies promove um aumento da quantidade
de gua dos mares e, com isso, espera-se que
as mars aumentem com o passar das dcadas,
afetando todas as cidades litorneas.
Descrio da atividade
Atividade P Qual  a altura do mar?
Resultados esperados: Compreenso de que a
mudana de mars  um fenmeno natural. Compreenso
dos possveis efeitos do aquecimento
global.
Objetivos
 Discutir os efeitos dirios das mars na alterao
da altura do mar.
 Discutir conseqncias da teoria do aquecimento
global como resultado do efeito estufa.
Introduo
Ao discutir o nvel do mar deve-se considerar: a) a
mudana diria do nvel do mar  um fenmeno
natural chamado de mars; b) o aquecimento global
e o aumento da quantidade de gua nos oceanos.
O estudo do nvel do mar envolve instrumentos
como o maregrafo (uma espcie de rgua colocada
nos portos), maregrafos eletrnicos, anlises
fotogrficas e estudos geolgicos. A mudana diria
da mar decorre da atrao gravitacional que a Lua
e o Sol exercem sobre a Terra, afetando a parte
lquida da superfcie do planeta (mar ocenica),
bem como a crosta terrestre (mar terrestre). Os
efeitos da mar ocenica podem ser percebidos em
ciclos de 24 h e 50 min, com 2 mars altas e 2
mars baixas. Quanto ao efeito estufa, sua percepo
no  to rpida. A teoria do aquecimento devido
 intensificao do efeito estufa considera que o
derretimento de geleiras da Terra (calotas polares,
regies alpinas e dos campos de gelo das regies
sub-polares e temperadas) pode colocar mais gua
nos oceanos e elevar seu nvel. Para perceber esse
efeito so necessrias observaes de dcadas ou
sculos. Durante o Sculo XX, o nvel do mar subiu
de 20 a 30 centmetros. Um rgo das Naes
Unidas projeta uma elevao de at 1 metro durante
o prximo sculo. Ser que se essas previses se
confirmarem, o aumento do nvel da gua dos
oceanos atingir todos os continentes do globo terrestre
e no apenas locais especficos, de forma que
a ilha Tuvalu e as cidades litorneas de qualquer
pas do mundo sofrero efeitos semelhantes? A
observao das mars  parte da cultura da humanidade,
sobretudo por causa das navegaes. O
aumento das atividades industriais e consumo de
combustveis podem ter conseqncias sensveis de
mudanas na natureza.
Materiais indicados:
P Globo terrestre didtico e
Tbua de mars.
Tempo sugerido: 2 horas
Dicas do professor:
a) Dados de mar podem ser obtidos no website do INPE
(http://www.cptec.inpe.br/ondas/) ou em alguns jornais
dirios.
b) O aumento do nvel do mar por efeito estufa  uma teoria
cientfica ainda no comprovada de maneira definitiva.
5. Mostre cidades brasileiras de interesse que podem
ser atingidas pelo aumento do nvel do mar.
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rea: Cincias Nvel I e II 3
Te x t o
18  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
1. Leitura do primeiro pargrafo do texto.
2. Discutir o significado da expresso expanso
trmica dos oceanos.
3. Solicitar aos alunos que associem o aquecimento
do planeta  expanso trmica dos
oceanos.
4. Lanar a seguinte questo: Por que quando os
lquidos so aquecidos ocupam um volume
maior? Esta pergunta tem por objetivo verificar
os modos de representao do comportamento
da matria que os alunos incorporam.
5. Propor: Se pudssemos olhar dentro de um
copo de gua com uma lupa extremamente
poderosa, o que veramos?. Esta proposio
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 1 hora
Atividade P O serto vai virar mar?
Resultado esperado: Percepo de que a compreenso
dos fenmenos naturais  facilitada
quando se utiliza o modelo de partculas (microscpico)
para representar o comportamento da matria
(macroscpico).
Objetivos
 Compreender o fenmeno de expanso trmica
dos lquidos.
 Introduzir o modelo de partculas para interpretar
o comportamento da matria.
Introduo
Uma das principais causas para a elevao do
nvel do mar  a expanso trmica dos oceanos.
Como explicar este fenmeno? Por que quando
os lquidos so aquecidos ocupam um volume
maior? Podemos comear pensando que a gua 
formada por uma coleo de inmeras partculas
(ou molculas) que esto sempre vibrando e se
movimentando. Quando aquecemos o lquido,
dizemos que estamos fornecendo energia trmica,
suas partculas constituintes absorvem essa
energia e passam a vibrar e a se movimentar mais
rapidamente. Quando isso ocorre, o volume que
o lquido passa a ocupar  maior.
Esse fenmeno tambm ocorre com os gases, ou
seja, quando so aquecidos, tambm ocupam um
volume maior e, neste caso, o modelo de partculas
tambm se aplica. Em nosso dia-a-dia,
onde podemos encontrar a aplicao desses
fenmenos? No trabalho de cada um? Nas ruas
da cidade? Nos instrumentos que utilizamos?
Para que ocorra a expanso trmica,  necessrio
que se tenha uma fonte de calor. H cerca de duzentos
anos, as sociedades industriais passaram
a queimar combustveis fsseis para movimentar
suas mquinas, mas, que efeitos colaterais essa
tecnologia traz para a sociedade? O efeito estufa
tem alguma relao com isso?
Contexto no mundo do trabalho: A atividade proporciona
tecer parmetros de comparao entre o domnio
das tecnologias, o emprego delas no trabalho e as conseqncias
sociais e ambientais como subprodutos dessa
transformao da natureza.
visa introduzir o modelo de partculas para interpretar
o comportamento da matria. Neste
modelo, as partculas esto em constante movimento,
e esses movimentos variam conforme
a energia disponvel.
6. Expor para os alunos que a expanso trmica
dos gases e dos lquidos pode ser empregada
para realizar trabalho e pedir relatos e vivncias
do dia-a-dia em que esse fenmeno  observado.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  19
rea: Geografia Nvel I
1. Realizar uma leitura do texto, junto aos alunos,
em voz alta.
2. Solicitar dos alunos que apontem idias que
foram abstradas da leitura.
3. Cotejar as idias principais e constituir uma
sntese para que todos possam anot-las no
caderno.
4. Levar um mapa-mund, atlas ou o globo terrestre
para a sala. Realizar uma leitura do mapa e
identificar a posio das ilhas Tuvalu no oceano
Pacfico e a posio do oceano no mundo.
5. Posicionar o Brasil em relao s ilhas e estabelecer
uma comparao entre posies.
6. Elaborar o desenho de uma ilha (em representao
a Tuvalu) e mostrar o significado da elevao
das guas ocenicas.
7. Resgatar as idias do texto e da discusso inicial
sobre as conseqncias da elevao dos
nveis ocenicos associando-as ao desenho.
Descrio da atividade 8. Discutir o tema inserindo o Brasil e apontando
os efeitos do fenmeno num pas que possui
grande parte de sua populao vivendo em
reas litorneas.
9. Associar o aquecimento global  emisso de
gases oriundos da produo de mercadorias e
dos transportes movidos pela queima de combustveis
fsseis.
Material indicado:
P Atlas.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Tuvalu e o aquecimento global
3
Te x t o
Objetivos
 Oferecer ao aluno a localizao das ilhas
Tuvalu, no oceano Pacfico, e a posio em
relao ao Brasil.
 Suscitar a discusso sobre o aquecimento global,
a elevao dos nveis dos oceanos e suas
conseqncias.
Introduo
O consumo acelerado, combinado com a utilizao
de matriz energtica da queima de combustveis
fsseis, tem gerado uma condio
ambiental propcia para a elevao dos nveis
dos oceanos. Dentre as conseqncias, podemos
enumerar a inundao de terras com ocupao
humana, o alagamento de reas de utilizao
agrcola e a salinizao dos cursos de
gua em sua foz.
Contexto no mundo do trabalho: A perda de terras
frteis nas ilhas de Tuvalu  um dos exemplos das conseqncias
que a elevao das guas ocenicas provocaria
na sociedade. O problema se agrava uma vez que boa
parte da populao do planeta se localiza em terras
baixas, na poro litornea de seus pases.
Dica do professor: O site ComCiencia
(www.comciencia.br/reportagens/clima/clima11.htm) publica
o texto de Isaac Epstein sobre o aquecimento global
com uma profcua bibliografia sobre o tema. O site do Estado
On Line (http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/
2006/jul/26/305.htm) tambm possui interessante matria
sobre o aquecimento global, inclusive com um infogrfico.
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rea: Lngua estrangeira  Ingls Nvel II
1. Pergunte aos alunos como est o clima no
momento da aula.
2. Coloque na lousa o que eles disserem (chuvoso,
ensolarado, nublado, calor, frio, etc.).
3. Faa desenhos com as palavras equivalentes:
(desenho de um sol)  It's sunny
(desenho de ventania)  It's windy
(desenho de chuva)  It's rainy
(desenho de nuvens)  It's cloudy
(desenho de neve)  It's snowy
(temperatura alta  32)  It's hot
(temperatura baixa 10)  It's cold
(temperatura mdia quente  25)  It's warm
(temperatura mdia fria  19)  It's cool
4. Coloque na lousa a seguinte pergunta: What's the
weather like today? (Como est o clima hoje?) e
pea aos alunos que respondam em ingls.
5. Pea a eles que copiem o vocabulrio apresentado
e d-lhes tempo para que memorizem as
frases e os desenhos (diga-lhes que copiem os
desenhos e que no faam tradues).
6. D uns 10 minutos para eles copiarem.
7. Apague a lousa, desenhe um grid de jogo da
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 60 minutos
Atividade P Jogo da Velha (clima)
Resultado esperado: Ampliao de forma ldica,
do vocabulrio referente ao clima.
3
Te x t o
Objetivos
 Reconhecer o vocabulrio ingls sobre clima.
 Desenvolver a habilidade de elaborar uma pergunta
e uma resposta sobre condies climticas
em ingls.
Introduo
O texto apresenta um dado alarmante: o aumento
dos nveis do mar nos oceanos alm de outros
problemas climticos causados pelo aquecimento
global. Voc j discutiu esse assunto com os alunos?
Este  um assunto de extrema relevncia no
sculo XXI, pois sua soluo depende da mudana
da ao do homem na natureza. Voc j pensou
em trabalhar esse tema com a lngua estrangeira?
Contexto no mundo do trabalho: O domnio de outra
lngua  importante para o desenvolvimento da lngua
materna. O mundo do trabalho nas sociedades contemporneas
exige um perfil de trabalhador que domine muito
bem sua lngua materna.
20  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
velha e coloque um desenho em cada quadrado
(para os ltimos, coloque as temperaturas).
8. Forme, ento, 2 times com a classe.
9. Eles devem escolher entre um crculo (o) ou
um xis (x) para representar seus times.
10. Explique a eles que jogaro um jogo da
velha. Devem decidir em par ou mpar quem
comear o jogo.
11. O time deve reunir-se, escolher um quadrado
e dizer em ingls qual a frase que corresponde
quele desenho (cada time deve ter
um nico porta-voz).
12. Se a frase estiver correta, marque o smbolo
daquele time sobre o desenho.
13. O outro time deve escolher tambm um quadrado
e dizer a frase correspondente a ele.
Se errarem, passam a vez para o outro time.
14. Quem formar trs smbolos em seqncia,
ganha.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  21
rea: Matemtica Nvel I e II
1. Determine a mdia aritmtica da estimativa de
crescimento dos ltimos 100 anos, que o texto
afirma, e tambm para o prximo sculo.
2. Encontre a razo entre a mdia dos ltimos
100 anos e a mdia do prximo sculo.
3. Interprete o resultado da questo "2" e sua
conseqncia para a humanidade.
4. Estime em quanto tempo a ilha de Tuvalu ser
engolida pelas guas, caso continue essa
proporo na projeo de crescimento do
nvel do mar.
Descrio da atividade Material indicado:
P Calculadora
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P A mudana do nvel do mar e a vida na Terra
Resultados esperados:
a) Discusso sobre a realizao de atividades para
aes que sejam objetivas e passveis de serem
realizadas no dia-a-dia para amenizar ou transformar
a vida do planeta Terra.
b) Determinao da mdia aritmtica, de estimativas
e de razes.
c) Interpretao de solues das atividades realizadas.
d) Expresso, por meio da escrita, dos resultados
encontrados nas atividades desenvolvidas.
3
Te x t o
Objetivos
 Discutir com os estudantes sobre o grave problema
da elevao do nvel do mar e da ameaa sobre a
vida do planeta Terra.
 Realizar clculos matemticos sobre o tema em
questo, a fim de que possam ler significativamente
o texto apresentado.
Introduo
O aquecimento global e a elevao do nvel do
mar so conseqncias do efeito estufa, que  um
fenmeno originado pela grande quantidade de
gases eliminados nos processos qumicos de
indstrias de transformaes e da combusto nos
motores dos carros. Cientistas e especialistas
apontam vrios fatores capazes de provocar
mudanas climticas e afirmam que tais mudanas
podem tornar difcil a situao dos habitantes
do planeta Terra. Sua cidade possui indstrias que
produzem resduos atmosfricos? Qual  a importncia
do protocolo de Kyoto? Quais as medidas
que podem ser adotadas para amenizar o problema
referido no texto? Voc sabe que o rio  um
continuum, que no se repete?
Contexto no mundo do trabalho: A gerao de empregos
poder ser afetada caso no sejam respeitadas as
caractersticas prprias de cada meio ambiente. A
poluio atmosfrica contribui para gerar o aquecimento
global. A elevao do nvel do mar provoca
inundaes nas regies litorneas e prejuzos para a
populao.
Dica do professor: Filme "Uma verdade inconveniente"
(An Inconvenient Truth), de Davis Guggenheim, EUA, 2006,
96 mim. Documentrio que mostra como o aquecimento
global ameaa o futuro do planeta.
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rea: Portugus Nvel I e II
1. Atividades de pr-leitura: Antes de ler o texto,
mostrar as fotos de ilhas paradisacas, panfletos
de viagem com fotos da ilha Tuvalu, fotos
de praias etc.
2. Solicite comentrios e pea que os alunos
falem a respeito do que sabem sobre Oceania,
Austrlia e Nova Zelndia.
3. Provoque os sonhos e desejos de viagens,
solicite que os alunos contem fatos sobre viagens
inesquecveis ou que gostariam de fazer.
4. Desperte a imaginao criativa. Mostre que o
texto verbal no  o nico a permitir leitura.
5. Pea exemplos de outros cdigos no lingsticos
(msica instrumental, figuras, ilustraes,
quadros artsticos, gestos, etc.).
6. Ressalte que o ato de ler pressupe o permanente
exerccio das dimenses sensoriais, psicolgicas,
cinestsicas e que essas dimenses
forjam o homem no ambiente que o cerca.
7. Analise algumas fotos ou quadros quanto 
luminosidade (clara, sombria, artificial, natural)
e quanto aos sons que sugerem (barulho
do vento, vozes, outros sons).
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Selecione, na Internet, em
jornais ou panfletos de
agncias de viagens, belas
fotos de ilhas, praias, lugares
exticos, principalmente
da Austrlia e Nova Zelndia.
Recolha informaes
sobre populao, localizao
e cultura dos povos
desses lugares.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Leitura de textos no verbais; produo de texto opinativo
Resultados esperados: Desenvoltura na leitura
de textos no verbais Produo de textos de
opinio.
3
Te x t o
Objetivos
 Incentivar a leitura do texto no verbal.
 Refletir sobre os fenmenos naturais e criar
histrias sobre eles.
Introduo
Quais so os sonhos de liberdade de nossos
alunos? Quais so seus anseios para o futuro?
Que propostas tm para conquistar/manter o
que entendem por felicidade? O texto nos apresenta
um quadro nada animador para o futuro. O
que podemos fazer para reverter os danos que o
homem vem causando na natureza?
Contexto no mundo do trabalho: A leitura  uma ferramenta
importante a ser apropriada por todo cidado.
Na era da informao,  necessrio que a Escola
forme leitores crticos do mundo, interpretando fatos,
idias, acontecimentos, situaes problemticas do
cotidiano.
Dica do professor: Colher fotos no site:
http://www.Ilhas-pacfico.com
22  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
8. Atividades de leitura: Leia o texto com os alunos
e discuta a beleza, os perigos e as destruies
da natureza.
9. Reforce que a beleza vista nas fotos anteriores
pode ser destruda por fenmenos, normalmente,
provocados pelo homem.
10. Atividades de produo de textos: Pea aos
alunos que imaginem ser uma criana de 14
anos, moradora da ilha de Tuvalu.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  23
rea: Artes Nvel I e II
1. Faa um levantamento na classe sobre as
plantas medicamentosas que os alunos
conhecem.
2. Investigue quem as introduziu na vida do
aluno e em que situao.
3. Proponha aos alunos entrevistar familiares e
vizinhos sobre o uso de ervas no tratamento
de doenas. Se j fazem uso da medicina silvestre
(em caso negativo, investigar a razo),
quais as ervas utilizadas, onde as adquirem,
para que tipos de doenas as utilizam e quem
os ensinou a usar?
4. A partir dos dados coletados, os alunos devero
pesquisar as plantas mencionadas pelos
entrevistados e verificar se as propriedades
que possuem coincidem com o uso que est
sendo feito.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 1 e 2: 1 hora; etapa 5: 1 hora e meia.
Atividade P Vov  quem sabia
Resultado esperado: Discussnao sobrer as
vantagens e desvantagens do uso da medicina silvestre,
problematizando a questo da super-valorizao
dos remdios industrializados em detrimento
dos naturais.
4
Te x t o
Objetivo
 Pesquisar o uso da medicina silvestre na cultura
familiar.
Introduo
Desde os primrdios, foi na natureza que o
homem encontrou a cura para os seus males.
Entre acertos e erros, alimentos, remdios e venenos
foram sendo descobertos. O documento
mdico mais antigo remonta ao ano de 3.700 a.C,
e foi escrito por um imperador chins, que dizia
haver, para cada mal, uma planta que serviria de
remdio natural. Hipcrates, o pai da medicina,
observava que o papel do mdico era o de tratar
a doena e no o doente e, assim como, os
homeopatas modernos, dizia que o princpio da
cura estaria relacionado diretamente s plantas
medicinais. Os chs, as infuses e os ungentos
caseiros carregam milnios de sabedoria acumulada
nas diferentes culturas, por curandeiros,
alquimistas, bruxas, boticrios e farmacuticos,
sobre as plantas e seus princpios ativos. Por que
seriam esses remdios naturais menos efetivos do
que os medicamentos sintetizados quimicamente
pela indstria farmacutica? Por que a indstria
farmacutica encontra-se to interessada em
patentear plantas, atualmente?
Dica do professor: Site 
http://users.matrix.com.br/mariabene/breve_historia_das_
ervas.htm
5. Incentive os alunos a produzirem um painel
com os resultados da pesquisa, discutindo a
eficcia ou no desses medicamentos.
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rea: Lngua estrangeira  Espanhol Nvel II
1. Aps a leitura silenciosa do texto, proponha
aos alunos uma atividade de compreenso:
Contesta segn el texto:
a) Qu le sucedi a la esposa de uno de los
Virreyes del Per en el siglo XVII y cmo la
trataron?
b) Cules son los sntomas de la malaria?
c) Por qu la supervivencia diaria de los pueblos
autctonos depende de la naturaleza?
d) Qu medicina silvestre ha sido adaptada
por los cientficos occidentales para el tratamiento
de la esclerosis mltiple y la enfermedad
de Parkinson?
e) Qu porcentaje de las drogas farmacuticas
usadas en occidente hoy da provienen de las
plantas medicinales?
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P La riqueza de la biodiversidade y el futuro de las medicinas silvestres
Resultados esperados: Compreenso do texto
em lngua espanhola. Estabelecimento de relaes
entre as plantas medicinais e suas funes em
diferentes grupos sociais.
4
Te x t o
Objetivos
 Estabelecer relaes entre os povos indgenas e a
preservao das plantas medicinais.
 Compreender a lngua estrangeira como instrumento
de acesso ao conhecimento.
Introduo
A tradio do uso das plantas medicinais brasileiras
ultrapassa o territrio amaznico. No Brasil,
h um acmulo de saberes originados de formas
e culturas distintas vinculados s prticas da
populao, nas relaes entre as pessoas e nas
diferentes maneiras de viver dos grupos sociais.
Cada regio tem seu inventrio de plantas e a
indicao delas para diferentes enfermidades a
serem tratadas. E, como aparece no texto, a
quina  a planta medicinal das mais respeitadas.
Voc j ouviu falar dela? Atualmente, muito se
tem feito para preservar as florestas e sua biodiversidade.
O respeito aos povos que vivem da
proteo, do plantio e da colheita dessas plantas
tambm est sendo repensado. Em sua regio,
certamente h um inventrio dessa biodiversidade;
j pensou em utiliz-lo em atividade escolar?
Por que no inventariar os trabalhos que essa atividade
pode produzir?
Contexto no mundo do trabalho: Discutir e analisar
os trabalhos e usos das plantas medicinais de diferentes
populaes e culturas.
Dica do professor: Site 
www.comciencia.com.br
24  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
f) Cul es la contribucin de la biodiversidad
de las plantas a la medicina moderna?
2. Discuta com a classe as respostas das questes.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  25
rea: Lngua estrangeira  Ingls Nvel II
1. Depois de ler o texto, fale com os alunos sobre
medicamentos e doenas do dia-a-dia (por
exemplo: dor de cabea, dor de ouvido, dor nas
costas, dor de estmago, gripe, diarria, etc.).
2. A partir dessas doenas, escreva na lousa, em
ingls, os rgos e partes do corpo humano afetados
por elas: Cabea  head  Olho  eye 
Ouvido  ear  Boca  mouth  Nariz  nose 
Peito  chest  Estmago  stomach  Costas 
back  Braos  arms  Pernas  legs  P  foot
(plural-feet)  Mo  hand  Dedo  finger 
Joelho  knee.
3. Proponha a seguinte brincadeira: pea aos alunos
que formem um crculo; e voc se posiciona
no centro dele. Explique que, aps pronunciar
uma das palavras escritas na lousa, os alunos
devem repeti-la e depois tocar em seus corpos a
parte correspondente  palavra.
4. Incentive-os a repetir a pronncia da palavra. A
brincadeira acaba quando todos acertarem a relao
entre a palavra ditada e a parte do corpo.
5. Escreva na lousa: Cough  tosse  Sneeze 
espirro  Headache  dor de cabea 
Stomachache  dor de estmago  Fever  febre
 Diarrhea  diarria  Backache  dor nas costas
 Earache  dor de ouvido  Burn  queimadura
 Fracture  fratura  Flu  gripe  Cut 
corte.
6. Pea aos alunos que copiem o vocabulrio e,
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Cartes ou papis com o
nome dos sintomas e
doenas em ingls, lousa
e giz, caderno do aluno.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Picture Dictionary/Mimics
4
Te x t o
Objetivo
 Apresentar aos alunos, em ingls, os nomes de
algumas partes do corpo e sintomas de algumas
doenas.
Introduo
A riqueza da biodiversidade brasileira atrai pesquisadores
de todas as partes do mundo. Com
isso, um grave problema tambm assola esse tesouro
brasileiro, a biopirataria. Neste contexto,
desperte a curiosidade dos alunos para vocabulrio
correlato em ingls.
depois de copiado, d a eles um tempo para
memorizarem (5 a 10 minutos so suficientes).
7. Pea-lhes que fechem o caderno.
8. Explique e mostre a eles um saquinho com as
palavras escritas na lousa.
9. Em seguida, pea para que os alunos formem 2
grupos. Eles competiro fazendo mmicas das
doenas aprendidas. Cada grupo far 6 mmicas.
Exemplo: O grupo 1 escolhe uma pessoa
para fazer a mmica. A pessoa pega um papel,
que est no saquinho, com o nome da doena
em ingls, e deve fazer a imitao. O aluno ter
40 segundos para fazer a mmica para seu
grupo descobrir. Se o grupo adivinhar, marca
ponto. Se no, ningum marca. A vez  ento
passada para o grupo 2, que faz a mesma coisa.
Quem adivinhar mais, ganha a competio.
Ningum pode consultar as anotaes. O mmico
no pode perguntar a ningum o que sua
palavra significa e nem pode falar durante a
mmica. Diferentes alunos devem fazer as mmicas;
no  permitido repetir (a no ser que a
turma tenha menos de 12 pessoas) para que
toda a turma possa brincar. Se a pessoa que
pegar o papel no lembrar o significado da palavra,
passa para o time adivinhar. Se tambm o
outro time no adivinhar, o professor dever
fazer a mmica para que todos os alunos. Aquele
que conseguir leva o ponto para o grupo.
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26  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Histria Nvel I e II
1. Situe no mapa-mndi: Hemisfrio Norte, Hemisfrio
Sul, ndia, Gr-bretanha, Brasil e os
continentes.
2. Proponha um desafio aos alunos com as seguintes
questes: quem foi Mahatma Gandhi? Onde
viveu? Quando? Qual movimento liderou?
Quais os principais resultados de sua luta? Qual
a relao, apontada no texto, entre Gandhi e a
preservao do meio ambiente? Quais seriam
esses hbitos, dos pases ricos, que no podemos
adotar se pensamos na preservao da vida do
planeta?
3. Pea aos alunos que se dividam em grupos de
at 4 pessoas. Cada grupo dever responder
por escrito s seguintes questes, tendo como
base o texto: Como podemos definir desenvolvimento
sustentvel?; Quais as principais
distines entre desenvolvimento sustentvel
e crescimento econmico?
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Mapa-mndi poltico,
dicionrio.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Desenvolvimento sustentvel: para quem e para onde?
Resultados esperados: Produo de um mural
coletivo. Debate sobre a relao entre desenvolvimento
sustentvel e qualidade de vida.
5
Te x t o
Objetivos
 Compreender o conceito de desenvolvimento sustentvel.
 Relacionar os conceitos de desenvolvimento
sustentvel e crescimento econmico  realidade
social do Brasil contemporneo.
Introduo
O ensino do processo histrico de uma sociedade
no pode ser realizado de forma linear e cronolgica,
pois  medida que o homem evolui as
sociedades tambm evoluem, em um processo
dinmico que envolve fatores econmicos, polticos
e sociais. Voc j identificou em livros essa
simplificao da histria de uma sociedade? J
refletiu que essa forma de ensino de histria traz
conseqncias negativas para o entendimento crtico
dos eventos histricos que vivemos? A fora
da ideologia do progresso entre os homens cristaliza
uma viso do progresso apenas como algo
positivo, inevitvel, bom, linear, o nico caminho
a ser seguido. O texto nos mostra a importncia
da noo de desenvolvimento sustentvel, que
no pode ser confundida com mero crescimento
econmico, a qualquer custo.
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre o
papel de cada trabalhador no desenvolvimento econmico
do pas, na conservao ambiental e no controle do uso
das riquezas naturais.
Dica do professor: Assistir, se possvel, para debater com
os alunos, ao documentrio: Ilha das Flores, direo de
Jorge Furtado, 1988.
4. Para a apresentao dos grupos, proponha a
elaborao de mural coletivo, no qual cada
grupo afixa suas respostas.
5. Incentive um debate sobre as respostas, tendo
como foco de discusso a possibilidade ou no
de o desenvolvimento sustentvel promover o
crescimento da economia, diminuir as desigualdades
sociais, a fome e a pobreza e preservar
o meio ambiente no Brasil.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  27
rea: Matemtica Nvel I e II
1. Oriente uma leitura silenciosa do texto.
2. Coloque na lousa o trecho a seguir: Caso as
sociedades do Hemisfrio Sul copiassem os
padres das sociedades do Norte, a quantidade
de combustveis fsseis consumida atualmente
aumentaria 10 vezes e a de recursos
minerais, 200 vezes.
3. Pea aos educandos que representem a informao
usando a linguagem matemtica (10x,
200y, sendo x e y, respectivamente, os combustveis
e os recursos minerais, por exemplo)
4. Destaque o prximo trecho do texto e novamente
coloque-o na lousa: Os crescimentos
econmico e populacional das ltimas dcadas
tm sido marcados por disparidades. Embora
os pases do Hemisfrio Norte possuam apenas
um quinto da populao do planeta, eles detm
quatro quintos dos rendimentos mundiais e
consomem 70% da energia, 75% dos metais e
85% da produo de madeira mundial.
Descrio da atividade
Material indicado:
P Mapa-mndi.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Ghandhi tinha razo?
Resultado esperado:Representao grfica
de uma situao numrica e comparao de reas
em um mapa.
5
Te x t o
Objetivos
 Fazer estimativas em termos de rea.
 Estabelecer comparao entre grandezas
numricas, usando esquemas grficos.
Introduo
Os homens tm capacidade de fazer comparaes,
geralmente de cabea, quando se trata de
comparar situaes do seu cotidiano. Na escola,
ajudar os alunos a representar seus pensamentos
de forma grfica contribui para ampliar o pensamento
abstrato. A capacidade de estabelecer
comparaes entre grandezas numricas  necessria
para compreender teses como a do texto,
de que  necessrio mudar o modelo de desenvolvimento
adotado pelos pases e reduzir os
nveis de consumo. Este  um problema para
alm da matemtica, pois envolve atitude poltica
e engajamento. Quantos de ns adotamos alguma
medida no sentido de participar da preservao
do ambiente? Quem j deixou de consumir
alguma coisa, pensando no futuro do planeta?
Contexto no mundo do trabalho: Discutir sobre a atividade
de trabalho que exercem, analisando quantas vezes
fazem comparaes abstratamente, durante o dia, para
desenvolver suas atividades profissionais. Essa  uma atividade
somente realizada pelo ser humano, devido a sua
capacidade de raciocnio e pensamento abstrato.
5. Proponha aos educandos que faam um esquema
representando o que compreenderam das
relaes apontadas no texto. O importante 
que percebam a disparidade econmica.
6. Por fim, para compreender a tese de Gandhi,
apresente um mapa mundial aos educandos
para que comparem o tamanho da ndia com
o da Gr-Bretanha, copiando o desenho da
Gr-Bretanha e colocando-o sobre a ndia para
ver quantas vezes a Gr-Bretanha caberia
dentro da ndia. Proponha que por estimativas,
respondam a pergunta que ele faz: Quantos
planetas seriam necessrios para que a ndia
alcanasse o patamar da Gr Bretanha?.
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28  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Educao Fsica Nvel I
1. Em grupos de dois, realize o jogo abaixo e
pea aos alunos que observem o quanto se
pode utilizar os nossos sentidos:
a) Coloque uma venda nos olhos do parceiro.
b) O aluno pegar cada um dos objetos, separadamente,
os quais devero ser entregues
ao aluno vendado.
c) O aluno descreve cada um dos objetos,
prestando ateno  sua forma, textura,
temperatura, etc.
d) O aluno dever identific-los e visualizar
mentalmente o tamanho de cada objeto.
e) Aps a identificao dos objetos, retire a
venda dos olhos e compare as respostas
com os objetos.
f) Repita o mesmo procedimento, trocando de
funo com o colega.
2. Pea aos alunos para desenvolverem um texto
que fale da importncia do desenvolvimento
Descrio da atividade dos 5 sentidos humanos nas diferentes profisses
que conhecem, destacando aquele que 
mais exigido em cada uma delas.
Materiais indicados:
P Venda para os olhos;
objetos diversos (cortia,
isopor, metal, borracha,
vidro, papel, pedra, tecido,
etc.).
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Os sentidos e a conscincia
Resultados esperados: Reconhecimento da
importncia da melhoria de cada um dos sentidos
humanos no desenvolvimento do trabalho.
Produo de texto.
5
Te x t o
Objetivo
 Conhecer a importncia dos exerccios que
promovem ateno, concentrao percepo
auditiva, tato e desenvolvimento de habilidades
sensitivas teis no desempenho profissional.
Introduo
Da mesma forma com que nos fala o texto, podemos
pensar no homem e no desenvolvimento de
outras habilidades que melhoram a condio de
sua vida. O texto fala do homem degradando a
natureza de modo at mesmo irreversvel, como
se estivesse cego. Por outro lado, fala do crescimento
da conscincia ecolgica por meio de legislao
ambiental, e da criao de outras habilidades
profissionais, como o reaproveitamento do
lixo reciclvel, etc.  um paradoxo porque, do
mesmo modo que fica cego, tambm passa a
enxergar mais alm. Essas novas profisses, novas
habilidades, novos conhecimentos necessitam
de qu? Novas ferramentas? Criatividade? Novos
costumes? Os rgos dos sentidos mais sensveis?
Os exerccios realizados com os olhos fechados
proporcionam maior amplitude dos rgos sensoriais,
tais como: audio, tato, olfato, etc.
Dica do professor: A atividade proporciona a reflexo
sobre a melhoria da qualidade de vida por meio da intencionalidade
dos movimentos que, por sua vez, reflete na
melhoria das habilidades necessrias s atividades no trabalho,
no caso, os sentidos humanos.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  29
rea: Educao e Trabalho Nvel I e II
1. Converse com os alunos sobre o subtema. De
que forma o homem interfere no ambiente?
2. De qual tema trata esta fotografia? Onde ela
acontece? O que esta foto revela sobre o trabalho
e a interferncia do homem no meio
ambiente? Qual o principal problema enfrentado
por estes trabalhadores?
3. Leia o texto com os alunos.
4. Aps a leitura pergunte aos alunos se existem
formas de se relacionar com a natureza sem
comprometer a vida no planeta.
5. Pea aos alunos que se dividam em grupos de
at 4 pessoas. Solicite que redijam um texto e
faam colagens sobre a interferncia do homem
no meio ambiente.
6. Os grupos apresentam o material produzido
para a classe.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Revistas, jornais, Internet,
panfletos, cartolina, canetas
coloridas, cola.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Agresso e conscincia
Resultados esperados: Redao de um texto
e realizao de uma colagem sobre o tema.
6
Te x t o
Objetivo
 Refletir sobre a relao entre o trabalho do homem
e o meio ambiente.
Introduo
Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da
terra. No foi o homem quem teceu a trama da
vida: ele  meramente um fio da mesma. Tudo o
que ele fizer  trama, a si prprio far. O homem,
como todo ser vivo, interfere no meio ambiente. 
ilusrio pensarmos numa natureza perptua, intocada
ou definitivamente estabilizada. Por meio do
trabalho, o homem relaciona-se com o meio
ambiente. No entanto, essa relao pode se dar de
maneira positiva ou negativa. Os problemas
ambientais esto diretamente relacionados 
interferncia negativa do homem na sua relao
com a natureza. Os aspectos biolgicos e ecolgicos
so, geralmente, os mais focalizados quando
nos colocamos esta questo. No entanto, o mais
importante  analisar como a nossa sociedade est
organizada. Quais so os interesses econmicos
que prevalecem quando a relao do homem com
a natureza gera problemas ambientais que, em
ltima instncia, so nocivos ao prprio homem?
Contexto no mundo do trabalho:  importante o trabalhador
refletir sobre o seu trabalho relacionando-o  conservao
da vida do planeta. Associado a isso, so fundamentais
as discusses em grupo sobre o assunto de que
trata o texto, no apenas para criar formas de preservao
da natureza, mas para conhecer, analisar e reivindicar
melhores condies de trabalho.
Dicas do professor: Sites 
www.fae.ufmg.br/trabalhoesaberes/
www.mma.gov.br/conama
Discurso do Chefe Seattle:
www.otimisticos.com.br/docs/xamanismo_br.doc
www.terra.com.br/istoe/ensaios/serra.htm
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30  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Geografia Nvel II
1. Faa a leitura do texto em sala com os alunos.
2. Realize uma leitura da primeira imagem
(garimpo em Serra Pelada).
3. Incentive os alunos a fazerem uma descrio
da imagem.
4. Sugira que anotem no caderno quais as caractersticas
mais evidentes que foram observadas;
5. Destaque o grau de destruio das condies
ambientais naturais.
6. Questione os alunos sobre os motivos que levam
a sociedade a produzir tal situao.
7. Associe a agresso ambiental ao lucro, conforme
aponta o texto, e  de funcionamento
do sistema capitalista.
8. Promova um debate entre os alunos, problematizando
o assunto: a agresso ao meioambiente
no se d pela ganncia (por causa
de um simples sentimento humano), pois se
assim fosse a destruio dela j ocorreria den-
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Sociedade e paisagem
Resultados esperados: Obteno informaes
bsicas sobre a extrao mineral de Serra
Pelada. Entendimento dosignificado da paisagem
como categoria de anlise da Geografia. Compreenso
das relaes sociais que se estabelecem
na sociedade e que so as geradoras da paisagem.
6
Te x t o
Objetivos
 Possibilitar ao aluno a reflexo sobre a ao coletiva
do homem na modificao da natureza e as
motivaes para tal.
 Entender que a paisagem  o ponto de partida
da compreenso desses fenmenos e, que o
estudo das relaes sociais, a partir dela, possibilitam
a sua compreenso.
Introduo
As atividades de extrao mineral provocam, em
geral, fortes alteraes nas condies ambientais,
seja pela carga de material removida, seja pela
lavagem dos produtos na prpria lavra, ou ento
pelas modificaes das condies naturais na
adequao do espao fsico  extrao.
Contexto no mundo do trabalho: A mina de Serra
Pelada, na regio Norte do pas, foi um exemplo marcante
de ocupao descontrolada e forte agresso ambiental.
A atrao de trabalhadores desempregados ou em precrias
condies de vida, em grande parte do pas, para a
lavra de minrios, foi acompanhada de um grande nmero
de pessoas que agiam no suporte ao formigueiro humano
que se formava. Servios de todo o tipo eram prestados,
alm da infra-estrutura prpria da extrao mineral.
Voc j refletiu sobre esse tipo de trabalho?
Dica do professor:
Sites  (http://www.terra.com.br/istoe/ensaios/serra.htm).
http://jornalnacional.globo.com/Jornalismo/JN/0,,AA95211
0-3579-294074-24262,00.html)
Livro  Pensando o espao do homem de Milton Santos
(Edusp).
tre os nossos ancestrais e mesmo em outras
sociedades; a sociedade capitalista e o lucro
transformam a natureza em mercadoria, e,
portanto, em objeto de compra e venda.
9. Rena, na lousa, as questes que emergiram
dos debates e solicite aos alunos que as
copiem no caderno.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  31
rea: Matemtica Nvel II
1. Pergunte aos educandos se conhecem reas
da cidade ou do municpio que esto sendo
modificadas para algum fim. Enumere na lousa
os malefcios e provveis benefcios.
2. Obtenha duas fotos de uma mesma rea da
cidade/municpio: uma antiga e uma atual
que mostre modificaes na paisagem. Obtenha
tambm um mapa da cidade, no qual se
possa localizar a rea identificada na foto.
3. Proponha aos educandos que, observando as
duas fotos, organizem um quadro comparativo,
registrando numa primeira coluna algumas
caractersticas da foto mais antiga e suas
respectivas alteraes verificadas na foto mais
recente, na segunda coluna.
4. A partir do quadro, solicite aos alunos que escrevam,
numa terceira coluna provveis razes
para a alterao ambiental.
5. Aps esse esquema, pea aos alunos que calculem,
de modo estimativo, as reas modificadas
do seguinte modo:
a) Esboar sobre um papel quadriculado a rea
do mapa que sofreu alterao.  importan-
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Mapa do municpio, fotos
atual e antiga de uma
rea da cidade.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Mapeando a destruio da natureza
Resultado esperado: Desenhe de um mapa
com reas modificadas pela ao humana na
cidade.
6
Te x t o
Objetivo
 Identificar e estimar em um mapa as reas que
esto sendo destrudas na cidade.
Introduo
Muitas reas so destrudas em nome da urbanizao
e do crescimento. Em cada cidade, por
menor que ela seja, pode-se observar esse fato.
Ser que todos ns temos conscincia dessa
situao? Vale a pena destruir reas naturais em
nome do crescimento e da urbanizao? Quais as
conseqncias do desenvolvimento para o prprio
homem?
Contexto no mundo do trabalho: Importante a discusso
sobre a urbanizao no planejada, pois, na
mesma proporo que pode gerar empregos, pode tambm
piorar a qualidade de vida do trabalhador.
Dicas do professor: Organize uma pesquisa para buscar
informaes sobre as razes das modificaes das reas: o
que ser implantado na rea, populao atingida, se a obra
tem licena ambiental, etc.
Organize com os alunos uma leitura do estatuto da cidade,
lei que pode ser encontrada no site:
www.estatutodacidade.com.br
te manter a mesma escala do mapa no
esboo no papel quadriculado.
6. Oriente uma leitura do texto, buscando nele
elementos que expliquem as modificaes no
ambiente na sua cidade.
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32  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Portugus Nvel II
1. Atividades de leitura. Depois da leitura do
texto, releia o pargrafo: Os interesses econmicos
imediatos.
2. Pergunte aos alunos os vrios sentidos possveis
para o termo "agredir".
3. Solicite que expliquem o sentido da frase no
contexto e que encontrem um termo que possa
substituir, adequadamente, "conivente".
4. Perguntar se, no texto lido, a palavra "degradao"
pode ser sinnimo de "agresso" e se
"conivncia" pode significar "economia para as
empresas".
5. Explique que h significados dicionarizados e
afetivos para provocar sentidos.
6. Atividades de expresso oral:
a) Programa de entrevistas: Conte a seguinte
histria: Um empresrio pretende construir
um condomnio numa zona proibida e
causar desmatamento. O reprter, representando
a populao,  contrrio  idia.
Numa entrevista, na TV, ao vivo, lana perguntas
que obrigam o empresrio a justificar
a necessidade do condomnio na regio.
O entrevistador faz perguntas educa-
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Argumentao: elementos conceituais e afetivos do sentido: o debate na TV
Resultado esperado: Mapa com reas modificadas
pela ao humana na cidade.
6
Te x t o
Objetivo:
 Ampliar a capacidade de argumentao.
Introduo
Falar implica a combinao de elementos conceituais
e afetivos que tm reflexo na construo dos
sentidos, pois nos obriga a levar em conta as posies
polticas, religiosas e ideolgicas de quem participa
do processo de comunicao. Voc acha
importante nas relaes sociais ouvirmos e refletirmos
sobre o que os outros nos dizem? As palavras
podem revelar diferentes atitudes e avaliaes a
respeito da realidade. Costumamos falar com argumentao,
de modo a expressar claramente o
nosso pensamento, as nossas reivindicaes?
Contexto no mundo do trabalho: Importncia de
saber falar claramente e de modo argumentativo sobre as
situaes de trabalho.
Dicas do professor: Organize uma pesquisa para buscar
informaes sobre as razes das modificaes das reas:
empresa, o que ser implantado na rea, populao atingida,
se a obra tem licena ambiental, etc.
Organize com os alunos uma leitura do estatuto da cidade,
lei que pode ser encontrada no site
www.estatutodacidade.com.br
das e o entrevistado responde da mesma
forma, pois, num debate, o importante 
aprofundar as questes com critrio, justia,
cuidado, respeito, enfim, com tica.
b) Divida a sala em dois grupos: o primeiro 
reprter  dever elaborar as questes que
sero feitas; o segundo  o empresrio 
levanta argumentos para dar respostas a
possveis perguntas. Pea, ento, aos alunos
para encenarem a entrevista como se
estivessem num programa de TV.
c) Os demais alunos manifestam, por escrito,
sua opinio sobre o "programa" e publicam
suas crticas no jornal-mural da sala.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  33
rea: Artes Nvel I e II
1. Pea aos alunos para se dividirem em dois
grupos de at 4 pessoas.
2. A classe dever escolher 5 itens importantes
na vida cotidiana, de categorias e funes diferentes.
Por exemplo: eletrodomstico, ferramenta,
pea de vesturio, mobilirio, utenslio
domstico etc.
3. Os grupos montaro painis com os itens selecionados.
4. Um grupo dever defender a importncia da
arte na vida cotidiana, valorizando os aspectos
estticos e artsticos presentes na construo
e/ou confeco dos itens.
5. Ao outro grupo caber a tarefa de defender a
importncia da funcionalidade do item na vida
cotidiana. Para isso dever retirar de cada um dos
itens tudo o que for relativo  esttica e  arte.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Revistas velhas, papel
Kraft, canetas coloridas,
lpis de cor, fita crepe e
tesoura.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P A arte do cotidiano
Resultado esperado: Percepo da presena
da esttica e da arte na vida cotidiana.
7
Te x t o
Objetivo
 Discutir a esttica e a funo da arte no cotidiano.
Introduo
A presena da ligao com o divino na cultura
indgena  indissocivel de sua prpria vida. O
texto apresenta uma interpretao dos males
provocados pelos brancos numa perspectiva que
nos coloca de novo em relao com o lugar a que
pertencemos: a natureza. Na cultura indgena,
tudo o que o homem faz, pensa e  resulta da
relao primeira entre o homem e o mundo, relao
esta permeada pela arte. Em cada objeto,
ritual ou gesto, a arte surge como fora expressiva
de conexo com o mundo mtico e espiritual.
A beleza  vista como uma qualidade divina.
Orlando Villas Boas conta que uma vez viu uma
ndia e seu filhinho envolvidos em uma tarefa
que o deixou bastante intrigado. A ndia fazia
cuias, as pintava paciente e detalhadamente.
Depois de prontas, entregava ao filhinho que as
quebrava. Orlando perguntou porque dedicava
tanto tempo  pintura se seriam quebradas, ao
que ela respondeu: sem a pintura, no seriam
cuias, ele queria quebrar cuias. Como voc interpreta
essa resposta da ndia, tendo por base
nossa cultura?
Contexto no mundo do trabalho:  medida que os
homens convivem com diferentes culturas, no trabalho e
na comunidade, tendo como base o respeito s interpretaes
e s manifestaes culturais do outro, desenvolvese
e compreende-se melhor a prpria cultura.
Dica do professor: www.socioambiental.org
6. Os painis sero montados, tendo por critrio a
proximidade dos itens da mesma categoria, um
pr arte e um pr funcionalidade, lado a lado.
7. A classe convidar colegas da escola para verem
os painis. Aos visitantes ser perguntado qual
o item de sua preferncia e por qu? As respostas
sero anotadas ou gravadas pelos grupos.
8. Os grupos discutiro as respostas observando
como a aparncia dos itens atuou sobre as escolhas
feitas.
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34  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Educao e Trabalho Nvel II
1. Faa a leitura coletiva do texto com os alunos.
2.  medida que for avanando na leitura, solicite
o entendimento da turma e esclarea suas
dvidas.
3. Aponte questes para um debate: a constante
invaso do territrio Ianommi, pelo branco,
em busca de ouro e outros metais. As graves
conseqncias das invases para o povo indgena
e o meio ambiente. A relao dos Ianommi
com suas tradies.
4. Proponha aos alunos que redijam, coletivamente,
uma carta de repdio s invases das
terras indgenas e  falta de uma poltica
governamental efetivamente comprometida
com os seus interesses, e que a enviem s
autoridades competentes e aos polticos que
votaram na ltima eleio, cobrando deles
medidas urgentes.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Uma lio da Nao Ianommi
Resultado esperado: Redao da carta de repdio
s invases das terras indgenas e  falta de
uma poltica governamental efetivamente comprometida
com os seus interesses.
7
Te x t o
Objetivo
 Conhecer, refletir e posicionar-se frente  agresso
aos povos indgenas.
Introduo
Nem sempre tivemos conscincia do fato de que
a grande maioria dos povos indgenas que habitaram
nosso pas foi dizimada. Alcanamos avanos
significativos nessa questo. As populaes
indgenas conquistaram alguns dos direitos como
cidados brasileiros. Mas, no temos, ainda,
um longo caminho a percorrer? Basta olharmos
mais de perto a situao dos povos Ianommi
que, ainda hoje, lutam para que os seus direitos
sejam efetivamente reconhecidos. Eles enfrentam
ncleos de garimpagem que continuam encravados
em suas terras, espalhando violncia e produzindo
graves problemas sanitrios e sociais.
Por que isso, ainda, acontece? Lutam pelo seu territrio
coberto por requerimentos e ttulos minerrios,
registrados no Departamento Nacional de
Produo Mineral por empresas de minerao
pblicas e privadas, nacionais e multinacionais.
A luta, para eles, continua.
Contexto no mundo do trabalho: Importncia do
desenvolvimento de posturas crticas no aluno, frente aos
problemas sociais impostos pelo regime capitalista, que
visa o lucro, transforma em mercadoria os indivduos, desumaniza
o trabalho e retira do ser humano o que  prprio
dele: o pensamento autnomo.
Dicas do professor: Sites  A questo indgena em Roraima:
www.bvroraima.com.br/qindigena8.htm - 41k
Garimpeiros invadem terra dos ianommi:
www2.correioweb.com.br
C C P Y  Comisso Pr-Yanomami.
www.proyanomami.org.br/v0904/index.asp?pag=noticia&i
d=4351 - 33k
www.funai.gov.br
Filme  A Casa e a Floresta: Os Yanomamis no Tempo da
Conquista  Faces do Mundo  TV Cultura
Fotos  www.mre.gov.br/.../polsoc/indio/api01-02.jpg
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  35
rea: Histria Nvel II
1. Pergunte aos alunos quais as diferenas culturais
entre a cultura ocidental e as culturas
indgenas.
2. Leia e discuta o texto coletivamente.
3. Pesquise e leve para a sala diversos materiais
(reportagens da Internet, revistas e jornais) sobre
os Ianommi. Oferea esse material aos
alunos e proponha que eles faam uma pesquisa
sobre cultura ianommi: a localidade das
aldeias, modos de vida, alimentao, crena...
4. Enquanto os alunos fazem a pesquisa com o material
que voc levou, organize na lousa informaes
sobre o texto: poca, acontecimentos,
pessoas envolvidas, os interesses dos garimpeiros,
as conseqncias de suas aes, como os
ianommi passaram a explicar os acontecimentos,
o mito ianommi que contribui para explic-
los, como o mito explica o fato de os indgenas
acreditarem que o mundo est acabando, o
que garante para os ianommi que o mundo
funcione, o que seria necessrio fazer para que
o povo ianommi volte a acreditar no funcionamento
do mundo.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Trabalho, minrio e mito
Resultados esperados: Reflexes a respeito
das diferenas culturais entre garimpeiros e ianommis.
Avaliao das conseqncias da extrao
de minrio na vida das populaes indgenas.
7
Te x t o
Objetivo
 Compreender as conseqncias da extrao de
minrios em terras Ianommi.
Introduo
No confronto entre culturas, na Amrica, as
populaes indgenas tm sido geralmente desrespeitadas
em seu territrio, em suas crenas e
na preservao de suas vidas. No texto, a histria
das aes dos garimpeiros repercute de
maneira dramtica na vida dos ianommis, tanto
por conta do grande nmero de mortos, da invaso
de seu territrio e de sua degradao, quanto
por interferir em seus valores mticos.
Contexto no mundo do trabalho: A histria das conseqncias
das atividades de garimpo nas terras
ianommis revela as relaes complexas entre o mundo
do trabalho, o valor predominante da riqueza material
na cultura ocidental, a fragilidade da vida humana, a
preservao de sociedades e o universo mtico que alimenta
as explicaes e o significado atribudo  vida
pelas culturas indgenas.
Dica do professor: No livro A outra margem do Ocidente,
organizado por Adauto Novaes, da editora Companhia da
Letras, h um texto escrito por David Kopenawa Yanomami,
que recebe o ttulo Descobrindo os brancos. Nele, o autor
conta como viveu a situao de ver seu mundo, suas terras,
sua casa invadida por estrangeiros brancos.
5. Com as informaes do texto e da pesquisa
feita pelos alunos, conversem sobre as diferenas
entre a cultura ocidental e a cultura
ianommi.
6. Posteriormente, pea aos estudantes que
escrevam um texto, ao seu modo, contando
sobre os mesmos acontecimentos. Diga-lhes
que no se esqueam das discusses e da
pesquisa que foram feitas, pois assim tero
muitas informaes para contar a histria.
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36  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Histria Nvel I e II
1. Divida a sala em pequenos grupos e pea aos
alunos que faam a leitura do texto.
2. Localize, no mapa do Brasil, a rea dos ianommis
e de outros grupos indgenas e mostre
para a sala, ou proponha essa localizao
como desafio aos grupos.
3. Pea que os alunos identifiquem no texto e
respondam s seguintes questes:
a) Para o grupo, quais as conseqncias do
garimpo?
b) Como os ianommis interpretam a fumaa?
c) Como representam os minerais retirados de
suas terras?
d) Como interpretam as doenas provocadas
pelo garimpo?
Os Ianommi pensam que a catstrofe ambiental
e sanitria  o fim do mundo. E os
garimpeiros, exploradores, tambm pensam
que  o fim do mundo? Por qu?
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Texto e mapa do Brasil.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Fim do mundo, para quem?
Resultado esperado: Produo de respostas
que expressem a compreenso da maneira de pensar
dos ianommis e as diferenas com o modo de
pensar dos no indgenas.
7
Te x t o
Objetivos
 Analisar como os ianommis interpretam os desequilbrios
ambientais.
 Identificar e comparar diferentes maneiras de pensar
a questo: dos no indgenas, exploradores do
garimpo, e dos ianommis.
Introduo
A temtica indgena faz parte da formao dos
educandos em todos os nveis de ensino. Por meio
dela podemos conhecer melhor e respeitar a
diversidade cultural do Brasil. As questes ambientais,
sanitrias e de segurana alimentar entre
os povos indgenas constituem srios problemas
que o estado e a sociedade brasileira precisam
enfrentar de diferentes maneiras. Nesse sentido,
este texto  um importante registro que merece
ser explorado na prtica pedaggica. Os alunos
percebero que se trata de uma outra cultura, de
outra maneira de pensar o mundo, nem melhor,
nem pior, apenas diferente da nossa!
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre
situaes de trabalho desumanizadoras e que agridem
a natureza, abreviando a vida no planeta.
Dicas do professor:
Explorar o conceito de diversidade cultural existente no
Brasil.
Consultar o site: www.funai.gov.br.
Consultar a Constituio Federal sobre os direitos dos indgenas.
4. Proponha para o grupo a discusso da seguinte
questo:
Fim do mundo? Para quem? Comparar as formas
de pensar dos ianommis e a dos exploradores
(no indgenas) sobre esta questo.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  37
rea: Portugus Nvel I e II
1. Atividades de leitura. Leia o texto com os alunos.
2. Ressalte as crenas dos indgenas e relacione
fatos para caracterizar diferenas culturais.
3. Selecione fragmentos da parte mtica e discuta:
vises da natureza e identidade cultural.
4. Pergunte o que entendem por "mito" (narrativa
de composio simples, com inteno explicativa,
para suprir a necessidade humana
de procurar e dar sentido aos fenmenos que
nos cercam. Faz parte da identidade de um
povo. Induz  aceitao de falsos deveres,
receios de coisas fantsticas, etc.).
5. Pergunte quais as supersties que conhecem,
pea "receitas" supersticiosas. Se possvel, leia
outros mitos para os alunos.
6. Atividades de expresso oral: Solicite a um
grupo de alunos a criao de dilogos que
possam traduzir, em forma de teatro, a viso
dos Ianommis sobre "A Fumaa das Desgraas".
Podem ou no ser fiis ao texto.
7. Discuta as diferenas entre oralidade e escri-
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Livros sobre mitos,
crenas e crendices.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Mitos, lendas e crendices  leitura e produo
Resultados esperados: Incentivo  manifestao
espontnea, por meio de experincias significativas
da comunicao pela fala. Conhecimento
dos mitos indgenas e teatralizao.
7
Te x t o
Objetivos
 Desenvolver recursos orais e a percepo da
alteridade, a fim de levar os alunos a respeitar
as diferenas entre as vrias culturas existentes.
 Conhecer mitos brasileiros.
 Desenvolver a expresso oral.
Introduo
Transformar um gnero textual em outro 
experincia enriquecedora para a formao do
educando.
Contexto no mundo do trabalho: Mitos, histrias e
crenas fazem parte , tambm, do mundo do trabalho.
Identific-los, claramente, no cotidiano  importante
para um posicionamento crtico frente s situaesproblema.
Dica do professor:
www.rosanevolpatto.trd.br/lendasnegros.htm
ta, necessrias para a apresentao: criao
de personagens, enredo, trama.
8. Solicite que o grupo apresente para a sala.
9. Os demais grupos, se houver possibilidade,
podem encarregar-se de organizar um "dia de
contar histrias" (recolher mitos, lendas j existentes
ou, se quiserem, inventar outras sobre
o saci-perer, a mula sem-cabea, lobisomem,
tatu-maramb, caboclo dgua, etc.
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38  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Histria Nvel II
1. Solicite aos alunos que leiam o texto e situem
a cidade de Kyoto no mapa-mundi ou no
Mapa do Japo.
2. Discuta os significados das siglas e oriente os
alunos a procurarem no dicionrio as palavras
desconhecidas.
3. Pea-lhes que escrevam com as prprias palavras
o principal objetivo do Protocolo.
4. Escolha uma das medidas propostas pelo documento
e sugira que um aluno a explique
para a sala, com a sua ajuda.
5. Discuta a posio dos EUA e a do Brasil sobre
o Protocolo de Kyoto.
6. Incentive os alunos a expressarem opinies
sobre as duas posies polticas, os interesses
e as conseqncias.
Descrio da atividade
Material indicado:
P Mapa-mndi poltico.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Protocolo de Kyoto
Resultado esperado: Produo um registro
(carta) expressando a posio poltica do grupo.
8
Te x t o
Objetivos
 Analisar os significados do Protocolo de Kyoto para
o meio ambiente no planeta.
 Discutir a posio de pases ricos industrializados,
como os EUA, e a de pases em desenvolvimento
como o Brasil.
Introduo
Voc certamente j ouviu falar do Protocolo de
Kyoto. Lembra da ECO 92, realizada no Rio de
Janeiro em 1992? Pois bem, nas reunies realizadas
no Brasil e no Japo foram tomadas importantes
medidas para o futuro do meio ambiente
no planeta. Entretanto, nem todos os pases,
especialmente os mais industrializados, aceitam
essas medidas. No jogo das relaes polticas
internacionais, aqueles que detm o capitaldetm
o poder poltico, no ? Voc concorda?
O texto sobre o "Protocolo de Kyoto" nos permite
discutir com os alunos a questo do meio
ambiente e do futuro do planeta como uma questo
poltica. Por isso  importante o nosso posicionamento
como cidados!
Contexto no mundo do trabalho Discusso e reflexo
sobre a influncia do protocolo de Kyoto no mundo do
trabalho e as mudanas necessrias para a adoo de
medidas para resolver as mudanas climticas no mundo.
Dica do professor: Visite o site do Ministrio do Meio
Ambiente.
7. Sugira  classe que escrevam uma carta coletiva
ao Ministro(a) do Meio Ambiente, expressando
a opinio do grupo. Estimule o grupo a
exercer os direitos de cidadania.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  39
rea: Lngua estrangeira  Ingls Nvel II
1. Prepare cartes, um carto para cada uma das
seguintes palavras e outro para cada um de
suas definies:
Global Warming  nome dado ao processo de
aquecimento da terra.
Pollution  tudo aquilo que contamina o ar, a
gua e o solo, deteriorando sua qualidade
natural.
Gas Emission  eliminao de poluentes no ar.
Carbon Dioxide  aquilo que  eliminado pelo
escapamento dos automveis.
Energy  o que  necessrio para manter as
luzes acesas, para colocarmos carros em
movimento, etc.
Greenhouse Effect  efeito causado pela
camada de poluio que impede o calor de se
dissipar.
Environment  o mesmo que meio ambiente.
Kyoto Protocol  projeto que visa diminuir os
nveis mundiais de poluio.
Reforestation  processo de replantio de rvores.
United Nations  instituio formada por
representantes de vrios pases que, em 92,
realizou a ECO 92 no Rio de Janeiro.
Descrio da atividade
Material indicado:
P Cartes com as palavras
e com suas respectivas
definies (1 carto por
aluno em sala).
Tempo sugerido: 50
minutos
Atividade P Definitions
Resultado esperado: Familiaridade e facilidade
em reconhecer expresses em ingls sobre o
meio ambiente.
8
Te x t o
Objetivo
 Aprender algumas palavras-chave sobre o meio
ambiente e problemas relacionados a ele.
Introduo
Ao falar sobre o Protocolo de Kyoto, inevitavelmente
deve-se abordar as questes que geraram a
produo de tal acordo, cuja necessidade  que os
pases industrializados diminuam e controlem as
emisses de gases que provocam o efeito estufa.
Por que ser que os Estados Unidos no participam
desse acordo? Vale lembrar que o efeito estufa
 um fenmeno que ocorre naturalmente. O
que est em questo  o aquecimento anormal da
terra, resultante de fenmenos naturais e tambm
daqueles provocados pelo homem por conta
do aumento do consumo de combustveis fsseis,
como o petrleo, o carvo e o gs natural.
2. Distribua um carto para cada aluno (se houver
mais de 20 alunos na sala, faa duplas e
repita os cartes).
3. Diga que cada um dever encontrar seu par
(palavra+definio correta).
4. Quando todos tiverem com os cartes na
mo, eles devem levantar-se e andar pela sala
a procura de seu par.
5. Quando todos tiverem encontrado seus pares,
e tiverem checado se esto corretos, pea a cada
dupla que coloque (a palavra + definio)
na lousa, formando assim uma lista com os
principais termos usados na discusso sobre o
Protocolo de Kyoto. Os alunos, ento, devero
registrar essa lista no caderno.
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40  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Portugus Nvel I e II
1. Atividades de leitura. Leia o texto com os alunos,
tea comentrios sobre o Protocolo de
Kyoto e oua as opinies deles sobre o fato de os
Estados Unidos no participarem da conveno.
2. Atividades de memorizao das informaes:
a) Divida a sala em equipes e d um nome
para cada uma. Desenhe, na lousa, um
pau-de-sebo e divida-o em 6 partes numeradas
do 1. ao 6. grau.
b) Diga aos alunos que entregar, a cada equipe,
uma pergunta (escrita num recorte de
papel). Sem consultar o texto da antologia,
apenas com o recurso da memria, os participantes
daro a resposta, por escrito, para
a pergunta. Se acertarem a resposta, um
dos membros colocar o nome de sua equipe
no primeiro grau do pau-de-sebo. Se a
equipe errar a resposta, receber nova pergunta
e tentar reiniciar a disputa.
c) Cada vez que uma equipe acertar, entregue
uma nova pergunta. A equipe se reunir,
redigir a resposta e, se correta, subir mais
um degrau no pau-de-sebo, e assim sucessivamente
at atingir o 6. grau e se declarar
vencedora.
d) Sugesto de questes:
1) Escreva, por extenso, a palavra ONU.
2) Em que ano os dez mil delegados se
reuniram em Kyoto?
Descrio da atividade
Material indicado:
P Papeletas com perguntas
sobre o texto.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Pau-de-sebo da Memria
Resultado esperado: Ampliao da faculdade
de ateno e reteno de informaes.
8
Te x t o
Objetivo
 Ampliar a capacidade de reter informaes essenciais
do texto.
Introduo
Que tal verificar se os alunos conseguem atingir
o ponto mais alto de um pau-de-sebo construdo
s de memria de curto prazo?
3) Qual o nome do documento aprovado
pelos delegados em Kyoto?
4) Que cidade realizou a Conferncia das
Naes Unidas sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento?
5) Em que ano se realizou a conferncia
das Naes Unidas sobre Meio Ambiente
e Desenvolvimento?
6) O que  o Protocolo de Kyoto?
7) Que pas se recusa a participar do acordo
das naes sobre o Meio Ambiente
e Desenvolvimento?
8) Qual  o objetivo do protocolo de
Kyoto?
9) Todos os pases assumiram a mesma
meta no Protocolo de Kyoto?
10) Para que serviro os mecanismos flexveis?
11) O que ocorrer com os pases que no
conseguirem cumprir as metas estabelecidas
no Protocolo de Kyoto?
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  41
7. Pea aos alunos que identifiquem no texto as
caractersticas naturais deste bioma.
8. Incentive-os a elaborar cartazes e a apresentar
na sala.
rea: Geografia Nvel I e II
1. Pea aos alunos que realizem em sala de aula
a leitura do texto.
2. Oriente-os a encontrarem a localizao da regio
Centro-Oeste no Brasil e, nesta, a regio
do Pantanal.
3. Solicite que falem sobre as atividades econmicas
desenvolvidas na regio do pantanal
apresentadas pelo texto.
4. Pea-lhes que formem dois grupos para as atividades
econmicas identificadas anteriormente:
de um lado as atividades econmicas
que causam um forte desequilbrio ambiental
e de outro as que apresentam impacto menor.
5. A partir do primeiro bloco apontar, para cada
atividade econmica, quais os impactos ambientais
que por elas so causados.
6. No segundo bloco os alunos devero identificar
quais so as vantagens ambientais que
estas atividades econmicas proporcionam.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Atlas, cola, pincel atmico.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Os perigos ao ecossistema do Pantanal
Resultados esperados: Ampliao dos
conhecimentos dos alunos sobre o bioma pantaneiro,
bem como sobre as atividades econmicas
l desenvolvidas. Identificao, dentre as atividades
econmicas, de quais so as que menor
impacto ambiental produzem. Incorporao de
valores relativos  defesa do meio ambiente.
9
Te x t o
Objetivos
 Possibilitar ao aluno a compreenso dos principais
problemas que afligem a regio do Pantanal no
Centro-Oeste brasileiro.
 Conhecer as especificidades de cada atividade econmica
desenvolvida e os efeitos gerados no bioma
pantaneiro.
Introduo
O crescimento das frentes de expanso das atividades
econmicas no territrio brasileiro, em
especial nas trs ltimas dcadas, em direo s
regies Centro-Oeste e Norte tem provocado um
desequilbrio ambiental muito forte, principalmente,
devido ao desmatamento. No caso especfico
da regio pantaneira, a agricultura da soja,
do arroz e da cana de acar, aliada ao crescimento
urbano, e o desenvolvimento dos meios de
transportes e da garimpagem so atividades econmicas
de alto impacto ambiental local e merecem
uma maior ateno sobre seu desenvolvimento.
Contexto no mundo do trabalho: A expanso territorial
das atividades econmicas no Brasil geralmente
 acompanhada de possibilidades de enriquecimento
rpido, de obteno de emprego e de novas perspectivas
na vida. Atualmente o Centro-Oeste  uma regio
marcada pela forte recepo de trabalhadores migrantes,
que para l se dirigem diante das possibilidades
que se abrem. O choque entre o econmico e o
ambiental, nessas condies,  inevitvel.
Dicas do professor: Site  www2.tvcultura.com.br/reporte
reco/materia.asp?materiaid=283;
www.cppantanal.org.br/noticias.php.
Livro Os domnio de natureza no Brasil; de Aziz, Ab'Sber
(Ateli Editorial).
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42  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Educao Fsica Nvel I e II
1. Faa com seus alunos alongamento para membros
inferiores (coxas), abdome (cintura) e
braos, aps uma caminhada (por exemplo, a
vinda do aluno at a escola):
a) faa um crculo com os alunos sentados no
cho e todos com as pernas abertas, de modo
que cada um encoste o seu p no p do
seu companheiro ao lado;
b) com uma bola, pea ao aluno que passe a
para o colega ao lado sem tir-la do cho
rolando com as mos pela frente de um dos
seus ps sem solt-la at que o colega ao
lado, com o mesmo movimento, consiga
alcan-la e seguir com o mesmo movimento
para o colega ao lado (a bola vai do
p direito e passa pelo p esquerdo);
c) na mesma posio, os alunos do as mos
uns aos outros e, com os braos estendidos,
fazem movimentos laterais com o tronco
(ora todos para o lado esquerdo, ora todos
para o lado direito);
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Colchonete ou toalha,
1 bola.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Selo verde de sade
Resultados esperados: Motivar o aluno a
exercer atividades fsicas. Produo de texto.
10
Te x t o
Objetivo
 Analisar a influncia da publicidade na sociedade.
 Entender que o desenvolvimento de atividades fsicas
no depende da moda.
 Entender a atividade fsica como necessidade para
a boa sade.
Introduo
O texto nos fala da busca do selo verde como
forma de preservao ambiental.  uma metodologia
conhecida no manejo das florestas (extrao
de madeira) que adquire grande eficcia
quando aliada aos meios de comunicao que divulgam
ou fazem propaganda da importncia de
somente adquirir madeira com esse selo.  a
transformao da natureza (trabalho) de forma
racional e equilibrada e que preserva todo o planeta.
Analogamente devemos pensar na melhoria
da qualidade de vida do homem e de sua preservao.
Quando  que buscaro o selo da sade?
Ser que s o fazem por conta da propaganda e
marketing? Os meios de comunicao fazem diariamente
a apologia  boa forma:  modismo?
Observamos uma indstria de materiais esportivos,
revistas, chs, entre outros, que induz as pessoas
a utilizarem esses produtos na expectativa
de ascenso social. A boa forma ou boa qualidade
de vida depende de atividades fsicas simples
e sem a necessidade de grandes investimentos.
Dica do professor: A atividade proporciona refletir sobre
as estratgias de propaganda e marketing e a poltica de
venda que gera o consumismo exacerbado com o apoio
da mdia.
d) Com base nos questionamentos da introduo,
desenvolva uma discusso com os
alunos fazendo a analogia entre a preservao
da natureza e a preservao do homem:
as questes das drogas, alimentao,
ociosidade, as gorduras, o lazer passivo e,
ao final, solicite a produo de um texto.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  43
rea: Matemtica Nvel I e II
1. Incentive os alunos a descobrirem o custo de
madeiras por meio de porcentagem.
2. Pea aos alunos que dividam o valor da madeira
sem certificao pelo preo da madeira
certificada (1385 : 296 = 4,67 vezes ou
467,9% do valor da madeira sem certificao.)
3. Explique que, se fizermos 296 : 1385 x 100 =
21,37%, temos que a madeira sem certificao
representa 21,37% do valor da madeira
certificada.
4. Ajude-os a utilizar a regra de trs. Com esses
valores questione os alunos sobre os motivos
dessa diferena.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 1 hora
Atividade P Quanto custa a madeira certificada?
Resultado esperado: Utilizao de estratgias
diferentes para o clculo de porcentagem com
finalidade de comparaes.
10
Te x t o
Objetivo
 Calcular porcentagens.
Introduo
A crescente preocupao com o desmatamento,
sobretudo de florestas tropicais, tem aumentado
a procura por madeira certificada, que comprovadamente
causa menor dano ao meio ambiente
e proporciona desenvolvimento social. Diante
dessa realidade, j existe um diferencial de preo
significativo a favor da madeira certificada, que
pode custar at R$ 1385/m3, contra R$296/m3
para madeiras sem certificao. Alm deste
exemplo, h casos de gerao de energia eltrica,
na regio Norte, por meio de sobras de madeira
reflorestadas utilizadas na produo de mveis.
Pode-se falar na fixao do homem do campo,
pois o manejo de reas para certificao necessita
do conhecimento da rea e da localizao das
rvores. Assim gera-se renda para a comunidade
que est nas reas de floresta. Quanto a madeira
certificada  mais valorizada que a madeira no
certificada? Isso se reflete em seus produtos?
Essa madeira  para ser utilizada por qual pblico
consumidor?
Contexto no mundo do trabalho: Discusso do trabalho
das comunidades de florestas.
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44  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Portugus Nvel I e II
1. Atividades de leitura. Leia o texto com os alunos
e converse sobre o problema do desmatamento
e suas conseqncias para o futuro do
pas.
2. Investigue se os alunos sabem algo sobre os mveis
fabricados no Acre e sobre o Selo Verde.
3. Atividades de pontuao:
a) Escreva, no quadro, sem qualquer sinal de
pontuao, o primeiro pargrafo do texto.
Deixe espao entre TODAS as palavras para
a colocao de eventual sinal de pontuao.
b) Escreva em seis cartezinhos o sinal indicativo
de vrgula. Em outros quatro, escreva
o sinal indicativo de ponto. No verso de
cada carto, coloque uma fita adesiva.
c) Entregue a dez alunos os cartes com as
vrgulas e pontos e pea que, sem olhar o
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P A importncia da pontuao
Resultado esperado: Ampliao da competncia
de escrever.
10
Te x t o
Objetivo
 Ampliar a habilidade de pontuar adequadamente
uma frase.
Introduo
O texto trata da importncia de os fabricantes utilizarem
madeiras certificadas com o selo verde
que garante a preservao ambiental. A importncia
da leitura de textos como esses ajudam na
criao de possibilidades de o indivduo se conscientizar
da necessidade de preservao da natureza
para a garantia da vida do planeta. Mas, no
 s a leitura que pode contribuir para esse intento,
a escrita tambm  uma forma de registro e,
por isso ela deve apresentar idias claras, coesas e
objetivas. Voc j ouviu os alunos dizerem: Falar
 fcil, colocar as idias no papel  muito difcil.
Eles tm razo, pois o texto escrito exige elaboraes
complexas que vo se aperfeioando,  medida
que o indivduo aumenta suas atividades de
escrita. Voc j pensou em utilizar um texto escrito
para ensinar os alunos a escrever melhor, pontuar
adequadamente as oraes?
Contexto no mundo do trabalho: Nas sociedades contemporneas
cresce a cada dia as exigncias de um profissional
que tenha habilidade de ir a busca e interpretar as
informaes, de modo a potencializar suas aprendizagens
e conhecimentos. O domnio das atividades de leitura e
escrita  fundamental nesse processo de tornar-se um profissional
crtico e comprometido com a transformao
social.
texto original, colem no quadro o cartozinho
que tm em mos, de modo que a frase
fique corretamente pontuada.
d) Proceda da mesma forma com a frase: A
Secretaria monitora o manejo em trs tipos
de florestas: as pblicas, as privadas e as
reservas extrativistas, onde ficam os seringueiros
e os pequenos agricultores.
e) Informe que os sinais de pontuao podem
ser determinantes para a compreenso de
um enunciado.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  45
rea: Lngua Estrangeira  Espanhol Nvel II
1. Proponha aos alunos a leitura do texto de forma
coletiva.
2. Acompanhe a leitura dos alunos, parando em
trechos especficos para discusso do problema
abordado.
3. Lance questionamentos sobre esses trechos, que
promovam a reflexo e discusso entre os alunos
sobre a questo do controle do uso da gua.
4. Pea aos alunos que se dividam em grupos de
at 4 pessoas e elaborem uma lista de medidas
a serem tomadas em casa, no trabalho, na
comunidade, nos locais de recreao e lazer,
para o controle do uso da gua.
5. Proponha que essa lista seja escrita em espanhol.
6. Ajude os alunos na organizao de um glossrio
temtico:
Ejemplos: "Acciones para los comprometidos con
el ahorro de agua" Acciones posibles. Entre ellas
debern estar:
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Cartolinas e canetas
hidrogrficas
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P El futuro del agua depende de todos
Resultado esperado: Engajamento dos alunos
nas aes de controle do uso e conservao da
gua.
11
Te x t o
Objetivos
 Discutir sobre a importncia do controle do uso da
gua para a manuteno da vida no planeta.
 Familiarizar-se com o lxico espanhol, relacionado
ao tema, de modo a desenvolver a expresso oral
e escrita.
Introduo
"A gua  um bem comum e seu acesso  um direito
humano fundamental e inalienvel". Essa frase
est escrita em muitos Tratados e Constituies,
no entanto, milhes de pessoas, em vrias regies
do mundo, no se conscientizaram, ainda, sobre o
significado da ao de abrir uma torneira de gua
potvel. Informaes das Naes Unidas registram
que em 2005 a escassez de gua causou dez vezes
mais mortes que todas as guerras do planeta no
mesmo perodo. O manejo da gua  um dos grandes
problemas atuais. A ao do homem sobre a
natureza  a responsvel por grandes mudanas
climticas e inmeras catstrofes, cada vez mais
freqentes no mundo. Ser que cada indivduo
pode contribuir para a soluo desses problemas?
Mais especificamente sobre a escassez de gua no
planeta, de que maneira o cidado pode contribuir
em casa, no trabalho, na comunidade, para
evitar a catstrofe discutida no texto?
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre a falta
de gua no planeta. Discusso das formas de controle do
uso da gua no trabalho.
Dica do professor: Sites: www.ecopibes.com.ar,
www.eco-planet.com.
 ahorrar el agua en la casa, en el trabajo... (los
ahorros modestos son muy valiosos) jardinera
ecolgica-agua potable-reutilizacin de aguasmalgastar
el agua-los bans-el lavado del patio/
del coche, etc.
7. Cada grupo apresenta sua produo.
8. As medidas ou aes que forem mais votadas
sero reproduzidas em cartolina e afixadas no
painel da classe.
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46  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Geografia Nvel I e II
1. Pea aos alunos que se organizem em grupos
de at 4 pessoas.
2. Pergunte a eles se em suas casas ou no trabalho
j faltou gua?
3. Questione-os se sabem o motivo disso ter ocorrido
ou se ocorrer em determinadas pocas do
ano.
4. Continue o questionamento, ampliando a viso
do problema, levantando a informao
sobre quais as regies do pas eles j ouviram
falar que costuma faltar gua e por que isso
acontece.
5. Deixe  vista dos alunos um mapa hidrogrfico
do Brasil.
6. Proponha aos grupos que estudem o mapa,
identificando as regies que eles apontaram
como as mais secas do Brasil.
7. Solicite aos grupos que identifiquem e escrevam
no caderno a quantidade e os nomes dos
rios das regies encontradas no item 6.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Mapa hidrogrfico do
Brasil, cartolina, papel,
caneta hidrogrfica.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P A escassez de gua
Resultado esperado: Painel reflexivo e com
sugestes de controle do uso de gua em diversos
mbitos da sociedade.
11
Te x t o
Objetivo
 Discutir aes alternativas de combate  escassez
de gua no planeta.
Introduo
Quando se fala na escassez de gua, em mbito
mundial, pode parecer que esse problema est
distante do Brasil, uma vez que temos abundncia
de gua. Contudo, vrios estudos, ambientalistas,
pesquisadores e rgos ambientais vm
apontando que a situao de escassez de gua no
planeta afetar todos os pases e modificar as
condies climticas, inviabilizando a vida na
Terra. Essas afirmaes so exemplos da interferncia
inadequada do Homem na natureza. Como
reverter essa situao? Ser que, ainda, h
tempo de evitar a catstrofe do planeta? Ser
que o Homem j se convenceu de que precisa
adotar medidas de controle do uso da gua em
todos mbitos em que vive: famlia, escola,
comunidade, trabalho, etc.
Contexto no mundo do trabalho: Discutir e implementar
medidas de controle do uso da gua no trabalho.
Dica do professor: Sites 
www.mec.gov.br/se/educacaoambiental;
www.crmariocovas.sp.gov.br/mei_l.php?t=001.
8. Incentive-os a que, a partir das informaes
do texto, distinguem os fatores sociais (hbitos
inadequados) e os fatores ligados a causas
naturais que resultam na escassez de guana
regio escolhida pelo grupo.
9. Os grupos apresentam os resultados do estudo.
10. Promova um debate coletivo sobre os fatores
sociais que contribuem para a escassez da
gua no planeta e as mudanas de hbitos que
cada cidado deveria implementar na famlia,
no trabalho, na comunidade, etc.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  47
rea: Geografia Nvel I e II
1. Proponha a leitura do texto em grupos de at
trs alunos.
2. Separe os dados de crescimento populacional
mundial.
3. Ensine os alunos a transformar os nmeros
em linguagem visual, gerando um grfico de
linhas ou colunas.
4. Analise o grfico com os alunos, destacando a
idia principal que emana dos nmeros
(longo perodo de crescimento populacional
baixo e forte crescimento nos ltimos 150
anos).
5. Associe esse crescimento ao sistema capitalista,
que precisa de trabalhadores em grandes quantidades
e concentrados em cidades e ao consumo
exagerado da sociedade capitalista (no
existente em outros sistemas econmicos).
6. Associe o consumo exagerado do sistema capi-
Descrio da atividade
Atividade P O ritmo do crescimento populacional
Resultados esperados:
 Aquisio de conhecimentos bsicos para a elaborao
de grfico de linha ou de coluna.
 Reflexo sobre o processo de urbanizao do
mundo, a partir da consolidao do sistema capitalista.
 Compreenso mais aprofundada do problema de
escassez de gua no planeta e as formas de evitar
o seu colapso.
11
Te x t o
Objetivos
 Ensinar o aluno a produzir um grfico de evoluo
da populao do mundo.
 Possibilitar a reflexo sobre as causas do crescimento
populacional, identificando os fatores que
levaram a essa exploso recente, associando-a
ao desenvolvimento do sistema capitalista e s
conseqncias ambientais.
Introduo
Durante a maior parte da existncia humana na
Terra o crescimento populacional se deu de
forma regular, pois apesar da existncia de taxas
de fecundidade relativamente altas, o nmero
absoluto de populao no planeta era baixo. Nos
ltimos 150 anos ocorrera, no entanto, um
crescimento populacional absoluto e relativo,
bastante elevado, explicado pela evoluo e consolidao
do sistema capitalista. Grandes massas
de trabalhadores, produtores e compradores se
formaram, e uma sociedade pautada pelo consumo
elevado forneceu a forma final desse sistema.
O que voc pensa sobre essa explicao
para a elevao do crescimento populacional?
Que relaes existem entre o crescimento da
populao nos pases capitalistas e o consumo de
gua? Voc acha importante debater com os
alunos essas relaes sociais e econmicas que
caminham para a destruio do planeta, uma vez
que o texto diz que o ritmo populacional est
caindo na maior parte do planeta?
talista ao desastre ambiental, mostrando que,
se o mundo todo tivesse o mesmo nvel de
consumo dos pases ricos (por exemplo
Estados Unidos) o planeta j teria entrado em
colapso.
7. Problematize a discusso da seguinte forma:
inclua a informao do texto de que o ritmo
populacional mundial est decrescendo.
Pergunte aos alunos: ento ser que no precisamos
mais nos preocupar com o perigo de
acabar a gua do planeta?
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48  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Matemtica 1. Pea aos alunos que se dividam em trs grupos
com no mximo trs pessoas.
2. Apresente a tabela da CESAN (Companhia
Espiritosantense de Saneamento), na qual
consta o consumo tarifado por faixa e por classificao
dos bairros:
Sistemas e Servios de Faixas de
categorias gua consumo
(R$/m3) (m3)
At 15
(faturamento 16 a 30 Maior
mnimo/10m3) que 30
Social 0,64 por m3 2,21 por m3 3,16 por m3
Popular 1,24 por m3 2,91 por m3 3,52 por m3
Padro 1,56 por m3 3,15 por m3 3,52 por m3
Padro Superior 3,35 por m3 3,52 por m3
1,77 por m3
3. Cada grupo deve calcular o valor, mximo e
mnimo, a ser pago dentro de cada faixa de
consumo e em cada categoria. Exemplo: consumo
de 33 m3 com a tarifa social. O consumo
ser dividido em trs faixas: 0 a 15 m3; 16 a
30 m3 e maior de 30 m3. Clculo dos valores
dos extremos: at 10 m3 = R$ 6,40 (faturamento
mnimo), 15 m3 = R$ 9,60 (15 x 0,64);
16 m3 = R$11,81 (9,60 + 2,21); 30 m3 = R$
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Rgua, papel milimetrado
ou quadriculado.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Visualizando o custo da conta
Resultado esperado: Representao de dados
numricos no plano cartesiano.
11
Te x t o
Objetivo
 Construir grficos no plano cartesiano.
Introduo
Voc sabe como  calculado o valor da conta de
gua em sua casa? Ser que esse clculo  realizado
por meio de um valor nico por m3? Faz
muita diferena no valor da conta a existncia de
pequenos vazamentos nos canos ou  necessrio
um grande vazamento? Qual  a periodicidade
das revises do sistema hidrulico de sua residncia?
No seu local de trabalho tambm ocorrem
revises? O texto aborda diversos problemas decorrentes
da falta de gua e as principais causas
deles. O consumo excessivo de gua em casa, no
trabalho, etc.  um deles. Se existirem vazamentos
nos sistemas hdricos nesses locais o tamanho do
problema aumenta vertiginosamente.
Dica do professor: Entre em contato com sua companhia
de saneamento para obter mais informaes sobre tarifas
e forma de clculo do valor da conta de gua.
Nvel II
42,75 (15 x 2,21 + 9,6); 31 m3 = R$ 45,91
(42,75 + 3,16).
4. Solicite aos alunos que representem os valores
obtidos em um grfico, no plano cartesiano,
considerando que o eixo Ox se refere ao consumo
em m3 e o Oy ao valor a ser pago.
5. Oriente-os que utilizem ores diversas para
representar as categorias.
6. Com o grfico construdo, pergunte aos
alunos: o que acontece quando aumentamos o
consumo de gua com esta forma de
cobrana? Ela pode ser considerada proporcional?
Esta forma de cobrana  feita com
qual finalidade? Proponha que repitam esses
clculos, em casa, utilizando a conta de gua
do ms.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  49
rea: Matemtica Nvel I e II
1. Substitua os dados de Blumenau pelos da sua
cidade e coloque o problema seguinte na
lousa: Blumenau tem hoje cerca de 280.000
habitantes numa rea de 510,3 km2. Qual sua
densidade demogrfica? (513,2 h/km2). Mantida
a taxa de crescimento anual em 2, 338%,
calculem o nmero de habitantes e a densidade
demogrfica para daqui a 20 anos.
2. Organize a turma em grupos e proponha que
analisem as seguintes situaes, anotando as
concluses em seus cadernos:
a) Se nada mudar at l como ser o funcionamento
da nossa cidade em 20 anos? De
onde vir a comida e a gua para todos?
Para onde ir o lixo e o esgoto de todos
esses habitantes? Por onde circularo os
carros? Quais sero os impactos sobre o
meio ambiente? Onde moraro as pessoas
mais pobres? Ser possvel uma boa qualidade
de vida?
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Cartolina, papel, canetas
coloridas.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Quantos seremos em 2026?
Resultado esperado: Clculos estimados do
nmero de pessoas e da densidade demogrfica
da prpria cidade daqui a 20 anos, analisando as
conseqncias possveis para a qualidade de vida.
11
Te x t o
Objetivos
 Calcular a densidade demogrfica da cidade.
 Analisar conseqncias da expanso descontrolada
da populao.
Introduo
O planejamento familiar  visto por muitas pessoas
como um tabu, as quais pautadas em ensinamentos
religiosos argumentam que no devemos
nos opor  vontade divina. O que voc pensa sobre
isso? As famlias de hoje em dia devem ter muitos
filhos ou devem planejar essa quantidade, levando
em considerao as condies atuais de vida?
Apesar da desigualdade no usufruto das riquezas
produzidas pela ao humana  enquanto poucos
tm muito, muitos tm pouco , no h distino
para as conseqncias indesejveis do mau uso
das riquezas naturais, ou seja, o problema da escassez
da gua, por exemplo, no est na posio
social do seu consumidor, mas na forma que ele
consome a gua, gerando ou no desperdcios.
Refletir sobre as conseqncias dessa ao humana
no planeta  o objetivo da atividade a seguir.
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre as
atividades humanas, principalmente de trabalho, na
manuteno da vida no planeta.
Dica do professor: Procure na internet o site de sua cidade
e, nele as informaes de que necessita para substituir os
dados de Blumenau.
3. Proponha a leitura do texto, destacando o
item 2,4 bebs por segundo.
4. Oriente a elaborao de um grfico de barras
com os dados apresentados nesse item do texto.
5. Pea que os grupos retomem as anotaes que
realizaram no item 1 e comparem com os dados
obtidos no item anterior, de forma a confirmlas
ou refaz-las, apresentando-as para a turma.
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rea: Matemtica Nvel I e II
1. Leve os alunos at a cozinha ou bebedouro da
escola (ou outro lugar com uma torneira acessvel)
e simule um vazamento na torneira com
cerca de 1 mm de dimetro ou menos.
2. Marque um minuto de tempo, enquanto recolhe
essa gua em uma vasilha qualquer, de
preferncia com marcao de milmetros ou
mililitros.
3. Mea, em frao de litros, a quantidade de
gua recolhida nesse perodo.
4. Oriente os alunos a calcularem, por intermdio
de regra de trs, o valor do desperdcio de
gua, se a torneira ficar vazando durante os
seguintes intervalos de tempo: uma hora, durante
um dia e durante um ms.
5. Solicite aos alunos a verbalizao dos resultados.
6. Verifique se todos os alunos fizeram a conta
corretamente.
7. Discuta com eles o problema do desperdcio
da gua, solicitando-lhes que destaquem do
texto as suas causas e formas de soluo.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Vasilhame de um litro, tal
como garrafa, jarras,
vidros; relgio com marcador
de segundos.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Medindo o desperdcio de gua
Resultado esperado: Clculo do custo do desperdcio
de gua em diferentes ambientes e situaes
do cotidiano.
11
Te x t o
Objetivo
 Calcular o volume de gua desperdiado em
uma torneira com vazamento.
Introduo
O problema da escassez de gua potvel  bastante
agudo na atualidade. Ser que as pessoas
esto conscientes dessa gravidade? O que podemos
fazer para contribuir na sua soluo? O
texto  um forte alerta para as causas e conseqncias
de mau uso da gua do planeta. Na
seca ou na enchente, no norte ou no sul, nos pases
ricos ou pobres, o problema se coloca com
igual gravidade para todos. Voc j trabalhou
com os alunos a dimenso do desperdcio em um
vazamento de gua, to comum no dia-a-dia,
chamando a ateno deles para a responsabilidade
de cada um e de todos para a questo da gua
potvel? A atividade a seguir desenvolve esse
aspecto da questo.
Contexto no mundo do trabalho: Refletir sobre o
uso abusivo de gua no ambiente de trabalho, identificando
as situaes em que essa ao ocorre, suas
causas e solues.
Dicas do professor: Pea aos alunos para observarem nos
seus cotidianos  trabalho, em casa, nas ruas da cidade, ou
do bairro  situaes de desperdcio de gua, para fazerem
uma estimativa do desperdcio na cidade.
Pea aos alunos para trazerem uma conta de gua numa
prxima aula e, tomando como referncia o preo da gua
indicado na conta, pea que calculem o custo mensal do
desperdcio de gua com o vazamento simulado na aula.
50  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
8. Destaque o item consumo abusivo e proponha
aos alunos a anlise de situaes de usos
de gua no ambiente domstico e de trabalho,
listando aes para reduzir esse consumo
da gua.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  51
rea: Geografia Nvel I e II
1. Solicitar a leitura e a interpretao da tira de
Fernando Gonsales.
2. Pergunte se apenas os ratos acham que os
lixes so maravilhosos. Tente fazer com
que os alunos correlacionem as respostas e
apontem para aquelas pessoas que vivem de
revirar lixos e lixes para sua sobrevivncia.
3. Debater em sala os motivos que levam ao
excesso de produo de lixo na sociedade
atual, direcionando o debate para a consolidao
de uma sociedade de consumo geradora
de resduos em larga escala.
4. Buscar informaes da quantidade de lixo
gerado em seu local de moradia e associar 
populao para saber a produo per capita.
5. A partir desse levantamento, retomar a charge
e fazer uma releitura dela.
6. Anotar os resultados das pesquisas e dos
debates no caderno.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P O lixo nosso de cada dia
Resultados esperados:
 Maior conhecimento mais sobre o local onde 
depositado o lixo de seu bairro. Conhecimento
da realidade das pessoas que vivem dos restos
de outras pessoas. Possibilidade de uma reflexo
e at o de mesmo uma mudana de comportamento
no consumo e na produo de lixo
dirio por parte dos alunos.
12
Te x t o
Objetivos
 Realizar pesquisa de campo sobre a destinao
final dos resduos slidos, a partir do local de
moradia do aluno.
 Permitir uma reflexo sobre a produo de lixo
em nossa sociedade, e como este  acomodado.
 Identificar se existem populaes que sobrevivem
da explorao do lixo.
Introduo
A sociedade de consumo  grande geradora de
resduos: seja pelo visual da embalagem que 
descartado (embelezamento externo), seja pela
durabilidade reduzida dos produtos, seja pela
troca constante (apesar de ainda funcional);
enfim, existe uma infinidade de motivos que levam
ao consumo acelerado e contnuo na sociedade
capitalista.
Contexto no mundo do trabalho: Os lixes no Brasil
ficaram conhecidos por vrios motivos: desde o
impacto ambiental causado por essa forma de manejo
dos resduos, e tambm pelo forte impacto visual e
odorfico de sua presena, mas principalmente, pela
quantidade de pessoas, inclusive crianas, que dele
viviam recolhendo restos de alimentos para seu consumo
e outros produtos para serem revendidos.
Dicas do professor: O documentrio Ilha das Flores de
Jorge Furtado (1989) permite discutir a distribuio de
renda. O livro Do Nicho ao Lixo de Francisco C. Scarlato
e Joel A. Pontin (Atual Editora) aborda a temtica com
didtica e contedo diverso.
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rea: Lngua Estrangeira  Ingls Nvel II
1. Depois de ler o quadrinho faa a seguinte pergunta
aos alunos: O que o ser humano pode
fazer para no acumular lixo?
2. Com as respostas, elabore uma lista. Por
exemplo: podemos reciclar, conservar, utilizar
menos produtos no reciclveis, fazer artesanato
com sucata, etc.
3. Em seguida faa outra pergunta: O que o ser
humano no pode fazer para no acumular
lixo?
4. Elabore uma outra lista com as respostas. Por
exemplo: no podemos jogar entulho em terrenos
baldios, no podemos deixar de separar
o lixo, etc.
5. Quando as duas listas estiverem montadas,
coloque a palavra CAN sobre a lista do que
podemos fazer e a palavra CAN'T sobre a lista
do que no podemos fazer.
6. Explique aos alunos que utilizamos o verbo
can para indicarmos que temos uma habilidade,
capacidade ou permisso. Por exemplo:
I can play the piano (eu posso/ eu consigo
tocar piano). Ento d a eles alguns verbos:
to paint  pintar; to swim  nadar; to play 
tocar, jogar; to cook  cozinhar; to fly  voar
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Yes, I can
Resultados esperados:
 Familiarizao com perguntas e respostas em
ingls. Utilizao do modal CAN e memorizao
dos verbos apresentados.
12
Te x t o
Objetivos
 Aprender a utilizar o modal CAN.
 Ampliar o vocabulrio de verbos.
Introduo
O quadrinho mostra ratos comemorando a quantidade
de lixo nas cidades, contudo, falando da
capacidade humana de criar bombas nucleares e
provocar vazamentos de leo. Observando a cena,
o que podemos concluir sobre o dilogo dos
ratos? Para quem os ratos falam? Que tipo de
reaes observamos em cada cena? O que esses
roedores podem fazer se continuarmos com prticas
que os abriguem, protejam e alimentem?
Contexto no mundo do trabalho: Refletir sobre a
quantidade de lixo produzido.
52  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
to drive  dirigir; to drink  beber; to speak 
falar; to run  correr; to sing  cantar; to dance
 danar
7. Depois, pea aos alunos que escrevam 6 perguntas
em ingls. D a eles estruturas bsicas:
Can you sing Opera?
No, I can't.
Can you swim?
Yes, I can.
Can you play volleyball?
Yes, I can.
8. Quando os alunos tiverem escrito suas perguntas,
pea a eles que formem pares para
que seja feita uma entrevista. Eles devem usar
as perguntas que elaboraram para entrevistar
o colega em ingls.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  53
rea: Portugus Nvel I e II
1. Atividades de pr-leitura: Lance as perguntas
da introduo para colher impresses dos alunos.
A seguir, escreva no quadro: O ser humano
faz coisas horrveis como as bombas nucleares
e os vazamentos de leo! Mas tambm
faz lixes maravilhosos!  Perguntar: A frase
 engraada? H algo incoerente nela? Qual
seria a inteno do autor?
2. Atividades de leitura: Leia a tirinha com os
alunos e refaa todas as questes. Pergunte: O
que concluem? (S podemos entender adequadamente
o sentido de um enunciado quando
conhecemos o contexto situacional. Mostre
que na associao do contexto verbal com o
no verbal o texto adquire coerncia em funo
das personagens que falam.)
3. Atividades de produo: Solicite que, em equipes,
criem uma campanha publicitria para
orientar a populao da escola e das pessoas
com quem trabalham sobre o bom uso e o reaproveitamento
do lixo:
a) Equipe I  criar desenhos e tirinhas para
ensinar crianas a jogar o lixo no lixo. (Podem
desenhar ou fazer colagens.)
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 5 horas
Atividade P Gneros textuais e uso funcional da Linguagem II
Resultado esperado: Ampliao da competncia
escrita.
12
Te x t o
Objetivo
 Compreender que a fala se realiza num contexto
e que possui intencionalidade.
Introduo
As tirinhas de jornal so engraadas? De que
recursos se vale o cartunista para provocar
humor? Ser que o assunto de que trata o texto
 realmente engraado?
Contexto no mundo do trabalho: Discutir com as
pessoas na escola e no trabalho sobre o bom uso e
reaproveitamento do lixo.
b) Equipe II  criar canes ou poemas para
orientar adultos sobre reciclagem.
c) Equipe III  criar cartazes com linguagem
verbal e no verbal para ensinar adolescentes
sobre o destino e bom uso de latas de
refrigerantes vazias e papis de lanches e
balas. (Podem desenhar ou fazer colagens.)
Solicite uma rigorosa reviso. Ressalte que o que
escrevemos nos revela. Ademais,  preciso ter
respeito pelo leitor. Por isso,  preciso revisar cuidadosamente
o texto.
Publicar a campanha nos murais da escola.
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rea: Cincias Nvel II
1. A partir das informaes do texto proponha
aos alunos a discusso sobre: Por que o
homem modifica a natureza? Quais as conseqncias
para o planeta dessas aes do
homem? O homem  o nico ser que modifica
a natureza? Quais as solues para resolver
esse problema? Qual a principal diferena entre
o homem e os animais nesse assunto?
2. Anote na lousa as idias dos alunos.
3. Direcione a discusso, de modo que os alunos
concluam que o homem modifica intencionalmente
as condies da natureza para seu
benefcio. Essa intencionalidade  o que o
diferencia dos animais.
4. Divida a turma em 4 grupos.
5. Cada grupo escolhe um sistema dentre os
seguintes: rios, oceanos, terra e ar (toda a
biosfera).
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Papel, lousa, cartolina, etc.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Ser o homem o nico animal que modifica a natureza?
Resultado esperado: Compreenso de como o
conhecimento da relao homem-natureza permite
identificar problemas e buscar suas solues.
13
Te x t o
Objetivo
 Compreender aspectos importantes da interrelao
de diferentes ambientes: fauna e flora,
aqutica e terrestre (biosfera), e recursos naturais
(atmosfera, hidrosfera-guas  e litosferarochas
e solos).
Introduo
Embora apenas 2% da rea do planeta seja ocupada
pelas grandes cidades, a manuteno da
sociedade, com suas demandas de gua, energia,
alimentos, moradia, transporte, etc., demanda o
consumo de grande quantidade de recursos naturais.
O Homo sapiens  uma espcie que modifica
o ambiente em que vive. Pssaros e outros animais,
quando se alimentam dos frutos de plantas,
promovem sua disperso, evacuando as sementes
em lugares distantes; muitos insetos, ao se alimentarem
de nctar das flores, promovem sua
polinizao. Outros organismos, como fungos e
bactrias, so capazes de decompor matria orgnica
que, uma vez na terra, pode servir de
nutrientes para plantas. As plantas participam do
ciclo do carbono, absorvendo o CO2 da atmosfera
(seqestro de carbono), e tambm do ciclo da
gua e do nitrognio. Assim, podemos pensar no
nosso planeta como um sistema dinmico, isto ,
em constante transformao, no qual todos os
ciclos esto inter-relacionados.
Dica do professor: Evite dar as respostas imediatamente
para os alunos. Deixe que discutam o assunto. V introduzindo
perguntas, como dicas para as respostas, conforme
a discusso avana.
54  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo por escrito
sobre a atividade diria de trabalho e as possibilidades de
essa atividade estar interferindo inadequadamente na
natureza.
6. Cada um deles dever elaborar uma teia de
inter-relacionamentos de plantas e animais,
mostrando como o homem interage e interfere
no sistema escolhido e as conseqncias
dessa interferncia.
7. Pea aos alunos que respondam  seguinte
questo: Na sua atividade de trabalho, quais
so as interferncias na natureza que podem
prejudicar a vida no planeta?
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  55
1. Promova a leitura do texto em sala de aula e
solicite aos alunos que destaquem as idias
principais.
2. Auxilie os alunos a identificar, junto a um
mapa da diviso poltica dos Estados Unidos,
a localizao do primeiro estado citado no
texto que  o de Iowa (centro-norte).
3. Pea que encontrem a posio dos trs estados
citados em seguida: Minnesota (norte), Texas
(sul) e Wyoming (Noroeste).
4. Na seqncia, incentive os alunos a reconhecer
os outros dois prximos estados apresentados:
Dakota do Norte (norte) e Kansas (centro).
5. Aps os alunos identificarem os seis estados,
pea-lhes que os localize na faixa central do
pas dispostos no sentido norte-sul, situados na
bacia hidrogrfica do Mississipi  Missouri.
Aponte que em sua vertente oriental localizamse
os montes Apalaches e na vertente ocidental,
Descrio da atividade
rea: Geografia Nvel II
Material indicado:
P Mapa poltico e hidrogrfico
dos Estados Unidos.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Energia elica nos EUA
Resultados esperados:
Conhecimento dos estados dos Estados Unidos
por meio de leitura de mapas. Conhecimento da
energia elica, suas vantagens e dificuldades de
explorao.
13
Te x t o
Objetivos
 Ensinar a diviso poltica dos estados nos Estados
Unidos e sua localizao de acordo com
os pontos cardeais.
 Avaliar os benefcios e vantagens da utilizao
da energia elica em comparao com outras
fontes de energia.
Introduo
A utilizao em larga escala de fontes energticas
de origem fssil vem causando problemas de
ordem ambiental pela emisso de poluentes, mas
tambm pelo esgotamento das reservas (combustveis
finitos). Dessa forma, a energia elica
se coloca como alternativa vivel, pois os ventos
no acabam e  uma forma de energia no poluente.
Voc j discutiu isso com seus alunos?
Contexto no mundo do trabalho: A sociedade experimentou,
no sculo XX, uma expanso desmesurada do
transporte individual e o consumo gigantesco de petrleo.
Grandes esforos foram feitos no sentido de direcionar
a estrutura das cidades e o comportamento dos indivduos
para as imposies do automvel. As grandes
montadoras do mundo vm reestruturando suas plantas
industriais e eliminando postos de trabalho, apontando
para a necessidade da reviso de nossas prioridades,
tanto no meio de transporte preferencial, como nas fontes
energticas utilizadas.
Dicas do professor: O livro Energia para o sculo XXI
de Francisco C. Scarlato e Joel A. Pontin (Editora tica) . O
site wwww.eolica.com.br/index_por.html.
as montanhas Rochosas, formando uma imensa
bacia apontada para a linha do equador e
canalizadora de intensa atividade elica.
6. Explique aos alunos como se d o processo de
produo de energia elica e pea aos alunos
que extraiam do texto suas vantagens. Depois,
pea que anotem no caderno.
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rea: Histria Nvel I e II
1. Solicite aos alunos que falem sobre o que sabem
a respeito das fontes de energia: quais as
que tm sido usadas pelas sociedades e quais
eles prprios utilizam hoje.
2. Anote as respostas na lousa.
3. Converse com eles se h e quais so as relaes
entre o uso desenfreado das fontes de energia
da natureza e o meio ambiente.
4. Pea aos alunos que leiam o texto e destaquem
com uma caneta as informaes que
ainda no conheciam sobre a energia elica.
5. Pea-lhes para formarem grupos de 4 alunos.
6. Solicite aos grupos que, a partir do texto, organizem
as seguintes informaes: O que  energia
elica? Como  obtida? Onde ela tem sido
aproveitada? Por que ela  lucrativa? Quais as
justificativas ambientais para o uso dessa
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Cartolina, fita crepe,
papel, canetas.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Fontes de energia e mudanas no emprego da fora de trabalho
Resultados esperados: Reflixo a relao
entre mudanas nas fontes de energia e os impactos
ambientais. Discusso sobre as formas de controle
do uso dessas fontes de energia.
13
Te x t o
Objetivo
 Compreender a relao entre as mudanas nas
fontes de energia e os impactos ambientais.
Introduo
Em diferentes pocas, as diversas sociedades tm
variado as fontes de energia para a produo do
fogo e do calor, tais como: a lenha, o carvo (vegetal
e mineral), o lcool e leos (vegetais e animais).
Para arar a terra e movimentar mquinas,
antigamente eram usados a trao animal, a fora
humana, a roda dgua e os moinhos de vento.
Atualmente, alm dessas, tambm se usa o gs
como combustvel em situaes domsticas e
industriais. H, ainda, as hidreltricas, a energia
elica, a energia solar, o petrleo e seus derivados
e as usinas atmicas que extraem energia de tomos
de elementos qumicos como o Urnio e o
Trio. O progresso no uso dessas fontes de energia
na contemporaneidade ajudam o homem a ter
melhores condies de vida? Ser que a qualidade
de vida est diretamente relacionada s intervenes
do homem na natureza? O controle dos
impactos causados pela produo e uso de fontes
de energia (petrleo, elementos qumicos, etc.)
nocivas s condies de vida no planeta tornou-se
um desafio e uma necessidade prementes que
todas as sociedades devem enfrentar para garantir
a vida na Terra.
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre o controle
do uso de energias na atividade diria de trabalho.
Discusso sobre as possveis solues para a implantao
desse controle no trabalho, na famlia, etc.
Dica do professor: Ver: CANEDO, Letcia Bicalho. A
Revoluo Industrial. (Atual)
56  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
energia? Que tipo de benefcios h em sua utilizao?
7. Cada grupo apresenta as suas respostas aos
demais alunos.
8. Proponha ao grupo a elaborao de cartazes
com as informaes obtidas e cole na escola.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  57
rea: Matemtica Nvel I e II
1. Pea aos alunos que tragam algumas contas
de energia eltrica de casa.
2. Solicite a eles que localizem na conta de luz o
consumo mensal e o valor pago por esse consumo.
3. Avise aos alunos para descontar os valores de
outras tarifas, como: iluminao pblica e/ou
doaes.
4. Incentive os alunos a encontrar o valor pago
por 1 Kw de energia, dividindo o valor total
pago pelo nmero relativo ao consumo do ms.
5. Para facilitar a comparao com as informaes
do texto, multiplique o resultado encontrado
pelo valor do dlar do dia.
6. O resultado  o valor pago pelo Kw em dlar.
7. Mostre a diferena existente entre o valor
pago no Brasil e o valor de produo da energia
elica nos EUA, apresentado no texto.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Calculadora e conta de
energia eltrica
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Pagamos caro?
Resultado esperado: Utilizao dos algoritmos
das operaes com os nmeros decimais, da
mesma forma como se utiliza os algoritmos com
nmeros naturais.
13
Te x t o
Objetivo
 Propiciar aos alunos a utilizao dos algoritmos
de clculos com nmeros naturais e ampli-los
para o trabalho com os nmeros decimais.
Introduo
As usinas hidreltricas produzem energia a baixo
custo, especialmente, em pases como o Brasil,
ricos em recursos hdricos, pois, quanto maior a
usina hidreltrica, menor o seu custo para gerar
um Kw de energia. O texto aborda outra importante
soluo para a gerao sustentvel de energia,
a elica. Ser que o custo da energia gerada
pelos ventos  realmente mais baixo que a energia
gerada pelas hidreltricas? O uso dessa alternativa
energtica vai alm da relao custo-benefcio.
Voc j tinha ouvido falar sobre a relao
entre a energia gerada pelo vento, a eletrlise da
gua e a produo de hidrognio como combustvel,
discutida no texto? Ser que o uso desse
hidrognio como combustvel ser a soluo para
os altos ndices de poluio dos motores dos carros
nas grandes cidades?
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre a
necessidade do controle do uso de energia no pas,
introduzindo aes de reduo em casa e no trabalho.
Dica do professor: www.petrobras.com.br, empresa de
energia eltrica de sua regio.
8. Ressalte aos alunos que o texto fala do preo
de produo, ou seja, no  o preo pago pelo
consumidor.
9. Proponha aos alunos que faam uma lista das
formas de reduzir o gasto de energia eltrica
em casa e no trabalho.
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rea: Matemtica Nvel I e II
1. Pea aos alunos que encontrem no texto o
aumento da capacidade de gerao de energia
elica, em megawatts, nos Estados Unidos
entre os anos de 1998 e 1999.
2. Proponha aos alunos que encontrem o valor
da medida de 9 acres, sabendo que um acre
mede aproximadamente 4.046 m2.
3. Apresente o seguinte problema: O texto afirma
que um fazendeiro de Iowa lucra U$ 2.000
por ano ao arrendar 1010 m2 para a instalao
de uma turbina elica. Se ele arrendasse
9 acres, quanto lucraria por ano?
4. Expresse em forma de potncia a expresso:
"1 megawatt corresponde a 1.000.000 watt".
5. Monte a tabela SI (Sistema Internacional de
Unidades) com os seguintes smbolos: watt,
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Tabelas de sistemas de
medidas e calculadora.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Parques elicos: vento gerando eletricidade
Resultados esperados: Transformaes de
medidas em potncias e de medidas em acres.
Clculos de lucros com o uso da energia elica.
13
Te x t o
Objetivos
 Discutir sobre a importncia do vento na produo
de energia eltrica.
 Realizar transformaes de Sistema Internacional
de Unidades, em especial, a usada pela
energia elica.
Introduo
A velocidade do vento recebe nomes diferentes:
brisas, alsios, ciclones e furaces. Em muitos
lugares o vento  utilizado para produzir trabalho.
Atualmente, com a preocupao de preservar
o meio ambiente, o vento utilizado como energia
elica  uma forma econmica de obter energia
eltrica.  a fora do vento que movimenta as turbinas
dos parques elicos. Muitos lugares do
mundo j se utilizam desse potencial energtico
inesgotvel. As caractersticas climticas e geogrficas
do territrio brasileiro, especialmente o
nordeste, favorece a instalao de parques elicos,
devido a correntes de ventos favorveis 
movimentao de turbinas elicas. A sua regio 
favorvel  instalao de parque elico? Quais os
lugares do Brasil que obtm energia elica? Por
que ela  considerada uma energia limpa? Para
que serve a torre que gera energia elica? Voc
sabe onde o motor est situado e qual sua funo?
Qual a relao entre a adoo desse tipo de
energia e o trabalho no campo?
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre os
benefcios econmicos de instalao de parques elicos
e suas relaes com o trabalho no campo.
Dica do professor: Site: www.elica.com.br (Centro
Brasileiro de energia elica).
58  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
decawatt, hectowatt, quilowatt e megawatt, ou
seja: w, daw, hw e kw, dando seus respectivos
valores numricos.
6. Escreva qual  o valor de 1 miliwatt (mw)
considerando que 1 deciwatt (dw)  1/10.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  59
rea: Cincias Nvel I e II
1. Usando um cho de cimento ou cermica como
apoio, pea para os alunos queimarem
duas folhas de papel enroladas como bolinhas.
2. Usando um fsforo, inicie a combusto de cada
uma das folhas, procedendo da seguinte
maneira:
a) uma folha deve queimar colocando-se o copo
de vidro em cima da bolinha (dixido
de carbono e monxido de carbono).
b) a outra folha deve ser queimada sem se colocar
o copo em cima (dixido de carbono).
3. Pea aos alunos que observem a fumaa produzida
por cada uma das bolinhas.
4. Aps o fogo ter se apagado, pea para que
descrevam o que observaram em termos de
cor e odor nas fumaas emitidas e identifique
se observaram alguma diferena.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Fsforo, folhas de papel e
um copo de vidro.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Estudando propriedades de gases
Resultados esperados: Observao das propriedades
de gases gerados em combusto  cor
e odor. Lista contendo sugestes de cuidados que
devem ser tomados para no respirarmos gases
produzidos por combusto completa e por combusto
incompleta de materiais.
14
Te x t o
Objetivo
 Observar propriedades de gases gerados em
combusto.
 Identificar precaues que se deve tomar quando
em presena de gases gerados por combusto
completa e incompleta.
Introduo
Quando um motor de carro funciona, ele emite,
alm de dixido de carbono, outros gases diferentes.
Um deles  o monxido de carbono, que
resulta de uma combusto incompleta. Combusto
 nome que se d  queima de algum
material quando ele  colocado em contato com
o oxignio do ar na presena de uma centelha,
liberando energia. A combusto  chamada completa
quando ela produz dixido de carbono e
gua e ocorre quando h abundncia de oxignio.
Combusto incompleta gera monxido de
carbono e gua e ocorre quando h pouco oxignio.
Que conseqncias isso traz para o ser
humano e para o planeta? O monxido de carbono
 txico para os seres vivos. Por ser um gs
incolor e inodoro, exige um cuidado das pessoas
quando esto em ambientes fechados com
motores funcionando. Esse problema tambm 
causado pela poluio emitida por veculos automotivos.
Alm do carro, quais outros objetos produzidos
pelo trabalho humano poderiam fazer
parte dessa problemtica? Que solues poderiam
ser estabelecidas? Esta atividade estimula a
identificao de propriedades de gases.
Dica do professor: Em 1984 ocorreu na ndia um grave
acidente em uma indstria qumica, liberando um composto
qumico chamado isocianato de metila. Esse composto,
aps reagir com gua, gera cianeto, que tambm possui a
propriedade de se ligar  hemoglobina sangunea. Como
conseqncia, milhares de pessoas foram mortas ou ficaram
gravemente enfermas.
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rea: Matemtica Nvel I e II
1. Verifique h quantos anos, dcadas e sculos a
temperatura do planeta Terra vem subindo
(observe dados no texto).
2. Encontre quantos gramas de CO2 so evitados
de ser lanados na atmosfera, considerando
que mensalmente o trabalhador deixe de percorrer
15 km dirios de carro e que para cada
km que um carro deixa de percorrer, evita-se
a emisso de cerca de 300 gramas de dixido
de carbono.
3. Determine o volume de gasolina que  economizado
para o bem do planeta, se o mesmo
automvel (definido no exerccio "2") queima
1 litro de gasolina a cada 8 km rodados.
Descrio da atividade
Material indicado:
P Calculadora.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P A vida na terra em alerta
Resultados esperados:
a) Trabalho com aplicaes de medidas de volume,
capacidade e comprimento.
b) Resoluo de regras de trs simples.
c) Reconstruo das transformaes de tempo
(ano, dcada e sculo).
14
Te x t o
Objetivos
 Estudar as caractersticas climticas regionais.
 Alertar para os perigos a que est submetido o
planeta.
Introduo
Os dados metereolgicos indicam que a terra
est se aquecendo gradativamente desde a
Revoluo Industrial. A principal causa dessa
alterao climtica  atribuda ao crescente consumo
de combustveis energticos. A grande
maioria dos cientistas que estudam o clima afirma
que a humanidade est prestes a uma catstrofe
climtica envolvendo inundaes, secas,
epidemias e ondas de calor fatais. Desse modo,
h um grande perigo para o planeta e todos os
seres vivos. Voc sabia que ao plantar uma rvore
h possibilidade dela absorver uma tonelada de
dixido de carbono ao longo de sua existncia?
H trs perguntas no texto lido, discuta-as com
seus pares. Por que o desmatamento  uma das
causas do efeito estufa? Voc tem observado
mudanas climticas em sua regio? Que medidas
voc sugere para evitar o aquecimento do
planeta?
Contexto no mundo do trabalho: O compromisso de
cada cidado e cidad de racionalizar o uso de fontes
de energia. O aquecimento global leva prejuzos tanto
no meio urbano quanto rural, portanto  necessrio
cuidar do planeta, para que se tenha sade, vida, trabalho
e continuidade das espcies.
Dica do professor: Livro: Luiz de Miranda. Antologia
Potica. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1987  Trata do
homem e da terra.
60  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  61
rea: Portugus Nvel I
1. Atividades de pr-leitura: Testar o conhecimento
prvio dos alunos, a partir das duas
questes contidas na introduo. Perguntar o
que entendem por gases do tipo estufa.
2. Atividades de leitura: Ler o texto com os alunos.
Comentar amplamente.
3. Jogo das Proparoxtonas:
Divida a sala em grupos: Entregue a cada grupo
uma lista com as perguntas a seguir. Informe
que devero responder apenas com palavras
proparoxtonas. Lista de questes:
1) Que partes do seu corpo tm nomes proparoxtonos?
(estmago, ndegas, plpebras,
fgado)
2) Voc pode citar um planeta cujo nome 
proparoxtono? (Jpiter)
3) Esquenta a cabea rapidinho, mas nunca
pensa. Quem ? (fsforo)
4)  guaran,  cerveja e seu nome 
proparoxtono. (Antrtica)
5) Roma  a sede de que Igreja? (catlica)
6) O nome dele  Colombo. O que descobriu?
Descrio da atividade (Amrica)
7) O Zeca, hoje, est sbrio ou est .........?
(bbado)
8) Voc conhece um time de futebol profissional
com nome proparoxtono? (Nutico)
9) Ela tem um oito no olho. Que oito  esse?
(culos)
10) Que formas geomtricas utilizo para desenhar
um pintinho de galinha? (tringulos
e crculos).
4. Quando o primeiro grupo terminar, escolha
um membro para ir  lousa e escrever as
respostas. Se esquecer algum acento, pea a
outro grupo que v  lousa e continue. O
importante na atividade  a ateno que deve
ser dada aos acentos grficos.
Material indicado:
P Lista com perguntas
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P O jogo das proparoxtonas
Resultado esperado: Ampliao da competncia
escritora.
14
Te x t o
Objetivo
 Reconhecer e acentuar corretamente as palavras
proparoxtonas.
Introduo
O crescente progresso na rea urbana e rural tem
trazido resultados nefastos para a vida na Terra.
Nas cidades o incremento do uso de automveis
aumenta tambm a liberao de gases, como o
dixido de carbono, que  txico para todos os
seres vivos. Portanto, no so apenas os homens
a serem atingidos por esses gases, mas as plantaes,
animais e o prprio planeta. A Terra est
cada vez mais quente? Quais seriam os motivos?
Contexto no mundo do trabalho: Relacionar os problemas
do progresso na qualidade de vida no planeta.
Refletir sobre o ambiente de trabalho, identificando
quais as possveis maneiras de cada um, individualmente,
criar solues para a melhoria do meio ambiente
no seu trabalho.
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62  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Educao e Trabalho Nvel I
1. Pea aos alunos que observem toda a pgina
do texto 34.
2. Levante perguntas para um debate: o que
mais chamou a sua ateno? Quais so os elementos
presentes na foto? E quais so os que
voc no v, mas que tambm esto presentes
nela? Que tipo de trabalho realizam as pessoas
que moram nesse lugar? Que tipo de
relao os trabalhadores estabelecem com a
natureza? Em sua opinio, o que  um trabalho
em harmonia com a natureza?
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Cego  quem v s aonde a vista alcana
Resultado esperado: Elaborao de painis
sobre o tema Trabalho em harmonia com a natureza.
15
Te x t o
Objetivo
 Analisar as relaes que os homens estabelecem
com os demais elementos da natureza.
Introduo
Bela paisagem! A exclamao em face dessa imagem
pode evocar duas situaes opostas: a possibilidade
de ocupao do litoral brasileiro de forma
que a interao entre homem e natureza se d
harmoniosamente; e uma ocupao desordenada
que ameaa a fauna e a flora, que polui e agride a
natureza com conseqncias negativas para a vida
do homem. Esses dois tipos de relao entre o
homem e a natureza esto intimamente relacionados
s escolhas que faz uma sociedade sobre o
projeto de desenvolvimento que quer para si. A
relao entre o homem e a natureza no , em si
mesma, nociva. Ela torna-se prejudicial quando
prioriza interesses econmicos imediatos de grupos
sociais que no se comprometem com a preservao
do meio ambiente para as geraes futuras,
garantindo a renovao dos recursos naturais
e a qualidade de vida no planeta.
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre os
tipos de trabalho que agridem a natureza e as formas de
modific-lo.
Dicas do professor: Sites 
Conservao Internacional (CI-Brasil)  www.conservacao.
org
Fundao Biodiversitas  www.biodiversitas.org.br
Fundao SOS Mata Atlntica  www.sosmatatlantica.org.br
Ibama  www.ibama.gov.br
Mural  www.globalgarbage.org/mural.php  30k
Vdeo  Zoneamento do Litoral www.tvcultura.com.br/
reportereco/materia.asp?materiaid=266
Protocolo do mar  www.tvcultura.com.br/reportereco/
materia.asp?materiaid=387
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  63
rea: Artes Nvel I e II
1. Incentive os alunos a falar o que sabem sobre
a pesca em rios.
2. Promova um debate sobre os diferentes tipos
de pesca apoitada, corrico, rodada, retirando
dos alunos suas experincias com esses tipos
de atividades.
3. Problematize o debate, a partir das questes:
o que vocs acham que acontece com a vida
nos rios que sofrem a ao do homem na
construo de barragens hidreltricas? Como
a pesca pode no ser predatria?
4. Pea aos alunos que, individualmente, faam,
por escrito, uma descrio da foto, registrando
todos os elementos nela presentes.
5. A seguir, incentive-os a criar um ttulo para a
foto.
6. Cada aluno dever criar com o texto de sua
descrio, em uma folha de papel (Kraft ou
cartolina), uma imagem composta de texto,
ou seja, substituindo os elementos imagticos
da foto por elementos grficos do texto. O aluno
poder explorar em sua obra tipos diferentes
de grafia.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 3 h para apresentao e discusso
Atividade P Transformao
Resultados esperados:
Reflexo sobre a ao do homem na degradao
do meio ambiente, especificamente na extino
da vida nos rios. Observao de detalhes em uma
obra.
16
Te x t o
Objetivo
 Construir uma obra plstica composta da escrita
da imagem.
Introduo
O texto nos convida a pensar sobre a atividade
de pesca em rios: lazer e trabalho. O que voc
sabe sobre esse tipo de trabalho? Que histrias
tem para contar? Ao analisar a imagem, quais
sensaes lhe ocorrem?
Contexto no mundo do trabalho: Importante refletir
sobre a atividade do trabalho de pesca e a degradao
do meio ambiente, pela pesca amadora, predadora e,
ainda, pela construo de usinas hidreltricas, como,
por exemplo, o peixe Ja, na bacia do Rio Grande,
ameaado de extino pela construo da Barragem
Hidreltrica do Funil.
Dica do professor:
Sites  www.mnemocine.com.br/fotografia/histfoto2.htm.
http://fototecnicas.ubbihp.com.br/dicas/fotografia_pin
hole_wikipedia.html.
/www.fotoreal.com.br/interna.asp?idCliente=29&acao=m
ateria&id=336.
www.webpesca.com.br/internauta/exibe_art.asp?ART=58.
7. Monte a exposio das obras-texto, com seus
respectivos ttulos.
8. Incentive a classe a analisar as obras e seus
ttulos, baseada nos elementos (palavras) utilizados
e nas sugestes ou proposies de
idias feitas pelos autores.
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64  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Educao e Trabalho Nvel I
1. Promova um debate com a classe explorando
a imagem com os seus alunos sob variados
aspectos: o tipo de atividade, quem a realiza,
como, onde, por que ou para que, dos primrdios
da humanidade at os dias atuais.
2. Pergunte-lhes se tm alguma experincia de
pescaria e pea-lhes que a relatem.
3. Pea-lhes para fazer uma comparao entre
uma pescaria que traz benefcios ao ser humano
e outra que gera malefcios.
4. Pergunte-lhes, tambm, se tm informaes
sobre a pesca predatria e se sabem por que
ela existe.
5. Mostre aos alunos que a atividade da pesca,
controlada, no traz malefcios ao ser humano.
Muito ao contrrio,  benfica, pois  uma
das formas de trabalho humano que gera condies
de sobrevivncia. O trabalho humano,
em si mesmo, no tem o poder de depredar a
natureza. O que o torna predatrio  a manei-
Descrio da atividade ra como acontece na sociedade onde se realiza.
Se for uma sociedade onde prevalecem os
interesses econmicos acima dos interesses
dos homens e mulheres que a constituem, o
trabalho humano produz malefcios.
Atividade P A pescaria
Resultado esperado: Discusso sobre a pesca
como atividade humana que tanto pode ser benfica
quanto malfica.
16
Te x t o
Objetivo
 Discutir a pesca como atividade humana que
tanto pode ser benfica quanto malfica.
Introduo
A pesca  uma das mais antigas atividades realizadas
pela humanidade. Todos ns conhecemos a
sua importncia como mediadora da relao do
homem com a natureza, beneficiando a existncia
de vrias comunidades, dos primrdios da
civilizao at os dias atuais. No entanto, hoje em
dia,  muito comum v-la aparecer nos meios de
comunicao social como uma atividade por meio
da qual o homem produz desequilbrios no meio
ambiente, desde a atividade de pesca amadora
at a de grandes navios que pescam espcies
ameaadas de extino  captura indiscriminada
de peixes que no chegam  idade adulta. O que
ter acontecido com essa atividade que parece
to natural  existncia humana para ser insistentemente
alvo de medidas voltadas para a preservao
ambiental?
Contexto no mundo do trabalho: Discutir a atividade
de pesca relacionando-a  interveno inadequado do
homem, produzindo desastres ambientais.
Dica do professor: Sites 
www.pescabrasil.com.br/fotos.asp;
www.mma.gov.br; www.sosmatatlantica.org.br//;.
oceans.greenpeace.org/pt/nossos_oceanos/pesca_
predatria;
www.riosvivos.org.br/;
www.mte.gov.br/.
Tempo sugerido: 4 horas
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  65
rea: Portugus Nvel I e II
1. Pea aos alunos para descreverem a paisagem
que vem na antologia. Insista para que falem
sobre gradao de luz e cores, impresses pessoais,
emoes suscitadas pela foto.
2. Incentive-os a imaginar a biografia de um dos
pescadores: como se chama, quantos anos tem,
onde mora, nome dos filhos e mulher (se for
casado), profisso, preferncias, coisas que
detesta, etc.
3. Proceda da mesma forma para a criao da
biografia do outro pescador.
4. Solicite que imaginem quais os barulhos e os
cheiros sentidos pelos pescadores no momento
da foto.
5. Pea-lhes que se dividam em grupos de at
quatro pessoas e atribua, para cada um, uma
das seguintes tarefas:
a) Faa, por escrito, a descrio da foto. Registre
as cores, os barulhos, as pessoas, os
gestos, as impresses pessoais.
b) Faa, por escrito, a descrio de como ficaria
a mesma foto no fim da tarde. Como
ficariam as cores? Quais seriam as emoes
provocadas?
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Leitura do texto no verbal: a descrio
Resultados esperados: Ampliao da capacidade
escritora. Discusso sobre o trabalho de
pescaria.
16
Te x t o
Objetivos
 Estimular a leitura do texto no verbal.
 Realizar exerccio de descrio.
Introduo
O que sentimos ao contemplar uma bela foto?
Como podemos descrever em palavras as nossas
emoes?
Contexto no mundo do trabalho: Discutir o trabalho
de pesca, a partir de impresses, vivncias, sentimentos
prprios.
c) Crie uma narrao que mostre ao leitor os
acontecimentos vividos pelas duas personagens
no minuto seguinte ao registro dessa
foto pelo fotgrafo.
d) Crie uma narrao que mostre ao leitor os
acontecimentos vividos pelas duas personagens
dez minutos antes do registro da
foto pelo fotgrafo.
6. Cada grupo apresenta sua produo aos demais
colegas.
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rea: Artes Nvel I e II
Etapa 1:
Leia o texto com os alunos. Aps a leitura do
texto, faa um levantamento entre eles de quantos
j usaram ou utilizam algum tipo de lixo orgnico
como adubo para plantas. Investigue as
razes e os resultados.
Etapa 2:
Aps essa primeira discusso, liste na lousa que
outros materiais ou produtos poderiam ser de
alguma forma reutilizados.
Etapa 3:
Divida a classe em grupos e distribua os itens listados
na lousa.
Etapa 4:
Os alunos devero pesquisar como se d a reutilizao
dos materiais presentes nos produtos a
serem reciclados, ou seja, os processos utilizados
e quais as possibilidades de seu uso posterior.
Etapa 5:
Apresentao do resultado da pesquisa.
Etapa 6:
Discusso final tendo por foco os produtos pass-
Descrio da atividade
Tempo sugerido: Etapas 1 a 3: 1 h; etapas 4 a 6: 1h30.
Atividade P O mundo do lixo
Resultados esperados:
 Percepo que o impacto ambiental decorrente
da produo de lixo pode ser minimizado pela
sua correta reutilizao.
 Conhecimento de outras formas de produo e
de gerao de renda.
17
Te x t o
Objetivo
 Pesquisar o lixo e suas variadas formas de utilizao.
Introduo
O texto nos fornece informaes sobre um programa
que utiliza a reutilizao de lixo orgnico,
gerando novos empregos, alm de contribuir para
a reduo de lixo descartado na cidade, a poluio
de rios e mares, a proliferao de bactrias
que provocam doenas, etc. Voc j havia pensado
nisso? Voc tem conhecimento de outras iniciativas
parecidas com o Programa Berimbau? J
teve a curiosidade de pesquisar na internet sobre
as formas de reutilizao do lixo orgnico?
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo e discusso
sobre a necessidade de adoo da reutilizao do lixo
orgnico em casa e no trabalho.
Dicas do professor: Voc pode encontrar informaes no
site: www.reciclasa.com
Outra forma: na semana anterior a esta aula, explique aos
alunos o que pretende fazer e pea-lhes que tragam diferentes
informaes sobre o assunto em jornais, revistas,
livros e em o que eles tiverem acesso em casa ou no trabalho.
66  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
veis de serem fabricados e/ou confeccionados
com materiais reciclados, a percepo de diferenas
regionais/culturais no uso desses materiais
e da criatividade e de padres estticos na
criao de novos produtos. Obs: Leve diferentes
fontes de materiais de pesquisa para os alunos.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  67
rea: Cincias Nvel I e II
1. Pea aos alunos que leiam o texto.
2. Discuta a importncia dessas iniciativas hoje
em dia, com o aumento populacional e o acmulo
de lixo.
3. Faa com os alunos a discusso sobre o significado
da expresso equilbrio ecolgico, introduzindo
o papel da cadeia alimentar nesse
equilbrio.
4. Divida os alunos em grupos e fornea como
exemplo trs cadeias alimentares:
a) Capim-Gafanhoto-Sapo-Cobra boipeva;
b)Trigo-Gafanhoto-Galinha-Raposa;
c)Algas-Lambari-Trara-Homem.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P O que  cadeia alimentar?
Resultado esperado: Capacidade de reconhecer
que as atividades dos seres humanos
podem afetar o meio ambiente e por conseqncia,
a sociedade.
17
Te x t o
Objetivos
 Conhecer o papel da cadeia alimentar na
manuteno do equilbrio ecolgico.
 Compreender a influncia da ao humana sobre
o meio ambiente e como os demais organismos
existentes podem ser afetados.
Introduo
A ecologia  uma das reas da biologia que estuda,
entre outras coisas, o equilbrio ecolgico 
de que maneira os organismos existentes interagem
com o ambiente em que vivem. Para
tanto,  importante conhecer qual a fonte de alimento
para cada uma das espcies presentes em
um ecossistema. A seqncia de seres vivos, uns
servindo de alimento a outros, sucessivamente, 
chamada de cadeia alimentar; o lixo orgnico
transformado em adubo se insere nesse contexto.
O conhecimento de como funciona a cadeia alimentar
 importante para se estudar o impacto
Contexto no mundo do trabalho: A discusso sobre
o trabalho do homem e as conseqncias na natureza
que podem ser avaliadas por uma falta de planejamento
que tenha como pressuposto o equilbrio
ecolgico.
Dicas do professor: Sugestes para completar a tabela:
a) Com o aumento dos peixes, poder faltar alimento.
b) A diminuio da populao de algas, prejudicar os animais
que a utilizam como alimento.
c) Com a diminuio das plantas, todos os outros componentes
da cadeia sero prejudicados.
5. Solicite que cada grupo proponha uma cadeia
alimentar prpria a partir de suas observaes
do dia-a-dia.
ambiental que uma atividade econmica pode
acarretar ao meio ambiente, o que certamente
afetar os seres humanos. Qualquer mudana
drstica na populao de uma espcie pode afetar
o equilbrio do ecossistema. Assim, a pesca
como trabalho humano pode promover o desequilbrio
ecolgico? Como? A agropecuria tambm?
O turismo?O prprio lazer? A Indstria? E
tantos outros trabalhos que, por isso mesmo,
devem estar intimamente vinculados com um
planejamento que tenha em conta o desenvolvimento
sustentvel com respeito  ecologia.
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rea: Matemtica Nvel I e II
1. Pea aos alunos que resolvam a seguinte situao:
Uma fazenda possui 5000 ps de caf
para serem adubados. Quantos quilos de
adubo sero utilizados pelo fazendeiro em um
ano, considerando que para cada p de caf
ele utiliza 250 gramas de adubo a cada 45
dias.
2. Apresente os mltiplos e submltiplos do
grama (unidade padro de massa). Chame a
ateno dos alunos para a transformao de
250 gramas em kg.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Qual a quantidade certa de adubo?
Resultados esperados: Compreenso da
transformaes de unidades.
17
Te x t o
Objetivo
 Ensinar aos alunos transformaes de unidades
de medida.
Introduo
A gerao de resduos urbanos traz problemas
para a sociedade como doenas e poluio ambiental.
Isso ocorre pois, na maioria das vezes, o
lixo  depositado em lixes a cu aberto e sem o
controle ambiental. Em nosso pas, a maior parte
do lixo vai para os lixes. Poderamos reduzir o
dano ambiental, realizando a separao do lixo
em duas partes: o seco e o mido. Assim, diminuiramos
a quantidade de lixo que iria para os
aterros sanitrios ou para os lixes, pois a parte
seca teria outro fim. Voc conhece outro destino
possvel  parte seca do lixo? E da parte mida?
Um dos destinos do lixo mido poderia ser a
compostagem em casa ou por meio de usinas
prprias para este fim. Mas quanto desse adubo
devemos utilizar em plantaes? Quanto devemos
produzir para adubar a plantao?
Contexto no mundo do trabalho: A reciclagem 
uma importante fonte de renda para famlias
brasileiras. A maioria das latinhas de alumnio encaminhadas
para a reciclagem  retirada do meio ambiente
pelos catadores. Estes profissionais realizam um
trabalho que muitas vezes no  reconhecido pelas
autoridades e nem pelos demais cidados.
Dicas do professor: A situao pode ser alterada visando
outras culturas ou outras quantidades de ps de caf.
www.cempre.org.br; APTA  Associao de Programas em
Tecnologias Alternativas: Rua 7 de setembro, 289, centro,
Vitria, ES 2732223527  Associao Cho Vivo: Av. Frederico
Grulke, 612, Centro, Santa Maria de Jetib - ES ou
www.chaovivo.com.br.
68  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  69
rea: Matemtica Nvel II
1. Divida a turma em grupos e mostre a seguinte
descrio de como fazer a compostagem:
a) Corte seu lixo orgnico em pedaos pequenos
e v juntando tudo at formar um
monte de mais ou menos 1,5 m de altura;
b) Revire o monte toda semana e mantenha-o
sempre mido, se possvel utilize um regador.
Isso evitar moscas e mau cheiro. No
deixe o monte na chuva. Tenha cuidado
para que ele no fique nem muito molhado,
nem muito seco;
c) Verifique sempre a temperatura do monte.
 normal, e at recomendvel, que ele fique
quente por um tempo;
d) O composto leva cerca de 90 dias para ficar
bom, quando fica parecido com terra. Misture
o composto com o solo do seu quintal,
e ele estar pronto para ser utilizado.
2. Mostre aos alunos a relao final do volume:
O volume final do esterco produzido  de 1/3
a metade do volume inicial e a densidade
varia de 400 a 600 kg por m3, dependendo
sobretudo do teor de umidade e estado de
compactao.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Calculadora, papel
cenrio e rgua
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Qual o rendimento?
Resultado esperado: Calculo do volume de
prismas.
17
Te x t o
Objetivo
 Ensinar aos alunos o clculo de volume.
Introduo
A gerao de resduos urbanos traz problemas
para a sociedade como, doenas e poluio ambiental.
No  raro vermos nas cidades lixos
descartados a cu aberto. Voc j pensou em uma
soluo para isso? Voc j tinha ouvido falar em
compostagem? J realizou esse tipo de atividade
em sua casa? E no seu trabalho, h meios de
realizar essa atividade?
Contexto no mundo do trabalho: Reflexo sobre as
formas de descarte adequado do lixo e sua reutilizao
em casa e no trabalho.
Dica do professor: Sites 
www.sucatas.com; www.cempre.org.br;
www.agrojuris.eng.br/Minicurso/CulturaProducaoComposto/
1.01producaocomposto.htm;
www.laviet.ufba.br/compostagem/folder.htm.
3. Cada grupo dever indicar uma largura e um
comprimento para uma suposta pilha de compostagem
com 1,5m de altura.
4. Pea a cada grupo que calcule o volume dessa
pilha. Considere que a pilha possui a forma de
um prisma de base retangular.
5. Pea-lhes que determinem, tambm, o volume
final (utilizando 1/3 e metade) e o peso que
h na pilha.
6. Cada grupo deve apresentar o seu resultado
para a turma.
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70  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Portugus Nvel I
1. Pea aos alunos que leiam o texto em dupla.
2. Oriente para que cada dupla destaque do
texto o que acharam mais importante.
3. Promova uma discusso sobre os aspectos levantados
pelas duplas, direcionando a ateno
dos alunos para o problema do lixo orgnico.
4. Oriente os alunos de forma a distingirem
trs partes do texto (ttulo, subttulo, desenvolvimento).
5. Oriente os alunos que esse texto traz uma
notcia que responde s perguntas: O qu?
Quem? Quando? Como? Onde? Por qu? Para
qu?.
6. Pergunte se algum da classe costuma ler jornal
ou j leu. Explique que o jornal traz uma
notcia, tambm, que sempre relata um acontecimento.
7. Informe aos alunos que as notcias dos jornais,
assim como a notcia desse texto, aparecem
escritas sob a forma de uma pirmide
invertida: primeiramente, o que  mais importante;
depois, os detalhes.
8. Verifique com os alunos em que pessoa verbal
a notcia do texto  narrada. Normalmente em
terceira pessoa para dar a impresso de im-
Descrio da atividade pessoalidade: o redator fica  margem, pois
busca veracidade e objetividade.
9. Instrua os alunos a observarem as oraes:
normalmente so breves, tm ordem sinttica
cannica (sujeito, verbo, complemento).
10. Pea aos alunos para observarem se o texto
evita os adjetivos (normalmente, para evitar
comprometimento do jornal).
11. Proponha aos alunos que destacaquem os
verbos do texto: se indicam deslocamentos
(ir, viajar); os que indicam transformao ou
realizao (fazer, inaugurar, destruir, assinar);
se indicam expresso pessoal (falar,
dizer, alegar, etc.).
12. Solicite aos alunos que, a partir da observao
das caractersticas do texto jornalstico,
diagramem uma pgina com notcias
locais ou fictcias. As fotos podem ser recortadas
de revistas ou podem ser reais.
Materiais indicados:
P Lpis, papel, canetas, etc.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Estrutura da primeira pgina do jornal; reconhecimento das partes da notcia.
Resultados esperados:
 Reconhecimento da organizao e princpios da
estrutura da notcia jornalstica.
 Ampliao da capacidade de ler textos jornalsticos.
17
Te x t o
Objetivo
 Reconhecer algumas caractersticas da notcia
jornalstica e analisar a diagramao da primeira
pgina do jornal.
Introduo:
A leitura do jornal  de extrema importncia
para a formao do leitor. Reconhecer suas caractersticas
 fundamental para melhor compreend-
lo. Voc j reparou em suas estruturas?
O texto apresenta aes que reduzem o desperdcio
e transformam o lixo orgnico em adubo.
Voc j leu uma notcia desse tipo em um jornal?
Contexto no mundo do trabalho: Promover discusses
sobre a gerao de empregos a partir da notcia do
texto. Incentivar a leitura de jornais e discutir com os colegas
no trabalho.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  71
rea: Economia Solidria Nvel I e II
1. O professor, juntamente aos alunos, poder
organizar um seminrio cujo objetivo  discutir
e conhecer experincias de gerao de trabalho
e renda no campo da economia
solidria, nas quais os prprios trabalhadores
so os gestores do seu negcio e tm como
preocupao a preservao ambiental. Para
tanto, poder convidar pessoas da comunidade,
de outras escolas, Universidades, ONGs
etc.
2. Os palestrantes devero expor a sua prpria
experincia ou outras que conheam. Podem
ser experincias existentes na prpria comunidade
ou em outros municpios/
regies/estados.  importante que dentre as
experincias relatadas alguma tenha como
foco a reciclagem.
3. O professor ou algum aluno poder tambm
falar sobre a experincia relatada no texto.
4. O seminrio, alm das exposies dever contemplar
momentos para o debate entre os participantes.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Papel, caneta, e outros
solicitados pelos
palestrantes.
Tempo sugerido: 1 ms
Atividade P Economia solidria e meio ambiente
Resultado esperado:
Conhecimento, ao final da atividade, de experincias
de gerao de trabalho e renda no campo
da economia solidria e as possveis formas
de desenvolv-las preservando o meio ambiente.
17
Te x t o
Objetivo
 Mostrar como  possvel por meio da economia
solidria gerar trabalho e renda preservando o
meio ambiente
Introduo
O texto mostra como  possvel preservar o meio
ambiente e ao mesmo tempo gerar renda no s
para quem est envolvido na produo do adubo
orgnico, mas tambm para quem poder utiliz-
lo na agricultura. Todo esse trabalho alm
de ser ecologicamente importante tem como
caracterstica a oportunidade de ser desenvolvido
por meio de uma experincia de economia
solidria, ou seja, por uma cooperativa, gerida
pelos prprios cooperados, pessoas da comunidade
que estavam desempregadas e que com
essa iniciativa esto contribuindo para o seu
desenvolvimento.
5. Ao final, o professor poder fazer uma sntese
das discusses.
6. Os alunos tero como tarefa fazer um
relatrio do contedo do seminrio.
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72  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Artes Nvel I e II
1. Promova um debate com os alunos sobre o
que vem na foto: tipos de trabalhos, condies
de trabalho, poca que imaginam estar
retratada na foto, seus elementos, detalhes e
tema, etc.
2. Pea aos alunos que se dividam em grupos
pequenos. Cada grupo ficar responsvel pela
realizao de um documentrio sobre trabalho
e meio ambiente. Lembre-se: o documentrio
visa retratar o mundo como ; ele no 
fico,  realidade.
3. Os grupos devero sair a campo (pode ser na
escola ou em seus arredores) para documentar
o assunto escolhido. O registro poder ser
feito em fotografia, vdeo ou desenho.
4. Cada grupo contar aos demais a experincia
de documentar, as condies em que se deu o
registro e por que escolheram aquele aspecto
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Imagem documental
Resultado esperado:
 Percepo de que das cenas cotidianas podemos
extrair informaes sobre temas e fazer arte.
Discusso das atividades de trabalho, a partir de
um desenho-texto de outra poca.
18
Te x t o
Objetivo
 Explorar o tema do caderno por meio da produo
de uma imagem documental.
Introduo
Desde a poca das navegaes, pintores e escritores
compunham a tripulao das expedies.
Mas  no final do sculo XVIII e durante o sculo
XIX, com o incio das expedies cientficas,
que os ilustradores comeam a ocupar lugar de
destaque, registrando com preciso o que vem e
est sendo estudado pelos cientistas dessas expedies.
A geografia, a fauna e a flora nativas so
os temas principais. Mas, os habitantes locais,
seus usos e costumes tambm passam a ser
temas das obras, cujo resultado colabora para
formar a viso que o europeu tem dos povos visitados,
despertando curiosidade e aguando a
imaginao. Debret e Rugendas so dois artistas
que realizaram trabalhos no Brasil, tanto em
desenho como em pintura. Cenas da vida cotidiana,
das relaes sociais, das paisagens naturais,
dos retratos dos povos que aqui viviam, de seus
governantes e de situaes urbanas formam a
base da obra brasileira desses dois artistas,
importante fonte documental da poca.
Contexto no mundo do trabalho: Discusso das atividades
de trabalho do homem nos dias atuais, a partir da
anlise de tipos de trabalho de outras pocas.
Dicas do professor: Sites 
http://consorcio.bn.br/escravos/galeriagravuras.html
www.academiadosamba.com.br/passarela/mocidade/
1968.htm
http://soniasilva.com.br/figuras/Debret/Laudelino.htm
www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=
688
especfico do tema para registrar.
5. Cada grupo apresenta o seu documentrio.
6. Feche a atividade, relacionando o desenhotexto
ao trabalho realizado pela classe.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  73
rea: Educao e Trabalho Nvel I e II
1. Pea aos alunos para descreverem, minuciosamente,
o que retrata a figura: quem so os personagens,
o que faz cada um, como e onde.
2. Pea-lhes para imaginar que poca est a retratada.
3. Comente que a atividade retratada supe uma
determinada organizao do trabalho e da produo.
Introduza a idia de que cada sociedade
possui um tipo de organizao do trabalho.
4. Pergunte-lhes qual seria a possvel organizao
do trabalho indicada na figura.
5. Pea-lhes que faam uma comparao com o
trabalho nos dias atuais e que dem exemplos.
6. Comente que a organizao da produo e do
trabalho na sociedade capitalista gera atividades
que prejudicam o meio ambiente. Pea
que dem exemplos.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Trabalho no capitalismo e meio ambiente
Resultado esperado: Discusso sobre a
relao entre as atividades que geram malefcios
ao meio ambiente e o modo como se organiza a
produo na sociedade capitalista.
18
Te x t o
Objetivo
 Relacionar as atividades que geram malefcios
ao meio ambiente com o modo como se organiza
a produo na sociedade capitalista.
Introduo
O trabalho  uma atividade por meio da qual o
homem relaciona-se com a natureza, com os
outros homens e consigo mesmo. Sendo assim o
homem, como todo ser vivo, interfere no meio
ambiente. O modo de organizar o trabalho est
intimamente relacionado  maneira como uma
sociedade se relaciona com o meio ambiente.
Uma sociedade pode manter uma relao de
equilbrio ou de desequilbrio entre o homem e a
natureza, o que depender dos interesses priorizados
por ela. Na sociedade capitalista, os interesses
econmicos definem a relao dos homens
com o meio ambiente. Por essa razo, o trabalho
dos homens muitas vezes afeta negativamente o
equilbrio ambiental. Como o homem pode, nos
dias atuais, com o progresso que as sociedades
alcanaram, priorizar o equilbrio entre trabalho
e natureza, de forma a reverter os malefcios que
vem causando ao meio ambiente?
Contexto no mundo do trabalho: Debater sobre as
possibilidades de equilbrio entre a atividade de trabalho
do homem e o meio ambiente torna-se tarefa
imprescindvel na escola, na famlia, no trabalho, etc.
Dicas do professor: Sites 
www.mma.gov.br
www.sosmatatlantica.org.br/
oceans.greenpeace.org/pt/nossos_oceanos/pesca_predatria
www.riosvivos.org.br/
www.mte.gov.br/
7. Incentive-os a propor alternativas para uma
relao equilibrada entre o homem e o meio
ambiente.
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rea: Lngua Estrangeira  Espanhol Nvel II
1. Explore com os alunos os detalhes da imagem,
de maneira a identificar as personagens
(gnero, idade, grupo tnico, origem, etc.), a
vestimenta, as posies em que se encontram.
2. Pergunte aos alunos o que h de comum e de
diferente entre elas. Que relao podemos
estabelecer entre essas pessoas e o lugar onde
se encontram? Em que poca essa cena se
desenrola? Que trabalho executam? Como  o
meio ambiente?
3. Introduza um glossrio temtico em espanhol.
E, considerando o conhecimento prvio
da lngua estrangeira, pea aos alunos que
elaborem um pequeno texto com as seguintes
expresses:
-el ingenio de la caa de azcar/la cosecha de
la caa de azcar/ el trabajo esclavo/ el
trapiche/ la molienda/ el cultivo de la caa de
azcar/ los caaverales.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Caderno ou papel e lpis.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Imgenes, historia y esclavitud
Resultado esperado: Produo oral e escrita
sobre o trabalho na cultura da cana-de-acar:
na Colnia e nos dias atuais.
18
Te x t o
Objetivos
 Comparar as condies adversas de trabalho
em pocas diferentes: Brasil Colnia e atual.
Introduo
A economia colonial brasileira pode ser caracterizada
pela mo-de-obra escrava. O produto escolhido
pelos portugueses colonizadores para explorao
agrcola no Brasil foi o acar devido ao seu
alto preo no mercado europeu. Na imagem dessa
atividade vemos parte de um conjunto de construes
de um engenho mais ou menos interligadas
na chamada casa de engenho, composta pela
moenda movida  gua, na qual se esmagava a
cana-de-acar para extrair o caldo; O beneficiamento
da cana se completava na casa de purgar,
com a retirada das impurezas do produto. Na imagem
vemos homens e mulheres em condies
desumanas de trabalho; pessoas seminuas carregando
feixes de cana; outras moendo a cana. No
mesmo espao esto trabalhadores mexendo o
melado em fornalhas. Se considerarmos essas condies
de trabalho na Colnia, podemos dizer que,
atualmente, ainda existe trabalho escravo no Brasil
no cultivo da cana-de-acar?
Contexto no mundo do trabalho: Discusso da atividade
de trabalho, focalizando a transformao da canade-
acar.
Dica do professor: *Filme: "La ltima Cena"  Cuba 
1976. Director: Toms Gutierrz Alea
(Un Manifiesto potico contra la esclavitud en los Ingenios
de azcar)
*www.clubcultura.com/clubcineastas/titon/cena/cena4.htm
74  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
4. Pea que leiam os textos produzidos: corrija e
comente-os.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  75
rea: Economia Solidria Nvel I e II
1. Inicialmente o (a) professor(a) pedir aos alunos
que descrevam a imagem; professor ir
anotando na lousa as caractersticas do tipo
de trabalho retratado.
2. Aps a descrio, poder fazer o mesmo em
relao s caractersticas do trabalho exercido
individualmente, que os alunos iro sugerindo.
3. Idem em relao ao trabalho coletivo e autogestionrio.
4. Num segundo momento, a turma poder ser
dividida em grupos e cada grupo ir escolher
um tipo de trabalho e uma forma para
represent-lo, seja atravs da montagem de
painis, desenhos ou fotos, representaes
teatrais, poemas.
5. Como sugesto final, poder ser escrito um
texto coletivo, destacando-se as principais caractersticas
da evoluo das relaes de trabalho,
e as possibilidades do trabalho coletivo
e autogestionrio no enfrentamento de situaes
que individualmente seria mais difcil.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Cartolina, lpis tipo
piloto, revistas, jornais.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Trabalho individual e trabalho coletivo e autogestionrio
Resultado esperado: Noo da evoluo dos
meios e relaes de produo e da importncia
de trabalhar de forma coletiva e autogestionria
nessa poca atual, percebendo algumas diferenas
entre esse tipo de trabalho e aquele desenvolvido
de forma individual.
18
Te x t o
Objetivo
 Mostrar aos alunos a importncia do trabalho
coletivo autogestionrio.
Introduo
A imagem pode servir como ponto de partida
para discusso em torno da questo do trabalho
e suas diferenas ao longo do tempo. Uma contextualizao
histrica e geogrfica da gravura
pode ser feita, tendo como ponto de partida as
opinies dos alunos sobre o que sabem a respeito
do perodo da escravido e sobre a evoluo
dos meios de produo e das relaes de produo.
Apresentar a forma de trabalho associativa
e cooperativa como um caminho para gerar trabalho
e renda de forma coletiva e autogestionria,
alm do trabalho de iniciativa individual.
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rea: Lngua Estrangeira  Espanhol Nvel II
1. Aps a leitura do texto, proponha duas
questes sobre o tema.
a) Creen ustedes que la educacin ambiental es
la nica solucin para minimizar el impacto
sobre los ecosistemas?
b) Qu acciones pueden ser impulsadas para
evitar la depredacin de los manglares?
2. Oriente o lxico temtico em espanhol para a
expresso escrita e oral.
3. Divida a turma em quatro grupos e, ao termi-
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P La cultura y la preservacin del medio ambiente
Resultado esperado: Redao de propostas
de combate aos impactos ambientais, principalmente
dos Mangues.
19
Te x t o
Objetivo
 Sensibilizar o grupo sobre as possibilidades de
mudanas para preservar a biodiversidade dos
ecossistemas.
Introduo
O Mangue foi um movimento que surgiu no Recife
no incio da dcada de 90. Trabalhando em
cooperativas, duas bandas: Chico Science (nome
em homenagem a seu fundador Francisco Frana,
infelizmente morto em acidente em 1997) e Nao
Zumbi juntaram-se a jornalistas e a outros
profissionais para tentar criar uma cena artstica
capaz de quebrar a estagnao que dominava a
vida local. O termo Mangue foi inspirado nos
manguezais, a vegetao que dominava boa parte
da rea sobre a qual foi construda a cidade do
Recife. A idia era gerar uma cena cultural to
rica e diversificada quanto esse ecossistema. E foi
o que realmente aconteceu: comeou a ser gerado
em vrios pontos da cidade um ncleo de pesquisa
e produo de idias. O objetivo, segundo
seus criadores, era "engendrar um circuito energtico"
capaz de conectar as boas vibraes dos
Mangues com a rede mundial de circulao de
conceitos pop. Muitas outras bandas surgiram,
ritmos como o maracatu e o frevo foram resgatados,
alm de programas de rdio, video-clips, filmes,
etc. A cena cultural do Recife mudou sua
cara. Um trabalho de um dos jornalistas trouxe
informaes sobre o ecossistema do Mangue:
encontro entre a gua doce e a gua salgada, os
mangues esto entre os ecossistemas mais produtivos
do mundo. Isso foi a base para o primeiro
Manifesto sobre o Mangue toda essa movimentao
sobre a depredao dos manguezais. Como
conseqncia, melhorou a auto-estima da populao
da periferia e a coscientizao sobre a
preservao do meio ambiente. Esse movimento
gerou cultura, trabalho, conscincia ecolgica.
Mas, e o poder pblico o que realmente fez? E
voc acredita em mudanas para favorecer o
impacto ao meio ambiente?
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre as
questes de educao ambiental dentro dos ambientes de
trabalho.
Dica do professor: Sitio: www.manguebit.org.br
Ambiente a aula com msicas das bandas Chico Science e
Nao Zumbi, principalmente as que tratam da preservao
do ecossistema Mangue.
76  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
nar a discusso, um representante de cada
grupo apresenta suas propostas.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  77
rea: Lngua Estrangeira  Espanhol Nvel II
1. Depois da leitura do texto, organize uma atividade
de compreenso leitora a partir de questes
formuladas em espanhol.
Segn el texto:
a) Cul es la responsabilidad del Poder Pblico
para asegurar la efectividad del derecho al
medio ambiente ecologicamente equilibrado?
b) Cmo proteger a la fauna y flora?
c) Qu medidas se debe tomar en relacin a las
conductas y actividades perjudiciales al
medio ambiente?
d) Cmo puede un ciudadano participar en la
preservacin del medio ambiente sin imcumplir
los preceptos de la Constitucin?
2. Corrija e comente as respostas.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Jornais, revistas, encartes,
panfletos, pincel atmico,
lpis de cor, giz de cera,
tinta guache, cola.
Tempo sugerido: 1 hora
Atividade P El Medio Ambiente en la Constitucin Brasilea
Resultado esperado: Conhecimento e
expresso usando informaes do Art. 225 da
Constituio Brasileira.
20
Te x t o
Objetivos
 Conhecer o texto Constitucional sobre o meio
ambiente.
Introduo
Antes do Brasil, alguns pases j haviam tutelado
o Meio Ambiente em suas Constituies. Entre
eles esto Portugal (1976), Espanha (1978),
Equador (1979) e Chile (1980). Em 1988, pela
primeira vez na histria, o tema Meio Ambiente
foi abordado por nossa Lei Fundamental. Dedicouse
a esse tema um captulo da constituio, que
contempla no somente seu conceito normativo,
relacionado ao Meio Ambiente, como tambm
reconhece suas outras faces; o meio ambiente
artificial, o meio ambiente do trabalho, o meio
ambiente cultural e o patrimnio gentico, tambm
tratados em diversos outros artigos da Constituio.
O Art. 225 exerce na Constituio Brasileira
o papel de principal norteador do Meio
Ambiente, devido a seu complexo teor de direitos,
mensurado pela obrigao do Estado e da
Sociedade na garantia de um Meio Ambiente ecologicamente
equilibrado, j que se trata de um
bem de uso comum do povo que deve ser preservado
e mantido para as geraes atuais e as futuras.
Conhecer a Constituio Brasileira  conhecer
nossos direitos e deveres como cidados e
tambm os deveres do Estado. S podemos respeitar
aquilo que conhecemos. Quem de vocs
conhece seus direitos e deveres em relao ao
Meio Ambiente? Quem alguma vez estudou ou
foi esclarecido sobre esse tema no trabalho? E na
escola? Onde esto as Constituies?
Dica do professor: Levar na aula volumes da Constituio
para que os alunos conheam e tenham acesso a ela.
3. Elabore cartazes com os alunos sobre o que
aprenderam a respeito dos direitos e deveres
dos cidados em relao ao meio ambiente.
Escreva os cartazes em espanhol.
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78  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Histria Nvel I e II
1. Leia o texto com os alunos.
2. Oriente-os a procurarem no dicionrio o significado
das palavras desconhecidas.
3. Faa a interpretao do documento (Responder,
em conjunto com os alunos, de forma oral
e escrita):
a) O que  esse documento, a Constituio Federal?
b) Quem o produziu?
c) Quando?
d) Onde?
e) Por qu?
f) Para qu? Quais os objetivos?
4. Proponha aos alunos a releitura do texto. Pea
a eles para:
a) Escolher um dos artigos da Constituio e
expressar opinies sobre ele.
b) Trocar o caderno com o colega para se conhecer
a posio de cada um.
c) Solicite aos alunos que se dividam em duplas
ou trios e elaborem um outro artigo
Descrio da atividade
Material indicado:
P Exemplar da Constituio
Federal de 1988.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Conhecendo nossos direitos: anlise de documento
Resultados esperados:
 Desenvolvimento da expresso oral e escrita.
 Contextualizao histrica do documento;
 Produzir uma carta com o posicionamento poltico
do grupo.
20
Te x t o
Objetivos
 Interpretar os captulos da Constituio Federal
que tratam da Atividade Econmica e do
Meio Ambiente.
 Contextualizar o documento na histria do
Brasil.
Introduo
A Constituio Federal  a Lei Mxima do nosso
pas.  um documento histrico, mas nem todos
a conhecem, no  mesmo? Todos ns cidados
devemos conhecer e analisar este documento,
no s para que possamos lutar pelos nossos
direitos de cidadania, mas para que possamos
compreender melhor a histria do nosso pas. Os
seus alunos conhecem esse documento?
Contexto no mundo do trabalho: Importncia do
trabalhador conhecer os seus direitos e deveres, contidos
na Constituio Federal.
Dicas do professor: Sugere-se ao professor levar um
exemplar da Constituio Federal para os alunos conhecerem
e manusearem. Consultar e sugerir aos alunos o site
da Cmara Federal.
que gostariam que fizesse parte do Texto
Constitucional.
d) Faa uma roda e pea aos alunos que apresentem
ao grande grupo; estimule a discusso
e o posicionamento da turma.
e) Escreva, junto  turma, uma carta a um
Deputado Federal a regio com a opinio
do grupo, propondo as mudanas que desejarem
nesses artigos da Constituio
Federal.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  79
rea: Cincias Nvel I e II
1. Nessa atividade voc poder trabalhar com
seus alunos mostrando como leis podem ser
alteradas.
a) Problematize com eles como seria possvel
mudar uma lei na Constituio Brasileira,
de forma que algo que valia at determinado
dia pode ser alterado. Isso ocorre, por
exemplo, com a abolio da escravatura na
Monarquia e com a mudana de Constituio
na Repblica. Dessa forma, leis podem
ser revogadas e alteradas.
b) Problematize a mesma questo para as leis
da Fsica. Seria possvel algum em algum
Parlamento do Mundo revogar a lei da gravidade?
As teorias da Fsica admitem alteraes,
mas elas no ocorrem da mesma
Descrio da atividade
Material indicado:
P Livros didticos podem
ser teis para pesquisar
nomes de leis.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Leis da Fsica e leis da Constituio so as mesmas coisas?
Resultado esperado: Compreenso de que as
Cincias utilizam princpios tericos (leis).
20
Te x t o
Objetivo
 Entender que os princpios de teorias tambm
so leis para a Cincia.
Introduo
Quando se l o texto "A palavra da Constituio"
percebe-se que os artigos, pargrafos e itens procuram
estabelecer uma ordem para o uso do meio
ambiente, do ponto de vista da ordem econmica,
financeira e poltica. Ela serve como princpio
orientador da vida da nossa sociedade, sendo possveis
alteraes determinadas pelo consenso
democrtico do corpo legislativo do pas. A partir
dessa discusso pode-se salientar aos alunos que
outras reas de conhecimento, como a Fsica e a
Cincias tambm adotam o termo "leis" para indicar
princpios de modelo cientfico, decorrentes da
realidade observada historicamente pelos estudiosos
dessas reas de conhecimento. Assim  que
conhecemos, na lei da gravidade, a expresso que
relaciona fora e massas dos corpos ou, na eletricidade,
a relao entre intensidade de corrente
eltrica, voltagem e resistncia, como lei de Ohm.
As leis na Fsica tm carter experimental, seja
como resultados sistematizados de medies ou
seja pelas generalizaes tericas tomando como
ponto de partida resultados experimentais.
Contexto no mundo do trabalho: O estudo de conceitos
cientficos cristalizados em leis, princpios e fenmenos s
vezes nos remetem  histria de pessoas que trabalharam
na construo dessas teorias, mencionando nomes de
pessoas como Newton, Hooke, Halley, Ohm, Ampre,
Dalton, Bragg, Gauss e tantos outros cientistas homenageados
e perpetuados, segundo os princpios fsicos que
ajudaram a formular. Essa forma de homenagem, entretanto,
acaba personificando exageradamente o conhecimento,
que muitas vezes  formulado por meio do trabalho
de grupo de pessoas e no de indivduos isolados.
forma que na Constituio, pois se baseiam
em princpios observveis e em suas interpretaes.
Mostre a eles que o que muda as
teorias pode ser o trabalho dos cientistas,
aprimorando os modelos que procuram
representar a natureza.
c) Uma discusso atual e interessante foi a alterao,
em 2006, pela comunidade internacional
de pesquisadores em Astronomia, do status
de Pluto de planeta para "planeta-ano",
o que provocou uma alterao no nmero de
planetas do nosso sistema solar de 9 para 8.
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80  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
rea: Portugus Nvel II
1. Atividades de leitura: Leia o texto com os alunos
e permita que declinem suas impresses
sobre o efeito estufa.
2. Atividades de produo escrita:
a) Informe aos alunos que criaro de um texto
para crianas de uma segunda srie do
ensino fundamental.
b) O objetivo do texto  fazer com que as
crianas entendam o que  efeito estufa.
c) Lance perguntas: Como as informaes do
texto que lemos poderiam ser modificadas
de modo que as crianas compreendessem
perfeitamente o contedo do texto? Basta
simplificar o vocabulrio? Seria interessante
reorganizar os pargrafos? Que ilustraes
seriam colocadas? Seria melhor
transmitir o contedo por meio de uma
narrativa, com personagens, conflito, tempo
e espao? Poderamos criar uma cartilha
explicativa? Uma histria em quadrinhos?
Uma srie de cartazes? Um texto para o
livro de Geografia? Colha sugestes e pea
aos alunos para escolherem um gnero
para trabalhar.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Um s tema em diversos gneros
Resultado esperado: Ampliao da capacidade
escritora.
21
Te x t o
Objetivo
 Tornar o aluno capaz de mudar o registro lingstico
de um texto lido.
Introduo
Como ns, adultos, explicaramos para as crianas
o que  efeito estufa? A mudana de registro
do texto pode ser um bom exerccio para
responder a essa pergunta.
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre a
influncia do efeito estufa nas atividades de trabalho.
d) Antes de os alunos iniciarem a tarefa, converse
sobre o processo que esto vivenciando:
antes de elaborar um texto,  necessrio
refletir sobre o tema proposto, analislo,
escolher as perspectivas pelas quais ele
ser abordado, adaptar a escrita ao nvel
do leitor que se pretende atingir. O importante
 ter o que dizer e organizar o que se
tem a dizer dentro de uma estrutura.
e) Depois de pronta a tarefa, solicitar que os
alunos faam a leitura para os colegas. Todos
podero comentar se os objetivos foram
cumpridos e discorrer sobre a facilidade ou
dificuldade da tarefa.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  81
rea: Educao e Trabalho Nvel II
1. Inicie a aula com a msica Sal da Terra ou
um dos vdeos indicados.
2. Em crculo, levante questes: O que voc
entende por progresso? O progresso melhora
a qualidade de vida das pessoas? Por qu?
Quais so as conseqncias negativas e positivas
do progresso na sua vida?
3. Anote as respostas no quadro.
4. Leia com os alunos o texto.
5. Aps a leitura, retorne s respostas dos alunos.
6. Compare as respostas com as idias do texto.
7. Pea-lhes para distinguir duas idias: a de um
progresso que no se preocupa em cuidar da
vida no planeta e a que desenvolvimento sustentvel
que defende o contrrio.
8. Pergunte-lhes o que significou para os seringueiros
e para a Amaznia a luta de Chico
Mendes?
9. Pea aos alunos que, em grupos, realizem
atividades sobre o tema desenvolvimento
sustentvel. Exemplos: vdeos, cartilhas, poemas,
pesquisas, peas de teatro, entre outros.
Descrio da atividade
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P Desenvolvimento sustentvel
Resultado esperado: Atividades sobre desenvolvimento
sustentvel.
22
Te x t o
Objetivo
 Compreender a importncia do desenvolvimento
sustentvel para a vida no planeta.
Introduo
Na letra de O Sal da Terra est contido o conceito
de desenvolvimento sustentvel. Voc sabe
que h uma diferena muito grande entre a idia
de desenvolvimento sustentvel e a idia de progresso?
O desenvolvimento sustentvel baseia-se
na busca do homem pela satisfao das suas
necessidades presentes sem comprometer a
capacidade das geraes futuras de suprir suas
prprias necessidades. Ele pressupe um modelo
de crescimento econmico que prioriza o cuidar
coletivo da vida no planeta e no a satisfao dos
interesses de uns poucos. Cuidar coletivamente
da vida no planeta significa cuidar do ambiente
e cuidar, na mesma medida, do homem. A luta
de Chico Mendes no foi em vo. Suas idias se
espalham pelos mais distantes rinces do nosso
pas e nos alertam contra os interesses privados
dos poderosos grupos econmicos.
Dicas do professor:
Filme: "Chico Mendes: a dignidade no se rende"; Chico
Mendes: a voz da Amaznia:
Sites -
www.cdcc.sc.usp.br/cav/doc112;
www.chicomendes.com.br;
www.amazonlink.org/ACRE/amazonas/seringueiros/chico;
www.economiabr.net/economia/3_desenvolvimento_
sustentavel_conceito.html;
www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u9273;
Etapas para construo de um argumento para roteiro:
www.eicos.psycho.ufrj.br/eicosnet/port/cd/estcasos;
www.amazonlink.org/ACRE/amazonas/seringueiros/resex.
Msica: O sal da Terra, Beto Guedes e Ronaldo Bastos
www.mpbnet.com.br/musicos/beto.guedes/letras/o_sal_da_terra
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rea: Histria Nvel II
1. Leia o texto com os alunos. Identificar o local;
quem foi Chico Mendes; qual o motivo de sua
luta e qual era seu projeto poltico.
2. Organize as informaes na lousa.
3. Leve para os alunos materiais para que faam
na sala pesquisas sobre:
a) A Amaznia e a extrao da borracha;
b) a ocupao da Amaznia durante os governos
militares;
c) o Acre e a regio de Xapuri;
d) quem foi Chico Mendes;
e) quem so e como se organizaram os Povos
da Floresta.
4. Pea aos alunos que se organizem em grupos.
5. Solicite que, depois de concluda a pesquisa,
eles escrevam as informaes mais importantes
de cada tema e apresentem seus trabalhos 
classe.
6. Acrescente ou ressalte, durante as apresentaes,
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Jornais, revistas, folders,
panfletos, papel sulfite, giz
de cera ou lpis de cor,
cola.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Meio ambiente e luta poltica
Resultado esperado: Reflexo sobre a relao
entre meio ambiente e luta poltica.
22
Te x t o
Objetivo
 Compreender a relao entre meio ambiente e
luta poltica.
Introduo
Os Povos da Floresta consistem em uma aliana
poltica dos trabalhadores que vivem do extrativismo
da Amaznia e os povos indgenas, que se
organizaram em defesa da floresta, da reforma
agrria e das terras indgenas contra aqueles que
realizam a invaso predatria, confiscando terras
das antigas populaes a instaladas. Dos Povos
da Floresta fazem parte os ndios, os seringueiros,
os castanheiros e aqueles que vivem na Amaznica
a partir da extrao da seringa, da castanha,
de leos vegetais ou da agricultura de subsistncia,
da caa e da pesca no predatria. A aliana
desses povos tem possibilitado a organizao
de uma luta poltica e a colaborao conjunta em
projetos de educao, sade e cooperativismo.
Essa aliana comeou em 1985, envolvendo Chico
Mendes, e seringueiros do Acre, Rondnia,
Amaznia e Par, a partir do Conselho Nacional
dos Seringueiros, criado com a finalidade de lutar
pela criao de reservas extrativistas, estabelecer
alianas com as populaes indgenas e defender
a floresta amaznica e os interesses dos trabalhadores
extrativistas.
Dicas do professor: MAXWELL, Kenneth. O mistrio de Chico
Mendes. In: Chocolate, piratas e outros malandros  Ensaios
tropicais. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
Sites - http://www.redepovosdafloresta.org.br/drupal/;
www.senado.gov.br/web/senador/marinasi/chmende
2.htm.
82  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
a importncia da luta poltica diante dos problemas
vividos pelos povos da Amaznia; sobre a
necessidade, ou no, da organizao poltica
de grupos sociais na preservao ambiental.
7. Posteriormente, pea aos grupos que organizem
um folder informando sobre a luta dos
Povos da Floresta.
8. Distribua na escola.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  83
rea: Economia Solidria Nvel I e II
1. O professor poder desenvolver uma atividade
prtica com os alunos no sentido de possibilitar
aos mesmos a realizao de uma visita
de estudo.
2. Essa visita teria como objetivo conhecer de perto
uma experincia de um empreendimento
econmico solidrio que trabalhe com a reciclagem
de lixo. Alm de cooperativas e associaes
podero ser visitados grupos que trabalhem
com a reciclagem de papel, plsticos, etc.
3. Os alunos teriam como tarefa observar todo o
processo de produo, desde a chegada do
material at o trmino do trabalho. Alm disso,
podero conversar com os cooperados/associados
sobre a histria do empreendimento;
porque resolveram participar; o que acham do
que fazem; se compreendem que o seu trabalho
ajuda a preservar o meio ambiente; etc.
4. Todas as observaes devero, posteriormente,
ser sistematizadas sob a forma de um relatrio.
Alm dos aspectos observados durante
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Papel, caneta, lpis
grafite, pastas.
Tempo sugerido: Quinze
dias
Atividade P Conhecendo um empreendimento econmico solidrio
Resultado esperado: Compreenso funcionamento,
dificuldades e desafios de um trabalho
desenvolvido em um empreendimento econmico
solidrio.
22
Te x t o
Objetivo
 Possibilitar aos alunos conhecer o funcionamento
de um empreendimento econmico solidrio
na rea de reciclagem de resduos slidos.
Introduo
O texto nos traz um exemplo importante de uma
proposta de desenvolvimento sustentvel no
setor extrativista, a reserva Chico Mendes no
Acre. Hoje, mais do que nunca, com todos os
efeitos provocados em nosso planeta, urge discutir
e encontrar alternativas para preservar o meio
ambiente. Tem sido importante a luta constante
de ambientalistas, pessoas da sociedade em
geral, que tm como preocupao cuidar do planeta
para que ele no fique doente. Tanto nas
florestas como nas cidades a preocupao deve
ser a de no destruio dos recursos e a solidariedade
na produo. Nessa contribuio h de
se destacar a presena e o papel de diversos
empreendimentos econmicos solidrios (cooperativas,
associaes) que por meio da reciclagem
de variados produtos vm contribuindo para o
reaproveitamento de materiais que poderiam
ficar no meio ambiente por longos anos at
serem destrudos.
a visita  importante que os alunos expressem
a sua opinio sobre a visita.
5. De volta  sala de aula o(a) professor(a) dever
fazer um momento de debate, aproveitando
os relatos dos alunos e avaliando,
assim, a atividade desenvolvida, seus aspectos
positivos e negativos.
6. Antes da visita poder ser construdo um
roteiro de forma que possa orientar os alunos,
alm de alguns pontos mais importantes
que devem constar no relatrio.
7. Ao final o professor poder fazer uma sntese
das discusses e uma avaliao geral da atividade.
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rea: Artes Nvel I e II
1. Faa a leitura e discusso sobre o texto.
Construo da casa personalizada
Etapa 1: Cada aluno dever pegar para si uma
quantidade suficiente de argila para trabalhar na
construo de sua casa personalizada. No esquecer
de forrar com jornais todas as reas de
trabalho e de ter gua  disposio para facilitar
a modelagem.
Etapa 2: Cada aluno dever desenhar em papel
um modelo de habitao que gostaria de construir.
Etapa 3: A partir do modelo, mas no necessariamente
seguido  risca, dar incio  sua construo.
Etapa 4: Observar as modificaes do modelo original
conforme o contato com o material utilizado.
Etapa 5: Criar uma exposio das casas personalizadas.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Argila, gua, jornais e
palitos de dente ou
sorvete.
Tempo sugerido: 2 horas
Atividade P A casa personalizada
Resultados esperados:
 Construo do seu modelo de habitao.
 A anlise crtica do padro residencial existente,
seus materiais, estrutura e a influncia que
o tipo de habitao exerce sobre a sade e
comportamento das pessoas.
23
Te x t o
Objetivos
 Construir em argila um modelo de habitao.
 Experimentar as sensaes e as emoes advindas
da utilizao de material pastoso como o
barro  no caso, a argila.
Introduo
As construes nas grandes cidades vm modificando
a face de toda paisagem, diminuindo
horizontes, eliminando a luz natural. Quando
caminhamos por essas grandes cidades somos
obrigados, muitas vezes, a olhar para cima para
que consigamos ver o cu. Prdios com amplas
janelas permitindo a entrada da luz do sol, do
vento, deixaram suas ltimas marcas nos anos
70. A nova ordem  economizar. As construes
passaram a ter um carter bastante impessoal. Se
quiserem ter o toque pessoal, tratem de contentar-
se com a arquitetura de interiores. Isso porque
vivemos num pas tropical! No caso de construes
populares, sejam elas edifcios ou casas, a
proposta  ainda similar: impessoalidade, janelas
com abertura de apenas uma folha e pequenas (
o novo padro!), cmodos tambm pequenos. O
texto selecionado fala do amor depositado na
construo da casa de taipa. Uma casa de construo
simples e barata, porm com uma face,
com uma cara, a nossa. Para muitos, construir
a sua prpria casa vai alm do desejo de obteno
da casa prpria. Passa tambm pela necessidade
de construo de um espao identificado
com seu morador, que tenha caractersticas pessoais.
Podemos aqui, pelo menos, construir um
modelo de habitao que tenha uma personalidade,
uma forma parecida conosco.
84  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
Etapa 6: A classe dever dar um ttulo  sua
exposio.
Etapa 7: Discusso final do exerccio tendo por
foco a manipulao do material na construo
da casa, a construo do projeto particular de
habitao e sua relao com o que existe no mercado
imobilirio.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  85
rea: Educao e Trabalho Nvel I
1. Pea aos alunos que desenhem a casa dos seus
sonhos e exponha o material num mural.
2. Leia o texto Um amor, uma cabana para
eles. Pea que comparem a descrio da casa
da autora com o desenho que fizeram.
3. Faa com eles uma lista das caractersticas de
uma casa ecolgica.
4. Apresente o texto: Para uma casa ser ecolgica,
ela precisa reunir algumas caractersticas:
ser adequada ao clima local e estar orientada
em relao aos ventos (para aproveit-los ou
evit-los), ao sol, s chuvas e  vegetao; respeitar
a topografia local e incorporar-se  paisagem
sem agredi-la; usar materiais e tcnicas
de construo saudveis e sustentveis; conseguir
reutilizar e reciclar as chamadas guas
cinzas (de banho, pias e tanques) e usar o
telhado para coletar gua de chuva; tratar
adequadamente dejetos lquidos e slidos,
reintroduzindo-os, de forma positiva, aos
ciclos naturais da regio; incorporar vida ve-
Descrio da atividade getal para purificar o ar externo e interno - o
que pode ser feito mesmo em pequenos espaos,
como apartamentos.
5. Proponha-lhes que, em grupos, construam o
projeto de uma casa ecolgica e que listem as
dificuldades para realiz-lo.
6. Apresentao dos trabalhos em plenria.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Casa ecolgica
Resultados esperados: Elaborao do projeto
e da lista de dificuldades para realiz-lo. Apresentao
dos trabalhos em plenria.
23
Te x t o
Objetivo
 Compreender que a opo por um modelo de
construo ecolgica numa sociedade est
relacionada aos interesses nela dominantes.
Introduo
Eu quero uma casa no campo/ Do tamanho
ideal, pau-a-pique e sap. Este no  s um
sonho de uma casa no campo, mas uma possibilidade
de uma arquitetura que privilegia materiais
ecolgicos: paredes de terra crua, madeira de
reflorestamento na estrutura, energia solar, vidro
reciclado na decorao, tijolos que respiram. 
um modelo diferente de construir e projetar as
moradias, preservar o conforto interior da casa,
respeitando a natureza. Segundo o arquiteto
Srgio Pamplona, o principal conceito da arquitetura
ecolgica  simples: a habitao deve ser
construda com materiais naturais, renovveis e,
acima de tudo, no poluentes. A relao dos seres
humanos com a natureza  uma opo que se
relaciona ao modelo socio econmico da sociedade
em que vivem porque os interesses dominantes
definem as possibilidades dessa relao.
Porm, ainda que os interesses dominantes na
sociedade capitalista caminhem em direo contrria,
podemos question-los e propor alternativas
ao modelo vigente.
Dicas do professor: Msicas: Casa no campo, Z Rodrix
e Tavito.
www.mpbnet.com.br/musicos/elis.regina/letras/casa_no_campo
L no p da serra:
elpidio-dos-santos.letras.terra.com.br/letras/566878/
www.pfilosofia.pop.com.br/04_miscelanea/04_11_
galileu/galileu
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rea: Matemtica Nvel I e II
1. Divida a turma em grupos de, no mximo, trs
alunos.
2. Cada grupo deve pensar em uma casa e em
seus cmodos. A partir deste ponto, cada grupo
deve elaborar um rascunho de uma casa
que atenda as demandas do grupo. O rascunho
deve conter medidas.
3. Aps conferir as medidas, desenhe, com auxlio
de uma rgua, a casa em uma escala de
reduo qualquer. Por exemplo: para cada um
metro registrado no rascunho voc marca, no
desenho, 1 centmetro (escala de reduo:
1/100 ou 1 : 100) ou para cada 1 metro no
rascunho, 2 centmetros no desenho (escala
de reduo 1/50 ou 1 : 50). D preferncia a
casas de forma retangular.
4. Calcule a rea de cada cmodo e a rea total
da casa (devemos utilizar as medidas externas
para o clculo da rea total). D preferncia
para reas retangulares.
5. Em uma tabela, informe: o nome do cmodo,
as medidas (largura e comprimento), a rea e
o custo da construo.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Calculadora, papel
cenrio e rgua
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Quanto custa minha casa?
Resultado esperado: Clculo da rea de figuras
retangulares.
23
Te x t o
Objetivo
 Clculo de rea de figuras retangulares.
Introduo
As casas de taipa so uma alternativa barata e ecologicamente
corretas, pois no agridem o meio
ambiente com queima de florestas para a produo
de tijolos; so mais baratas com grande parte de
seus elementos construtivos retirados diretamente
da natureza, sem precisar de beneficiamento. Mas
os problemas gerados tambm devem ser previstos
e minimizados. Por isso, prefeituras, governos estaduais
e federal possuem programas para transformar
as casas de taipa em casas de alvenaria. Mas
qual  este custo unitrio bsico (custo unitrio
bsico da construo, que reflete a variao mensal
dos custos de materiais e mo-de-obra) por metro
quadrado de uma casa de alvenaria? H variaes
de regio para regio?
Dica do professor: Verifique o valor do CUB em sua regio
junto ao sindicato da construo civil.
86  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
6. O valor do CUB em algumas regies do pas
de edificaes de baixo padro, dois quartos
e um pavimento: RO (R$796,05), Al (R$
789,34), MG (R$ 724,00).
7. O valor do CUB em algumas regies do pas de
edificaes de baixo padro, trs quartos e um
pavimento: RO (R$ 683,87), Al (R$ 673,59),MG
(R$ 617,37).
8. Proponha, junto a cada grupo, solues para
que estes valores fiquem menores.
9. Pea que cada grupo apresente os seus resultados
para a turma.
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  87
rea: Portugus Nvel I e II
1. Atividades de leitura: Leia o texto com os alunos.
Pergunte a eles como se posicionam diante
da idia de felicidade contida em um amor
e uma cabana. Estimule o contar de experincias
com as casas de taipa: uma lembrana,
um desejo, uma aventura, um sonho.
Pergunte: Por que a autora escreve o texto?
(Escrevemos para contar fatos, histrias, etc,
precisamos narrar, relatar, argumentar, expor,
instruir, prescrever e, para cada propsito, nos
valemos de uma forma especfica com um
determinado contedo, uma estrutura especfica
e um estilo diferenciado.)
2. Atividades de produo de textos:
a) Entregue, para cada aluno, originais, recortes
ou cpias de textos encontrados no diaa-
dia: contas de luz, de gua, de telefone,
santinhos, captulos de livros, reportagem
de revistas, panfletos de cartomantes e supermercado,
anncios entregues em faris,
bilhetes, textos cientficos, literrios, bulas,
formulrios de matrcula, partitura musical,
embalagens, carns, charges, classificados
de jornais, trechos de blogs, etc. Pedir que,
atentamente, observem o suporte (papel),
o tipo de linguagem (registro formal, semiformal,
informal), a forma, o contedo, os
objetivos do autor, o provvel leitor.
Descrio da atividade
Materiais indicados:
P Originais, recortes ou
cpias de diversos
gneros textuais.
Tempo sugerido: 3 horas
Atividade P Gneros textuais e uso funcional da linguagem
Resultado esperado: Percepo da funcionalidade
da linguagem por meio da identificao
de diversos gneros textuais.
23
Te x t o
Objetivos
 Reconhecer a funcionalidade da linguagem por
meio de diversos textos que circulam no dia-a-dia.
 Produzir textos escritos de acordo com os diversos
gneros textuais.
Introduo
O que  ser alfabetizado? Ser capaz de desempenhar
um conjunto de atividades associadas ao
uso prtico: ler uma bula, reconhecer uma notcia,
escrever uma lista de compras, preencher um
formulrio, etc.
b) Comente que no dia-a-dia nos deparamos
com vrios gneros:  Gneros da ordem
do narrar (contos de fadas, fbulas, lendas,
narrativas de aventura);  Gneros da ordem
do relatar (dirios, autobiografias,
notcia, reportagens, crnicas jornalsticas);
 Gneros da ordem do argumentar
(texto de opinio, carta ao leitor, editorial,
resenha, artigo assinado);  Gneros da
ordem do expor (seminrio, conferncia,
resumo de textos expositivos);  Gneros
da ordem do instruir ou do prescrever
(receitas, instrues de modo geral, bulas,
regulamentos, regimentos, estatutos).
c) Escreva na lousa o nome dos gneros contidos
no item b e pea a cada aluno que v
ao quadro para classific-lo em uma das
divises propostas.
d) Pea aos alunos que relatem, por escrito, as
experincias vividas durante essa atividade,
a fim de mostrar o que aprenderam sobre
o ato de escrever e as formas de escrita
no dia-a-dia.
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rea: Economia Solidria Nvel I e II
1. A partir da leitura do texto o professor poder
desenvolver um debate entre os alunos no
qual seja possvel desenvolver algumas reflexes
sobre as seguintes questes:
a) Quais os elementos que no texto chama mais
a ateno?
b) Qual a mensagem contida no texto?
c) Voc acha que construir uma casa do tipo
taipa exige o desenvolvimento de um processo
de cooperao?
d) Possibilita aprender fazendo?
e) Quais os aspectos voc poderia retirar do
texto para ajudar na reflexo da economia
solidria, sobre o cotidiano de um empreendimento
econmico solidrio (cooperativa, associao,
grupo de produo, etc.)?
f) Voc conhece alguma experincia que seja um
empreendimento econmico solidrio e que
Descrio da atividade
Material indicado:
P Papel.
Tempo sugerido: 4 horas
Atividade P Produzir preservando o meio ambiente
Resultado esperado: Reflexo sobre a importncia
de produzir preservando o meio ambiente.
23
Te x t o
Objetivo
 Suscitar junto aos alunos discusses sobre as
possveis formas de preservar o meio ambiente
e ao mesmo tempo gerar trabalho e renda.
Introduo
Antigamente, era comum o homem construir sua
prpria moradia. Erguia suas casas usando a
gua, o barro, a madeira, elementos vindos da
natureza, sem agredir o meio ambiente. Falar de
casa de taipa, na atualidade, pode parecer, a
princpio, algo fora de tom. Entretanto, o texto
traz uma reflexo importante sobre o significado
dessa experincia no s para o meio ambiente,
como tambm para a convivncia humana.
Construir a prpria casa significava no s
aprender fazendo, aprender com a prpria experincia
cotidiana, mas tambm a construo de
valores e de uma convivncia social baseada na
cooperao. Fazer a casa em mutiro, envolver
os amigos, os vizinhos, comemorar quando concluda
a obra suscitava a possibilidade de criar
laos de amizade, companheirismo e cooperao.
Na economia solidria a construo desses
valores  fundamental para a gesto coletiva do
trabalho. A cooperao entre as pessoas  a base
do negcio. Alm disso, deve-se ter como preocupao
a preservao do meio ambiente.
88  Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho
produza tendo como preocupao a preservao
do meio ambiente?
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Caderno do professor / Meio ambiente e Trabalho  89
rea: Lngua estrangeira  Ingls Nvel II
1. Leia o texto com os alunos. Converse com eles
sobre o assunto tratado. Estimule a participao
de todos de modo que apresentem seus
conhecimentos prvios sobre o tema tratado
ou mesmo que se manifestem analisando a
problemtica apresentada.
2. Os alunos devero formar duplas e escrever
um texto (em torno de 80 palavras) que contenha
TODAS as palavras do box de glossrio
apresentado no caderno do aluno.
3. Diga a eles que o texto no poder tratar
do mesmo assunto apresentado no caderno do
aluno. Pode ser uma narrao, uma notcia,
uma charge, etc.
4. Circule pela classe e ajude as duplas a compor
seus textos.
5. Quando terminarem, pea a algumas duplas
que apresentem seus textos para a classe (faa
uma leitura e pr-correo antes da apresentao).
6. Deixe as produes coladas na classe.
Descrio da atividade
Material indicado:
P Dicionrios portugus/
ingls.
Tempo sugerido: 60 a 70
minutos
Atividade P Composition
Resultado esperado: Ampliao do potencial
dos alunos na produo escrita em ingls.
24
Te x t o
Objetivo
 Desenvolver a capacidade de escrita dos alunos
em ingls.
Introduo
O texto, que trata da ameaa de poluio visual
causada pelo excesso de iluminao, traz um
vocabulrio diferente e extenso.  uma boa
oportunidade para que os alunos treinem e
aprimorem seu potencial de expresso escrita
em ingls.
Contexto no mundo do trabalho: Discusso sobre a
importncia de dominar palavras tcnicas em ingls do
seu ramo de trabalho, facilitando as leituras em equipamentos
importados.
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Nvel
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Objetivos:
Descrio:
Lista de materiais:





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Proposta de atividade
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Nome da atividade P
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Objetivos:
Descrio:
Lista de materiais:





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Expediente
Comit Gestor do Projeto
Timothy Denis Ireland (Secad  Diretor do Departamento da EJA)
Cludia Veloso Torres Guimares (Secad  Coordenadora Geral da EJA)
Francisco Jos Carvalho Mazzeu (Unitrabalho)  UNESP/Unitrabalho
Diogo Joel Demarco (Unitrabalho)
Coordenao do Projeto
Francisco Jos Carvalho Mazzeu (Coordenador Geral)
Diogo Joel Demarco (Coordenador Executivo)
Luna Kalil (Coordenadora de Produo)
Equipe de Apoio Tcnico
Adan Luca Parisi
Adriana Cristina Schwengber
Andreas Santos de Almeida
Jacqueline Brizida
Kelly Markovic
Solange de Oliveira
Equipe Pedaggica
Cleide Lourdes da Silva Arajo
Douglas Aparecido de Campos
Eunice Rittmeister
Francisco Jos Carvalho Mazzeu
Maria Aparecida Mello
Equipe de Consultores
Ana Maria Roman  SP
Antonia Terra de Calazans Fernandes  PUC-SP
Armando Lrio de Souza  UFPA  PA
Clia Regina Pereira do Nascimento  Unicamp  SP
Eloisa Helena Santos  UFMG  MG
Eugenio Maria de Frana Ramos  UNESP Rio Claro  SP
Giuliete Aymard Ramos Siqueira  SP
Lia Vargas Tiriba  UFF  RJ
Lucillo de Souza Junior  UFES  ES
Luiz Antnio Ferreira  PUC-SP
Maria Aparecida de Mello  UFSCar  SP
Maria Conceio Almeida Vasconcelos  UFS  SP
Maria Mrcia Murta  UNB  DF
Maria Nezilda Culti  UEM  PR
Ocsana Sonia Danylyk  UPF  RS
Osmar S Pontes Jnior  UFC  CE
Ricardo Alvarez  Fundao Santo Andr  SP
Rita de Cssia Pacheco Gonalves  UDESC  SC
Selva Guimares Fonseca  UFU  MG
Vera Cecilia Achatkin  PUC-SP
Equipe editorial
Preparao, edio e adaptao de texto:
Editora Pgina Viva
Reviso:
Ivana Alves Costa, Marilu Tassetto,
Mnica Rodrigues de Lima,
Sandra Regina de Souza e Solange Scattolini
Edio de arte, diagramao e projeto grfico:
A+ Desenho Grfico e Comunicao
Pesquisa iconogrfica e direitos autorais:
Companhia da Memria
Fotografias no creditadas:
iStockphoto.com
Apoio
Editora Casa Amarela
Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)
(Cmara Brasileira do Livro. SP, Brasil)
Meio Ambiente e Trabalho : caderno do professor /
[coordenao do projeto Francisco Jos Carvalho Mazzeu,
Diogo Joel Demarco, Luna Kalil]. -- So Paulo :
Unitrabalho-Fundao Interuniversitria de Estudos
e Pesquisas sobre o Trabalho ; Braslia, DF : Ministrio
da Educao. SECAD-Secretraria de Educao Continuada,
Alfabetizao e Diversidade,2007, -- (Coleo Cadernos de EJA)
Vrios colaboradores.
Bibliografia.
ISBN 85-296-0073-8 (Unitrabalho)
ISBN 978-85-296-0073- 4 (Unitrabalho)
1. Atividades e exerccios (Ensino Fundamental)
2. Livros-texto (Ensino Fundamental) 3. Meio ambiente
4. Trabalho I. Mazzeu, Francisco Jos Carvalho.
II. Demarco, Diogo Joel. III. Kalil, Luna. IV. Srie.
07-0392 CDD-372.19
ndices para catlogo sistemtico:
1. Ensino integrado : Livros-texto :
Ensino fundamental 372.19
eja_expediente_Meio_2367.qxd 1/26/07 3:42 PM Page 96

